A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Goztepe perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $3.7M porque Amir Hadžiahmetović é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
A proposta seguiu esta semana para o Rizespor, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Goztepe foi ao Eyupspor com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anthony Dennis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Amir Hadžiahmetović era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.7M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Goztepe perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Basaksehir não queria vender e o número é a razão por que o fez. $7.7M por Umut Güneş, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Janderson era uma das razões por que as pessoas vinham, e $17.2M não substitui isso sozinho.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Goztepe fez a parte difícil com o Kocaelispor, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $510.1K — um clube que quer Arda Ünyay ao ponto de perguntar duas vezes.
Em resumo
PlantelAnthony Dennis desentende-se com um colega por causa das exigências
As bancadasO Goztepe gasta $7.7M na contratação que a cidade queria
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Fenerbahce tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sivasspor perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Rey Manaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djalma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Sivasspor perguntou e o Basaksehir disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sivasspor. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Matematicamente garantida, e esta noite ninguém nesta cidade se deita cedo. Tenha acontecido o que tiver acontecido nesta época, ela acaba um escalão acima de onde começou.
A proposta seguiu esta semana para o Besiktas, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sivasspor, e não vai ser retirado.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sivasspor lida com um homem que quer outro país.
Plantel07/06/2027
Uma lesão muscular afasta Özkan Yiğiter durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Sivasspor vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sivasspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sivasspor estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Uma média de 7.01 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Sivasspor sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Turaç Böke, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rey Manaj assinar alguma coisa — um contrato no Sivasspor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Turaç Böke está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sivasspor. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
84 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sivasspor perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
33 golos e uma média de 7.47 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Okan Erdoğan chama-lhe outra coisa em privado.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 16 ações combinadas e uma nota de 6.89, e nenhuma delas entrará num resumo.
Rey Manaj e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo26/12/2026
O Sivasspor torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Djalma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sivasspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Sivasspor sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Djalma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Segue-se o Umraniyespor, e há um homem no balneário do Sivasspor que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
AntevisãoConforto de casa à vista para o Sivasspor
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mbaye Diagne agarrou este contra o Fatih Karagumruk. 1‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Sivasspor.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Rey Manaj esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Fatih Karagumruk marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Em resumo
Notas dos jogadoresValon Ethemi passa por eles um de cada vez
O Bandirmaspor vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sivasspor foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rey Manaj produziu-o, e o 8.74 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Rey Manaj e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aly Mallé, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores28/09/2026
Valon Ethemi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.29. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Notas dos jogadores28/09/2026
Aliou Badji jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco28/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Merih Ozdemir foi breve depois da vitória por 4‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sivasspor podem fingir não ter ouvido.
Direção07/09/2026
O Sivasspor fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Clinton Duodu sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sivasspor beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Viana, e o treinador deixou.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Fernando Viana tem 34 anos e 245 jogos nas pernas, e o Sivasspor terá de planear para qualquer das respostas.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Sivasspor passou o mercado a tentar colocar Cihat Çelik e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
A próxima visita é de uma equipa no 2.º lugar. O resultado não fará a época de ninguém e pode, em silêncio, estragar a forma de uma, e é por isso que o treinador vê vídeo desde domingo.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sivasspor, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel31/08/2026
Djalma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Avaliado com 7.55. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Cihat Çelik pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
O banco31/08/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Merih Ozdemir escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.