28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leganés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Leganés ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2029
Seydouba Cissé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leganés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Guirao será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/11/2029
Seydouba Cissé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luca Zidane, e o treinador deixou.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O banco26/11/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Leganés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Leganés, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leganés a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/11/2029
Seydouba Cissé desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Leganés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Rubén Peña lesiona os ligamentos do joelho — 119 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
0‑2 frente ao Cultural Leonesa, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santino Piccinetti será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
133 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Leganés perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Leganés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Leganés perguntou e o Elche disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leganés a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Leganés não tinha no outono.
Plantel10/09/2029
Uma transferência que Ramiro Cáceres teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ramiro Cáceres está a viver essa versão no Leganés, e costuma notar-se no primeiro mês.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
MercadoMiguel Atienza está livre para procurar outro sítio
141 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Leganés perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Leganés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Cultural Leonesa vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Leganés foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Leganés ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Guirao será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
$5.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Betis pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Leganés ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ignasi Miquel acertou condições com o Almería para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Enric Franquesa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/07/2029
Omar Sadik melhorou aos 25, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rubén Peña e o Leganés acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Leganés vai falar em 21 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel02/07/2029
Ignasi Miquel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Leganés foi explícito quanto à situação de Santino Piccinetti, o que é mais do que muitos recebem.
O Málaga vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Leganés foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexis Cuello produziu-o, e o 9.07 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Leganés lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juankar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Alejo Sánchez Roa acertou condições com o Las Palmas para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Enric Franquesa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aïssa Mandi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Córdoba; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Leganés lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juankar estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Leganés ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Zico Buurmeester quer futebol continental; se o Leganés o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juankar está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Aïssa Mandi tem a sua resposta do Leganés; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Leganés vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Athletic Bilbao pode já não estar a vender.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Juan Cruz quer futebol continental; se o Leganés o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Zico Buurmeester e o Leganés acertam mais 5 anos.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Leganés ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aïssa Mandi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Athletic Bilbao aceitou o dinheiro. O que o Leganés ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Verba acordada, salário acordado, e o Burgos à espera com uma camisola. No Leganés ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A enfermaria confirma 65 dias de paragem para Lucas Di Yorio, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Direção05/02/2029
O Leganés fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leganés a ouviu como outra coisa.
$22.5M era o máximo que o clube pagaria, e o Gijón pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Omar Sadik produziu-o, e o 9.06 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lautaro Occhiuzzi está a viver essa versão no Leganés, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Leganés ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Atlético Madrid pagou $210.0K e o Leganés aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aïssa Mandi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Leganés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Leganés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Roberto López estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Leganés sabem-no.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Leganés falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Luca Zidane quer futebol continental; se o Leganés o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enric Franquesa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Lucas Di Yorio pôs o Leganés de novo em igualdade em 4 minutos, e o Getafe nunca chegou a jogar com vantagem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/12/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Aïssa Mandi
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Leganés a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Leganés coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omar Sadik, e o treinador deixou.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Rubén Peña esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enric Franquesa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Leganés, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Ceuta? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
MercadoA história de Roberto López recusa-se a morrer
43 dias de fora para Jesús Ruiz depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Leganés vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Enric Franquesa e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/10/2028
Roberto López desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Zico Buurmeester produziu-o, e o 8.39 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 8, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Iván Valenzuela quer futebol continental; se o Leganés o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lucas Di Yorio quer futebol continental; se o Leganés o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Enric Franquesa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Leganés perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Rubén Peña esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
13 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Leganés está a esgotar-se.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marvel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zico Buurmeester assinar alguma coisa — um contrato no Leganés ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Rubén Peña esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/07/2028
Omar Sadik melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enric Franquesa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roberto López assinar alguma coisa — um contrato no Leganés ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marcos Narváez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Espanyol perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Zaragoza tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Espanyol ofereceu $1.3M; o Aris disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Espanyol coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ansu Fati estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Espanyol perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Barcelona à espera com uma camisola. No Leganés ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Leganés toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 51 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Leganés ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Omar Sadik esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Rubén Peña esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel22/05/2028
Enric Franquesa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Luken Blanco depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Alexis Cuello não será o apontado, mas ninguém no Leganés escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Oier Olazabal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Leganés as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Íñigo Ruiz de Galarreta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Íñigo Ruiz de Galarreta, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresOmar Sadik jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Roberto López e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Íñigo Ruiz de Galarreta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Empate aos 89 minutos, depois de uma tarde que o Leganés tinha praticamente arrumada. O Zaragoza vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Uma média de 7.24 na época, com 4 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O banco24/04/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Luken Blanco escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alexis Cuello produziu-o, e o 8.96 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Rubén Peña e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Enric Franquesa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Omar Sadik e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Enric Franquesa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Leganés daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Bali United segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” David Diez depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Leganés, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoYassine Kechta tornou-se um homem de confiança do treinador
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Álex Millán
Notas dos jogadoresJuan Cruz passa por eles um de cada vez
As regras permitem-no e dói na mesma. Darío acertou condições com o Real Sociedad para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Real Sociedad B. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.