Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
24 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Plantel18/10/2032
Pedro Vite desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
O novo treinador do Club America já trabalhou com Brian Rodríguez e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Martín Bonilla e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um clube do seu país fez a pergunta, e ele nunca fingiu que não queria que lha fizessem. O Club America tem pela frente uma conversa que não vai ganhar com dinheiro.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoFidel Ambríz tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA conversa sobre Ralph Orquin não desaparece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Club America falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Club America, e não vai ser retirado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $825.0K do que o Club America pagou por Eric Meza é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O Club America foi ao Monterrey com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerardo Arteaga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Club America as despedidas começaram em silêncio.
O Club America perguntou e o Cruz Azul disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Club America vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
O aperto de mão com o Pachuca está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.2M — um clube que quer Mateo Levy ao ponto de perguntar duas vezes.
Darío Osorio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Club America aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Roberto Alvarado agiu, no Club America, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gerardo Arteaga será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Club America as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Club America a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Duk será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Club America as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/05/2032
Santiago López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Direção24/05/2032
Em Club America, 93% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O banco24/05/2032
Pedro Vite tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Club America sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Club America ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Club America a ouviu como outra coisa.
Plantel17/05/2032
Miguel Guardado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darío Osorio está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ralph Orquin assinar alguma coisa — um contrato no Club America ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santiago López treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Club America já falam dele no passado.
Plantel03/05/2032
Santiago López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Club America ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Marco Guardado está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Club America, mais uma semana sem a assinatura de Federico Pereira.
O banco03/05/2032
Ralph Orquin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sebastian Aceves, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexis Martin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Guardado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darío Osorio está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ralph Orquin assinar alguma coisa — um contrato no Club America ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Renzo Malanca marcou ao minuto 87, o Atlas já pensava na viagem de regresso, e o Club America levou tudo.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Darío Osorio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel15/12/2031
Marco Guardado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
5‑0 frente ao Cruz Azul, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Club America já começaram a contá-la.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
18 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ralph Orquin, e o treinador deixou.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
17 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Club America lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel24/11/2031
Marco Guardado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Club America será julgado por uma única coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
39 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Plantel17/11/2031
Santiago López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Diego Reyes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fidel Ambríz está nela.
Direção17/11/2031
Os salários engolem 85% das receitas do Club America
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
7.80, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marco Guardado estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Santiago López: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Club America.
Plantel27/10/2031
Santiago López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Emi Ochoa tem agora 25 deles em 113 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Nota 7.90 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Club America, o melhor em campo era deles.
O banco27/10/2031
Ralph Orquin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Club America nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel13/10/2031
Miguel Guardado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mourad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Jesús Rivas foi informado de que não entra nos planos do treinador do Club America.
Direção13/10/2031
Os salários engolem 87% das receitas do Club America
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darío Osorio está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Club America, mais uma semana sem a assinatura de Martín Payero.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Tigres.
Em resumo
MercadoA história de Ralph Orquin recusa-se a morrer
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ralph Orquin produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Club America e o Santos Laguna, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel30/06/2031
Eric Meza consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Eric Meza acabou de assinar pelo Club America e, por uma vez, a resposta importava.
A perseguição a Eric Meza terminou com $1.1M a mudar de mãos e o Monterrey sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Club America lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel30/06/2031
Miguel Guardado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mourad e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Santos Laguna para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Club America, e não vai ser retirado.
Darío Osorio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel26/05/2031
Palavras no treino do Club America sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mourad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ralph Orquin está nela.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Hugo Camberos
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Club America a ouviu como outra coisa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fidel Ambríz está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alisson Santos treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fidel Ambríz. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Club America. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Club America não tem uma boa resposta.
Alisson Santos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Renzo Malanca quer futebol continental; se o Club America o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Puebla vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Diogo Batista pré-acordou a mudança para o Club America, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel05/05/2031
Palavras no treino do Club America sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mourad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco05/05/2031
Darío Osorio tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Diego Barbosa está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Club America podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Darío Osorio quer futebol continental; se o Club America o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ralph Orquin está nela.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Club America pode pedir e sobe o salário que Juan Strumia pode exigir.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Club America. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
7.º lugar com 59 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Notas dos jogadores07/04/2031
Um golo de defesa dá a vitória ao Club America — 7.78
1 para Fidel Ambríz, avaliado com 7.78, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Club America coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ozziel Herrera e o Club America acertam mais 4 anos.
O Monterrey vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Martín Payero pré-acordou a mudança para o Club America, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco07/04/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Santiago Vega saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Darío Osorio está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Club America podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Darío Osorio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Club America será julgado por uma única coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ralph Orquin está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Club America, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Alisson Santos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Segue-se o Guadalajara, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
O banco17/03/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Santiago Vega saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O banco17/03/2031
Alisson Santos tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Fidel Ambríz. 2‑1 sobre o Leon, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Brunetta, e o treinador deixou.
Avaliado com 8.03. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Club America.
Plantel10/03/2031
Palavras no treino do Club America sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Martín Bonilla esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Club America foi explícito quanto à situação de Pedro Rodríguez, o que é mais do que muitos recebem.
O banco10/03/2031
Darío Osorio tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Santiago Vega sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
Notas dos jogadoresRalph Orquin encarou-os todo o jogo
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Club America perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Club America a ouviu como outra coisa.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Club America perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Darío Osorio quer futebol continental; se o Club America o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Mourad esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Santiago Vega depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/02/2031
Fidel Ambríz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Club America ofereceu $11.4M; o Tigres disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigres fica com o seu homem, e o Club America volta a uma lista com um nome riscado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Alisson Santos quer futebol continental; se o Club America o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Club America fez a parte difícil com o Santos Laguna, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Alisson Santos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Club America ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Palavras no treino do Club America sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
PlantelJuan Strumia deixa escapar por entre as mãos
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Fidel Ambríz produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alisson Santos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel30/12/2030
Palavras no treino do Club America sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago López está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Club America podem fingir não ter ouvido.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Fidel Ambríz marcou, foi avaliado com 7.92 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Alisson Santos e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jogo21/12/2030
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Club America. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
O banco23/12/2030
Fidel Ambríz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Club America dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.