O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $222.5K — um clube que quer Konstantin Nizhegorodov ao ponto de perguntar duas vezes.
O Akron foi ao Rubin com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Roberto Fernández e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$17.0K era o máximo que o clube pagaria, e o KDV Tomsk pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $445.0K — um clube que quer Baqtiiar Zainutdinov ao ponto de perguntar duas vezes.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Akron por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Akron tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Dinamo Moscow queria mais do que $410.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Matija Popović do CSKA Moscow por $2.1M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Roberto Fernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Bologna não queria vender e o número é a razão por que o fez. $23.8M por Juan Miranda, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rostov fica com o seu homem, e o CSKA Moscow volta a uma lista com um nome riscado.
O Nizhniy Novgorod queria mais do que $4.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Akron pagou $2.1M e o CSKA Moscow aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Juan Miranda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do CSKA Moscow sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matheus Reis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Akron foi ao CSKA Moscow com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $166.4K — um clube que quer Vitaly Shitov ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Akron coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lokomotiv Moscow queria mais do que $130.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel17/08/2026
Dudu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Akron perguntou e o Vitebsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.