Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Navua falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Navua coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ratu Hughes está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jovilisi Borisi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 54 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jovilisi Borisi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Navua coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Filipe Baledrokadroka é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Beniamino Drudru é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
20 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Navua perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 68 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jovilisi Borisi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Navua perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Navua vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zainal Ali será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navua as despedidas começaram em silêncio.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Navua perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jovilisi Borisi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Navua falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zainal Ali, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Navua, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Navua colocou Usaia Tilivarua no mercado. A carreira no clube está acabada, salvo os papéis.
Mercado14/09/2026
O mercado disse que não: Vineet Chand fica onde está
O Navua abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Vineet Chand fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Isaac Raicama lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Navua falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Navua, e não vai ser retirado.
Verba acordada, condições acordadas, e um exame que disse o contrário. Ele volta para o Suva; o Navua volta ao mercado; e ambos vão insistir que aqui não há história nenhuma.
Direção07/09/2026
O Navua fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Navua perguntou e o Rewa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Navua do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Navua, mais uma semana sem a assinatura de Zainal Ali.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Navua perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 104 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Zainal Ali será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navua as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Zainal Ali pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Jovilisi Borisi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Eliminado, 0‑1 com o Labasa, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Plantel24/08/2026
112 dias de fora para Rinish depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Navua vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Navua, e não vai ser retirado.
Jovilisi Borisi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Josaia Mocenica depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Apisai Sesewa, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 119 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Navua coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Navua, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoO agente de Zainal Ali volta a agitar as águas