Uma média de 7.66 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Fulham vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Manchester City foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrew Harvey e o Manchester City acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Enzo Fernández e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.41 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
22 golos e uma média de 7.62 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Manchester City já se começa a dizer o nome dele no passado.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester City, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.60 na época, com 21 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Manchester City já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Manchester City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 4, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester City, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Manchester City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Manchester City já se começa a dizer o nome dele no passado.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Verba acordada, salário acordado, e o Sheffield United à espera com uma camisola. No Manchester City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Fer López chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Plantel19/01/2032
Uma transferência que Fer López teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Fer López está a viver essa versão no Manchester City, e costuma notar-se no primeiro mês.
19 golos e uma média de 7.54 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Manchester City tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Atlético Madrid, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Manchester City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Notas dos jogadores22/12/2031
Álex Jiménez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christian Pulisic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vitória por 6‑0 sobre o Stockport County, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ebere Eze produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mohamed-Ali Cho produziu-o, e o 8.11 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.20 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Rayan Cherki
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Manchester City tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel24/11/2031
Rayan Cherki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
Notas dos jogadoresJérémy Doku jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nick Woltemade produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nick Woltemade, e o treinador deixou.
6 golos num jogo, Nick Woltemade na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Manchester City nem ao Arsenal.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Milton Keynes Dons está fora e o Manchester City segue em frente, com um 6‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.12 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Manchester City e o Milton Keynes Dons, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Benjamin Stewart será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Manchester City as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.25 na época, com 10 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igor Jesus, e o treinador deixou.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Manchester City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Manchester City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. James Carragher agiu, no Manchester City, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Manchester City fez a parte difícil com o Chelsea, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Manchester City perguntou e o Arsenal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Chelsea pagou $28.1M e o Manchester City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Direção01/09/2031
O Manchester City fecha o mercado com um plantel feito por si
24 entradas e 19 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Manchester City sobre quem trabalha
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Millwall fica com o seu homem, e o Manchester City volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Abdukodir Khusanov não será o apontado, mas ninguém no Manchester City escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Manchester City já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Bournemouth tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester City, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Abdukodir Khusanov marcou, foi avaliado com 7.31 e voltou antes de alguém dar pela falta.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Manchester City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Manchester City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Manchester City perguntou e o Bayern Munich disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Álex Jiménez, e desta vez do outro lado está o Inter. No Manchester City ouvem com educação e não prometem nada.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester City, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio que levaria Cristhian Mosquera para o West Ham United caiu na fase final e ele reapresenta-se no Manchester City com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do Liverpool por Lucas Bergvall foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Manchester City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Bastoni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.76 na época, com 30 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 85 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel05/05/2031
Aarón Anselmino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Manchester City fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Manchester City
Notas dos jogadoresÁlex Jiménez passa por eles um de cada vez
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Manchester City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel07/04/2031
Bater Mile Svilar tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
16 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Manchester City será julgado por uma única coisa.
Já são 16 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
27 golos e uma média de 7.79 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo01/03/2031
O Manchester City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Christian Pulisic agarrou este contra o Chelsea. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Manchester City.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Manchester City a ouviu como outra coisa.
Já são 14 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Uma média de 7.76 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Fulham vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Manchester City foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
72 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Manchester City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel24/02/2031
Rayan Cherki desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelBater Mile Svilar tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Jérémy Doku no seu melhor
Uma média de 7.72 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mikkel Damsgaard será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Manchester City as despedidas começaram em silêncio.
Direção03/02/2031
O Manchester City fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Nick Woltemade e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Verba acordada, salário acordado, e o Southampton à espera com uma camisola. No Manchester City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do NK Celje por Benjamin Stewart foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
PlantelRayan Cherki desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresÁlex Jiménez passa por eles um de cada vez
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Verba acordada, salário acordado, e o West Ham United à espera com uma camisola. No Manchester City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Manchester City falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel13/01/2031
Harry Amass consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Harry Amass acabou de assinar pelo Manchester City e, por uma vez, a resposta importava.
O Crystal Palace vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Manchester City foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 2, 48 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Plantel30/12/2030
39 dias de fora para Jacob Graham depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Manchester City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jérémy Doku esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 1‑2 com o Manchester United no único jogo em que não é permitido perder. O futebol já foi mau; a semana que vem será pior.
Plantel02/12/2030
72 dias de fora para Jacob Graham depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Manchester City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Manchester City a ouviu como outra coisa.
Nick Woltemade e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bradley Barcola produziu-o, e o 9.81 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Nick Woltemade esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aarón Anselmino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Filip Jörgensen, e o treinador deixou.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Derby County tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Manchester City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Manchester City a ouviu como outra coisa.
Christian Pulisic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Manchester City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Direção02/09/2030
O Manchester City fecha o mercado com um plantel feito por si
17 entradas e 21 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
JogoMais uma trazida de fora
PlantelPalavras no treino do Manchester City sobre quem trabalha
Harrison Parker lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Manchester City já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Manchester City, e não vai ser retirado.
Jérémy Doku e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Manchester City ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Mislav Oršić agiu, no Manchester City, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Manchester City a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Manchester City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rayan Cherki estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Geovany Quenda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O Leeds United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Manchester City foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Uma média de 7.49 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Rúben Dias e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolò Barella, e o treinador deixou.
Jogo27/04/2030
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Manchester City. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Rúben Dias esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Manchester City têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rayan Cherki está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoIan Maatsen pede uma conversa com o treinador