Léo Caeté

Zagueiro - Joinville
10 Jul 2028
Segunda-feira
Processo

Marcado para Léo Caeté

101 Edição

A Gazeta de Joinville

03/07/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Lucas Ambiel

63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Joinville perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Ravel entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Joinville podem fingir não ter ouvido.

Notas dos jogadores

Os dois de Richard — 9.23

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 9.23, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Plantel

Kaíque Silva assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kaíque Silva compromete-se com o Joinville por mais 3 anos.

Plantel

Troca de palavras no Joinville

Richard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Alvos de mercado

O Joinville avança para Matheus Trindade

$52.0K em cima da mesa do Operário Ferroviário. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

Uma proposta de $13.0K por Lucas Malacize

O Joinville foi ao Ferroviária com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Jogo

Tarde má para o Joinville diante do Guarany de Bagé

2‑3 para o Guarany de Bagé, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Alvos de mercado

Porta fechada: Rafael Porfírio fica onde está

O Joinville perguntou e o Água Santa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Em resumo

  • Plantel Palavras no treino do Joinville sobre quem trabalha
  • O banco Léo Caeté ouve do treinador
  • O banco A vista do banco
Edições anteriores
84 Edição

A Gazeta de Joinville

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Joinville coloca Marcelo Machado em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Mercado

Ryan Daniel põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Joinville, e não vai ser retirado.

O banco

Ryan Daniel afastado no Joinville

Isto não é rotação. Ryan Daniel está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Joinville finge o contrário.

Plantel

Os ânimos aquecem no Joinville

Richard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Christian Flores está a abrandar

Aos 40 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

Plantel

Palavras no treino do Joinville sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kaíque Silva está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

A saída do treinador deixa Christian Flores exposto

Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Christian Flores está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.

O banco

Tomás Altamirano bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tomás Altamirano treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Kaíque Silva recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kaíque Silva assinar alguma coisa — um contrato no Joinville ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

76 Edição

A Gazeta de Joinville

10/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Ryan Daniel pede para sair do Joinville

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Um desentendimento no Joinville

Guti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

Porta fechada: David Duarte fica onde está

O Joinville perguntou e o Cuiabá disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Palavras no treino do Joinville sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kennedy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Vinícius Correia afastado no Joinville

Isto não é rotação. Vinícius Correia está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Joinville finge o contrário.

Plantel

Léo Caeté já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Joinville sabem-no, e também todos os que o veem.

O banco

Não há esconderijo para Yan Hengye

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yan Hengye, e o treinador deixou.

O banco

Ryan Daniel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Kaíque Silva recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kaíque Silva assinar alguma coisa — um contrato no Joinville ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

75 Edição

A Gazeta de Joinville

03/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

As bancadas

O ânimo no Joinville mudou de natureza

Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.

Mercado

Joinville vendem o seu melhor jogador a Pouso Alegre

$280.0K é muito dinheiro, e dinheiro não joga a ponta de lança. No balneário toda a gente sabe para quem se olhava quando as coisas corriam mal.

Direção

O Joinville coloca Marcelo Machado em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

As bancadas

Os adeptos revoltam-se com a venda de Antonio Porto por $280.0K

Vai para o Pouso Alegre, o clube tem $280.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.

Mercado

Ryan Daniel atrai pretendentes

O nome de Ryan Daniel apareceu em conversas de que o Joinville não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Alvos de mercado

O Joinville leva uma nega por Felipe Anderson

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Coritiba fica com o seu homem, e o Joinville volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Kaíque Silva desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O mercado fecha em cima do negócio de Alê

O Joinville ficou sem tempo com o América Mineiro. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.

Mercado

Um trampolim, não uma casa, para Léo Caeté

Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Joinville devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.

Em resumo

68 Edição

A Gazeta de Hibernians

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Um desentendimento no Hibernians

Hunter Olson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Miullen é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miullen está nela.

O banco

Não há esconderijo para Brajan Selmani

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brajan Selmani, e o treinador deixou.

Antevisão

O Hibernians mede-se com a equipa que todos perseguem

O Floriana chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.

O banco

Uma promessa cumprida no Hibernians

Disseram uma coisa a Silas Alfred e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Keven bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Leandro Lacunza continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hibernians admitiria. Nota-se aos sábados.

Mercado

A conversa sobre Ryder Matos não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hibernians sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

O relógio negoceia por Léo Caeté

Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Hibernians pode pedir e sobe o salário que Léo Caeté pode exigir.

Em resumo

64 Edição

A Gazeta de Hibernians

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hibernians

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Cardinali estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Kevin Halabaku e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Tarde má para o Hibernians diante do Gzira United

0‑2 para o Gzira United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Julian Scicluna: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Mercado

Hibernians contrata Harvey Higgins, uma aposta no futuro

Harvey Higgins tem 18 anos, e o Hibernians contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.

O banco

O treinador faz de Mikel Kaloshi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Uma promessa cumprida a Léo Caeté

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hibernians disse a Léo Caeté que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Plantel

Harvey Higgins já ficou grande para esta divisão

Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Hibernians sabem-no, e também todos os que o veem.

O banco

Quando importa, Miullen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

63 Edição

A Gazeta de Hibernians

11/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jurgen Degabriele tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hibernians já falam dele no passado.

O banco

Nqobani Biyela diz que o Hibernians não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Cleiton Robozão quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hibernians sabem-no.

Plantel

Kevin Halabaku fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kevin Halabaku e o Hibernians acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Matteo Cardinali desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hibernians

Bjorn Kristensen esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador faz de Kevin Halabaku um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Leandro Lacunza joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Conversas entre Hibernians e Bjorn Kristensen empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

61 Edição

A Gazeta de Hibernians

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Só falta a fotografia para Silas Alfred

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Silas Alfred será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matteo Cardinali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Hunter Olson em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Hibernians despacha o Hamrun Spartans

Três pontos para o Hibernians: um 1‑0 diante do Hamrun Spartans num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Kevin Halabaku passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Notas dos jogadores

Os dois trabalhos feitos por Ryder Matos — 7.24

Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.24, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.

Notas dos jogadores

Cleiton Robozão acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.91 na ficha, e os adeptos do Hibernians saíram a repetir um nome.

O banco

Julian Scicluna diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Julian Scicluna sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

O banco

Uma promessa cumprida a Léo Caeté

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hibernians disse a Léo Caeté que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

Em resumo

56 Edição

A Gazeta de Hibernians

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jamie Wähling acerta condições com o Zurrieq

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hibernians já se começa a dizer o nome dele no passado.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Jesús Yépez

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hibernians fez a parte difícil com o Melita, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Jesús Yépez rejeita a mudança

O Hibernians tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Melita, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Mercado

A conversa sobre Miullen está a chegar

Toda a gente deixou de fingir: o Valletta vai fazer a chamada por Miullen esta semana. O Hibernians tem um número em mente, e o número não é tímido.

Plantel

Mouad El Fanis desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Hibernians

Hunter Olson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Quando importa, Miullen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Pedrão bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pedrão treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A história de Cleiton Robozão recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Cleiton Robozão assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

50 Edição

A Gazeta de Hibernians

12/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Só falta a fotografia para Miullen

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Miullen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hibernians as despedidas começaram em silêncio.

Mercado

Jurgen Degabriele diz não ao Vittoriosa Stars

“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jurgen Degabriele não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.

Plantel

Mouad El Fanis em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hibernians

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Keven estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Ryder Matos joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Não há esconderijo para Brajan Selmani

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brajan Selmani, e o treinador deixou.

Mercado

A história de Ryder Matos recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryder Matos assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Jogo

O Hibernians tem alguma coisa por que lutar

4.º lugar com 40 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Léo Caeté

Faltam 4 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Hibernians poderiam receber por ele.

Em resumo

46 Edição

A Gazeta de Hibernians

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Miullen disse que sim ao Valletta

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hibernians perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Plantel

Matteo Cardinali desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hibernians

Hunter Olson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Bjorn Kristensen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Ryder Matos tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Hibernians dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Léo Caeté pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Ryder Matos recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryder Matos assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Jogo

O Hibernians tem alguma coisa por que lutar

4.º lugar com 40 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.

Plantel

Chamada internacional para Joseph Mbong

Joseph Mbong junta-se à sua seleção. O Hibernians perde-o durante a paragem e gostava de o receber de volta inteiro.

Em resumo

44 Edição

A Gazeta de Hibernians

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Mouad El Fanis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hibernians

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Keven estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Quando importa, Miullen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A conversa sobre Miullen não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Hibernians sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

O banco

O treinador faz uma promessa a Dexter Xuereb

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Hibernians. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Os relatórios de treino sobre Matteo Cardinali não são bons

Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.

Em resumo

43 Edição

A Gazeta de Hibernians

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Léo Caeté entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hibernians podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hibernians

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Cardinali estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Hunter Olson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Cleiton Robozão um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Leandro Lacunza é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leandro Lacunza está nela.

Mercado

A pergunta sobre Matteo Cardinali persegue o Hibernians

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Matteo Cardinali. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Prometeram minutos a Dexter Xuereb

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Dexter Xuereb apontou a data.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Léo Caeté

Faltam 6 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Hibernians poderiam receber por ele.

Plantel

Aulas marcadas para Ryder Matos no Hibernians

Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.

Em resumo

42 Edição

A Gazeta de Hibernians

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mouad El Fanis em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Hunter Olson sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Hibernians

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matteo Cardinali estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Pedrão

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pedrão, e o treinador deixou.

O banco

Ryder Matos é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryder Matos está nela.

O banco

Cleiton Robozão pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Ryder Matos recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryder Matos assinar alguma coisa — um contrato no Hibernians ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Jogo

O futebol europeu está ao alcance do Hibernians

40 pontos no 4.º lugar. O título é assunto de outros e a descida é problema de outros; o que sobra é a discussão sobre passaportes.

Plantel

Jamie Wähling continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Hibernians admitiria. Nota-se aos sábados.

Em resumo

39 Edição

A Gazeta de Hibernians

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mailson Lima em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Hibernians sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matteo Cardinali está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Bjorn Kristensen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bjorn Kristensen, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, Leandro Lacunza joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Keven bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Miullen apontado a uma saída

O nome de Miullen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Hibernians nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

38 Edição

A Gazeta de Hibernians

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Léo Caeté põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hibernians, e não vai ser retirado.

Plantel

Ryder Matos em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hibernians coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Keven desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Quando importa, Ryder Matos joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

O treinador faz de Dexter Xuereb um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Bjorn Kristensen bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hibernians, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Ryder Matos apontado a uma saída

O nome de Ryder Matos não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Hibernians nada diz, o que já diz muito.

Jogo

O Hibernians na corrida à Europa

4.º lugar, 40 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.

Plantel

Simon Boogmans é finalmente do Hibernians

A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.

Em resumo

36 Edição

A Gazeta de Hibernians

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma carreira numa só camisola: Bjorn Kristensen

16 épocas e 394 jogos, todos aqui. Carreiras assim não se desenham; acontecem a um certo tipo de homem num certo tipo de clube, e esta cidade tem um.

Plantel

Cleiton Robozão quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hibernians sabem-no.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Mailson Lima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Matteo Cardinali desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O treinador faz de Mikel Kaloshi um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Miullen joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

32 Edição

A Gazeta de Hibernians

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Thon

19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Hibernians

Eliminado, 0‑1 com o Floriana, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Mercado

Léo Caeté pede para sair do Hibernians

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Bjorn Kristensen diz que o Hibernians não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Ryder Matos assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ryder Matos compromete-se com o Hibernians por mais 2 anos.

Plantel

Leandro Lacunza tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hibernians lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Troca de palavras no Hibernians

Mailson Lima e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Hunter Olson passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Léo Caeté ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

25 Edição

A Gazeta de Hibernians

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Plantel

Thon lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

Kevin Halabaku põe o Hibernians na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Kevin Halabaku agarrou este contra o Marsaxlokk. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hibernians.

Mercado

Jurgen Degabriele acerta condições com o Vittoriosa Stars

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hibernians já se começa a dizer o nome dele no passado.

Mercado

Ali Diakité pede para sair do Hibernians

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Miullen marcou um e fez outro — 7.84

Dois dos golos tinham o nome dele algures, que é a tarde que um treinador quer de quem lhe pede para criar e finalizar. 7.84 e 2 participações.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hibernians

Mailson Lima esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Sphamandla Shangase chega ao clube com que cresceu

Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sphamandla Shangase agiu, no Hibernians, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.

Plantel

Léo Caeté quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hibernians ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Jogo

Hibernians cumpre diante do Mosta

Um 2‑0 sobre o Mosta, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Em resumo

17 Edição

A Gazeta de Hibernians

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Thon

130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hibernians perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Jogo

Ryder Matos põe o Hibernians na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ryder Matos agarrou este contra o Birzebbuga St. Peter's. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Hibernians.

Notas dos jogadores

Ryder Matos marca duas vezes — 8.82

Dois golos e um 8.82 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

Matteo Cardinali sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Notas dos jogadores

Silas Alfred, 21 anos, rouba o espetáculo — 8.07

Nota 8.07 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Notas dos jogadores

Mailson Lima encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 27. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Hibernians

Ryder Matos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Keven assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Keven e o Hibernians acertam mais 2 anos.

As bancadas

Os adeptos do Hibernians encontraram um ídolo em Silas Alfred

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Silas Alfred tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Em resumo