Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Newell's Old Boys já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Newell's Old Boys podem fingir não ter ouvido.
Blas Armoa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Newell's Old Boys perguntou e o Huracán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Newell's Old Boys e o Gimnasia y Esgrima acertaram em $6.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Luciano Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gonzalo Quinteros agiu, no Newell's Old Boys, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ian Glavinovich está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Luciano Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Newell's Old Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Wanderers segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martín Ortega estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Cardozo, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Ortega treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jherson Mosquera. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Central Córdoba SdE, e há um homem no balneário do Newell's Old Boys que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Luciano Herrera esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/03/2028
Saúl Salcedo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Newell's Old Boys daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Wanderers segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Newell's Old Boys foi explícito quanto à situação de Martín Ortega, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Fernández, e o treinador deixou.
7.80, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Newell's Old Boys tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mario Martínez escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Plantel13/03/2028
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Newell's Old Boys
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Julián Contrera foi o melhor de qualquer um deles.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Estudiantes defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Em resumo
O bancoAlejo Montero pede uma conversa com o treinador
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Federico Villalba a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O Newell's Old Boys foi ao Braga com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Valentín Chocobar está a viver essa versão no Newell's Old Boys, e costuma notar-se no primeiro mês.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Chacarita Juniors está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Newell's Old Boys pagou $220.0K e o Chacarita Juniors aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lisandro Montenegro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Francisco Facello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Misael Jaime está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
O bancoMisael Jaime tornou-se um homem de confiança do treinador
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Federico Losas
O veredicto de uma época sobre Pablo Ortiz: o melhor da sua idade
O Chacarita Juniors tem um jogador de 20 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chacarita Juniors perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milton Leyendeker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Calderara assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pablo Ortiz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco20/12/2027
Mauricio Cuero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Gimnasia La Plata à espera com uma camisola. No Chacarita Juniors ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Calderara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Federico Losas treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Disseram uma coisa a Gonzalo Dell Aquila e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco13/12/2027
Lorenzo Brun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Chacarita Juniors toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Chacarita Juniors está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chacarita Juniors fez a parte difícil com o Estudiantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Calderara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Francisco Facello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Francisco Facello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milton Leyendeker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maximiliano Meléndez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexis Domínguez assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco29/11/2027
Lucas Bustos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Chacarita Juniors pode pedir e sobe o salário que Valentín Chocobar pode exigir.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Calderara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Calderara assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chacarita Juniors, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Johan Murillo
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentín Chocobar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chacarita Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Plantel15/11/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco15/11/2027
Lorenzo Brun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O nome de Gonzalo Mottes não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chacarita Juniors nada diz, o que já diz muito.
O banco15/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Johan Murillo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Chacarita Juniors fez saber ao mercado que Pablo Ortiz está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Francisco Facello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milton Leyendeker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Chacarita Juniors, mais uma semana sem a assinatura de Leo Ocampo.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Álvaro Cuello treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Chacarita Juniors essa pergunta é mais difícil de responder.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Johan Murillo acertou condições com o Aldosivi para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Plantel01/11/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Francisco Facello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexis Domínguez assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chacarita Juniors, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Adriano Nicastro pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Daniele está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Francisco Facello treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Calderara assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco25/10/2027
Mauricio Cuero tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentín Chocobar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chacarita Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Plantel18/10/2027
Milton Leyendeker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chacarita Juniors, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco18/10/2027
Lorenzo Brun tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sergio Vittor e o Chacarita Juniors acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Calderara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Francisco Facello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexis Domínguez assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco04/10/2027
Lucas Bustos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Chacarita Juniors dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 34 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Central Norte levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel27/09/2027
Valentín Chocobar desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Calderara assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoMauricio Cuero tornou-se um homem de confiança do treinador
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel20/09/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco20/09/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Gabriel Ortiz a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoLorenzo Brun tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chacarita Juniors perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Não há pior forma de perder um futebolista. Valentín Chocobar pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chacarita Juniors e o Estudiantes, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Calderara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Maximiliano Meléndez tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Valentín Chocobar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chacarita Juniors as despedidas começaram em silêncio.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chacarita Juniors tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
A proposta do Neftekhimik por Ezequiel Gerez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chacarita Juniors e do Chaco For Ever por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Calderara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chacarita Juniors ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
0 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Federico Losas, e o treinador deixou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Telmo fica com o seu homem, e o Chacarita Juniors volta a uma lista com um nome riscado.
Pablo Ortiz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Álvaro Cuello, e o treinador deixou.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dugopolje tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Chacarita Juniors já não são delicadas.
Plantel28/06/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Chacarita Juniors já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Calderara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pablo Ortiz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Misael Jaime, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chacarita Juniors fez a parte difícil com o Temperley, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O nome de Valentín Chocobar apareceu em conversas de que o Chacarita Juniors não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel07/06/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pablo Ortiz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Álvaro Cuello lesiona os ligamentos do joelho — 67 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 67 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Francisco Facello e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/02/2027
Brian Calderara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maximiliano Meléndez assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Álvaro Cuello lesiona os ligamentos do joelho — 74 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 74 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o Borneo à espera com uma camisola. No Chacarita Juniors ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Francisco Facello esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Calderara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sergio Vittor treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
88 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chacarita Juniors perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Dugopolje por Pablo Ortiz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chacarita Juniors podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Chacarita Juniors volta a uma lista com um nome riscado.
Francisco Facello e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Brian Calderara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mario Sanabria treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maximiliano Meléndez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Milton Leyendeker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chacarita Juniors terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chacarita Juniors, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoLucas Bustos tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Axel Guerra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chacarita Juniors coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Cristian Bordacahar e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Valentín Chocobar, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chacarita Juniors, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Axel Guerra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Milton Leyendeker esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cristian Bordacahar treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Bustos está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexis Domínguez assinar alguma coisa — um contrato no Chacarita Juniors ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Chacarita Juniors essa pergunta é mais difícil de responder.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Chacarita Juniors terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.