Estava tudo acordado até deixar de estar, e Daivy Lefranc-Yeboah regressa a RWDM com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O RWDM fez a parte difícil com o KV Kortrijk, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Yacouba Barry esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mika Mármol estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RWDM lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Felipe Preis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no RWDM as despedidas começaram em silêncio.
Verba acordada, salário acordado, e o Patro Eisden à espera com uma camisola. No RWDM ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não há pior forma de perder um futebolista. Felipe Preis pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RWDM lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Leone está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Noah Nartey fica onde está
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RWDM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giuseppe Leone estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nick Shinton, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o RWDM lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Kwasi Poku está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kwasi Poku assinar alguma coisa — um contrato no RWDM ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Yacouba Barry e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/04/2033
Giuseppe Leone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o RWDM lida com um homem que quer outro país.
O banco18/04/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.33 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do RWDM, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giuseppe Leone está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gaëtan Perrin. 2‑0 sobre o RFC Liege, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no RWDM coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo Barrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
O Casa Pia e o Nacional acertaram em $390.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Vitoria Guimaraes pagou $1.4M e o Casa Pia aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Adrián Expósito e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sevastian Belov está a viver essa versão no Casa Pia, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Rodrigo Silva será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Vonić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo Barrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Leonardo Vonić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/05/2032
Palavras no treino do Casa Pia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Castel-Branco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Casa Pia pode pedir e sobe o salário que Jerónimo Barrera pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adam Zouhar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Casa Pia sabem-no.
Plantel10/05/2032
Agustín Amicone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kélian Nsona assinar alguma coisa — um contrato no Casa Pia ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco10/05/2032
Pedro Ferreira tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Casa Pia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casa Pia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
João Resende esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2032
Leonardo Vonić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Casa Pia por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Casa Pia tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/04/2032
Palavras no treino do Casa Pia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leonardo Vonić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel19/04/2032
Pedro Ferreira sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yaya Sithole, e o treinador deixou.
Isto não é rotação. Davi Alves está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Casa Pia finge o contrário.
Plantel05/04/2032
Leonardo Vonić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casa Pia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leonardo Vonić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/03/2032
Palavras no treino do Casa Pia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Diego Castel-Branco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Casa Pia sabem-no.
Plantel22/03/2032
8 caras novas e o Casa Pia ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Rory Finneran
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casa Pia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Vonić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Casa Pia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Adrián Expósito esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o Casa Pia tinha praticamente arrumada. O Santa Clara vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casa Pia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Diego Castel-Branco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Jogo06/03/2032
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Casa Pia e do Porto por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Leonardo Vonić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
Plantel01/03/2032
Palavras no treino do Casa Pia sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sebastien Koffi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo Barrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Jogo21/02/2032
Não se vê o fim da espera do Casa Pia por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Casa Pia tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/02/2032
Leonardo Vonić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Casa Pia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelNo Casa Pia ainda são estranhos uns para os outros
A proposta do Sporting da Covilhã por Diego Castel-Branco foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Marco 09 à espera com uma camisola. No Casa Pia ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Diego Castel-Branco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sporting CP fica com o seu homem, e o Casa Pia volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelSebastien Koffi sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerónimo Barrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
$800.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Gil Vicente pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Leonardo Vonić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Elvin Cəfərquliyev estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Rio Ave coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Jerónimo Barrera acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Rio Ave substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Casa Pia fez a parte difícil com o Rio Ave, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
David Sousa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Casa Pia sabem-no.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Casa Pia perguntou e o Vitoria Guimaraes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Casa Pia já não são delicadas.
Plantel22/12/2031
Leonardo Vonić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Casa Pia coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
Dinis Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jerónimo Barrera quer futebol continental; se o Casa Pia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Casa Pia daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Oliveirense segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Casa Pia ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Leonardo Vonić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nota de 7.98. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jerónimo Barrera tem a sua resposta do Casa Pia; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Pedro Ferreira agarrou este contra o Leiria. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Casa Pia.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Pedro Ferreira marcou, foi avaliado com 7.60 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Leonardo Vonić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Casa Pia ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Casa Pia as despedidas começaram em silêncio.
Dinis Pinto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jerónimo Barrera quer futebol continental; se o Casa Pia o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Casa Pia, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e João Resende treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
David Sousa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leonardo Vonić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leonardo Vonić, e o treinador deixou.
O banco29/09/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco29/09/2031
José Capponi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Casa Pia dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jerónimo Barrera: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Casa Pia a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $243.6K do que o Casa Pia pagou por Gabriel Barbosa é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Casa Pia, e não vai ser retirado.
João Resende esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/09/2031
Leonardo Vonić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Moussa Koïta e o Casa Pia acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.