Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Melgar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jhamir D'Arrigo quer futebol continental; se o Melgar o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pablo Erustes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/11/2026
Nicolás Quagliata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Franco Zanelatto está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Melgar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jorge Cabezudo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel07/09/2026
Nicolás Quagliata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Melgar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Jhamir D'Arrigo subiu nela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Franco Zanelatto está nela.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leonel González quer futebol continental; se o Melgar o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Wilder Advincula está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Paolo Hurtado passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gianluca Aquino é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Melgar essa pergunta é mais difícil de responder.