Gregor Herrmann lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Pascal Loretz não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hannover 96 já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.1M — um clube que quer Hjalte Boe ao ponto de perguntar duas vezes.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oscar Højlund será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do SC Paderborn por Marvin Hübel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não há pior forma de perder um futebolista. Oscar Højlund pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Oscar Højlund e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Samuele di Benedetto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao SC Freiburg para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Alvos de mercado04/06/2035
Verba fechada, faltam as condições de Felix Winter
O Hannover 96 e o Union Berlin acertaram em $1.0M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Oscar Højlund e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Brenden Aaronson e o Hannover 96 acertam mais 2 anos.
8.º lugar com 48 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hannover 96 sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oscar Højlund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Samuele di Benedetto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Samuele di Benedetto pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oscar Højlund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Hannover 96 fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Plantel30/04/2035
No Hannover 96 ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Verba acordada, salário acordado, e o Viking à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elye Wahi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Leon Avdullahu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Plantel02/04/2035
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Højlund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Oscar Højlund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mattia Piermarini estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel26/03/2035
12 caras novas e o Hannover 96 ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Wellity Lucky será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Pascal Loretz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel12/03/2035
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Højlund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elye Wahi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Isto não é rotação. Talles Magno está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Hannover 96 finge o contrário.
Direção05/02/2035
Fecha o mercado: 4 entradas, 12 saídas no Hannover 96
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 12, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Tommy Doyle e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/01/2035
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Højlund está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Vinicius Tobias fica onde está
0‑3 para o SC Freiburg, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Samuele di Benedetto quer futebol continental; se o Hannover 96 o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.09 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marvin Hübel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Hannover 96 já sabem disso.
Plantel18/12/2034
Anísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bashir Humphreys, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o Coritiba à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Leszczyński será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Oscar Højlund e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel27/11/2034
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anísio Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Darmstadt 98 vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Mattia Piermarini pré-acordou a mudança para o Hannover 96, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
1‑2 frente ao VfL Bochum, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Leszczyński será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Isto não é rotação. Talles Magno está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Hannover 96 finge o contrário.
Plantel13/11/2034
Duarte Cunha consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Duarte Cunha acabou de assinar pelo Hannover 96 e, por uma vez, a resposta importava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jan Leszczyński pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Pascal Loretz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anísio Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Anísio Cabral será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Anísio Cabral pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Oscar Højlund esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Oscar Højlund e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/10/2034
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anísio Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thomas Jørgensen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Codruţ Sandu será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
Plantel16/10/2034
Anísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pascal Loretz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wellity Lucky, e o treinador deixou.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hannover 96 admitiria. Nota-se aos sábados.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anísio Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hannover 96 ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hannover 96 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo16/09/2034
Não se vê o fim da espera do Hannover 96 por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hannover 96 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Thomas Jørgensen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Eyad Medhat lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
O Hannover 96 ficou sem tempo com o Bayer Leverkusen. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
As regras permitem-no e dói na mesma. Julian Hettwer acertou condições com o Mainz 05 para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Thomas Jørgensen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hannover 96 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel11/09/2034
Anísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Hannover 96 perguntou e o VfL Wolfsburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Bayern Munich ninguém diz, e no Hannover 96 ninguém gosta de estar a adivinhar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Oscar Vargas acertou condições com o SC Freiburg para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hannover 96 a ouviu como outra coisa.
Elye Wahi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rémi Himbert estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hannover 96 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mimeirhel Benita será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hannover 96 as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Thomas Jørgensen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/07/2034
Anísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Hannover 96 perguntou e o Bayer Leverkusen disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel31/07/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Hannover 96
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Verba acordada, salário acordado, e o VfL Wolfsburg à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hannover 96 falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Thomas Jørgensen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/07/2034
Anísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
O negócio com o Borussia Dortmund está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Hannover 96 volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel26/06/2034
Rémi Himbert desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mimeirhel Benita esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Hannover 96
Verba acordada, salário acordado, e o Dynamo Dresden à espera com uma camisola. No Hannover 96 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hannover 96 podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hannover 96 a ouviu como outra coisa.
O Hannover 96 perguntou e o Karlsruher SC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Mohamed Abdellah pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelAnísio Cabral desentende-se com um colega por causa das exigências
Alvos de mercadoUm empréstimo de Paul Nebel está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hannover 96 já se começa a dizer o nome dele no passado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mimeirhel Benita acertou condições com o Fortuna Düsseldorf para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Thomas Jørgensen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Hannover 96 perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel05/06/2034
Rémi Himbert desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hannover 96, e não vai ser retirado.
Pascal Loretz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anísio Cabral estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mercado29/05/2034
Talles Magno regressa de um empréstimo que resultou
34 jogos e 13 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Khalil Fayad foi informado de que não entra nos planos do treinador do Hannover 96.
Plantel29/05/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Hannover 96
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hannover 96 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Sam Roovers acertou condições com o Arminia Bielefeld para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hannover 96 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2034
Palavras no treino do Hannover 96 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anísio Cabral está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hannover 96 lida com um homem que quer outro país.
Emprestados22/05/2034
O empréstimo de Artem Zaloha mede-se pelo que não acontece
11 balizas a zeros em 32 jogos no Preußen Münster. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thomas Jørgensen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jan Leszczyński, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andy Batioja tem a sua resposta do Hannover 96; o que fizer com ela é a história da próxima janela.