Andrea Oliveri lesiona os ligamentos do joelho — 116 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 116 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Agustín Módica agarrou este contra o Picerno. 4‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Lazio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lazio ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel05/11/2035
Uma transferência que Elias el Asri teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Elias el Asri está a viver essa versão no Lazio, e costuma notar-se no primeiro mês.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
124 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lazio perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lazio coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Simone Pafundi tem a sua resposta do Lazio; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jeff Ekhator. 2‑0 sobre o Spezia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Lazio é como lidar com um homem a quem deve muito.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Andrea Oliveri lesiona os ligamentos do joelho — 131 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 131 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lazio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francisco Salerno será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lazio as despedidas começaram em silêncio.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lazio, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
145 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lazio perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Chema Andrés e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lazio perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lazio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francisco Salerno será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lazio as despedidas começaram em silêncio.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Rowe, e o treinador deixou.
Massimo Zilli lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lazio ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
1 para Chema Andrés, avaliado com 7.73, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Em resumo
MercadoTão perto: a transferência de David Romero morre em cima da hora
Massimo Zilli lesiona os ligamentos do joelho — 118 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 118 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Lecco à espera com uma camisola. No Lazio ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Fernández Mercau será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lazio as despedidas começaram em silêncio.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Daniel Jóhannesson está a viver essa versão no Lazio, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lazio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lazio perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Venezia por Nicolás Fernández Mercau foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lazio coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Agustín Módica regressa a Lazio com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lazio já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lazio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lazio, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lazio ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jakub Kiwior e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lazio ofereceu $340.0K; o Juventus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lazio perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Angers SCO tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lazio, e não vai ser retirado.
Martin Baturina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Deacon van der Klaauw estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoJeff Ekhator tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o Venezia à espera com uma camisola. No Lazio ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Deacon van der Klaauw não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Chema Andrés agiu, no Lazio, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.2M — um clube que quer Martino Serra ao ponto de perguntar duas vezes.
O aperto de mão com o Telstar está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Fabrizio Ranieri treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Verba acordada, salário acordado, e o Venezia à espera com uma camisola. No Lazio ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Ognyan Vladimirov não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O negócio que levaria Fabián para o Benevento caiu na fase final e ele reapresenta-se no Lazio com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do Spezia por Gerardo Serra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lazio já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Telstar, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lazio, e não vai ser retirado.
Simone Pafundi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Samuele Vitale acabou de assinar pelo Lazio e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lazio já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lazio, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Destiny Elimoghale acabou de assinar pelo Lazio e, por uma vez, a resposta importava.
O Lazio foi ao Pescara com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Lazio falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lazio perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$26.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Juventus pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Lazio e o Fiorentina acertaram em $4.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Botond Vajda agiu, no Lazio, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A perseguição a Karlo Pajsar terminou com $2.2M a mudar de mãos e o Parma sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Jakub Kiwior esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Lazio vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Juventus, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $15.1M porque Matías Satas é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Verba acordada, salário acordado, e o Vicenza à espera com uma camisola. No Lazio ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
$6.4M era o máximo que o clube pagaria, e o SM Caen pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Yusi agiu, no Lazio, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta do Montevideo City Torque por David Romero foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cremonese fica com o seu homem, e o Lazio volta a uma lista com um nome riscado.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Juventus pagou $72.2M por Luís Guilherme, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Luís Guilherme agiu, no Juventus, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Luís Guilherme do Mallorca por $72.2M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelNo Juventus ainda são estranhos uns para os outros
Tudo acordado com o Mallorca, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.
Alvos de mercado18/06/2035
Os exames médicos acabam com o negócio de Antonio Arena
Estava tudo acordado com o AC Milan, e então o médico falou. O Juventus desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AC Milan fica com o seu homem, e o Juventus volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do AC Milan por Diego Coppola foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Sadriddin Hasanov terminou com $8.1M a mudar de mãos e o Lazio sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Juventus ofereceu $3.2M; o Napoli disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
O Juventus e o AC Milan acertaram em $46.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Napoli pagou $44.4M e o Juventus aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Juventus perguntou e o Napoli disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Juventus foi ao Lazio com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Com 12 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
33 golos e uma média de 7.40 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
93 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlys será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
400 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Frosinone; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Juventus marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Uma média de 7.36 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Yusi lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
16 golos e uma média de 7.29 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Ninguém no Juventus dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Disseram uma coisa a Dayann Methalie e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dayann Methalie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Luís Henrique saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Juventus prefere.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Juventus, mais uma semana sem a assinatura de Chema Andrés.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Michael Kayode assinar alguma coisa — um contrato no Juventus ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
39 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.47 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Modena vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Jogo24/03/2035
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Dayann Methalie marcou, foi avaliado com 7.54 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Juventus
47 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ryan Gravenberch produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.97 para o resto.
55 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
30 golos e uma média de 7.46 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Jogo10/03/2035
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jogo10/03/2035
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Michael Kayode e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
64 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Ibrahim Sulemana agarrou este contra o Atalanta. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Juventus.
Uma média de 7.46 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Pietro Bruno treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
O Palermo vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Atalanta passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Yusi lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
66 pontos e ninguém por cima. A palavra ainda não se diz à volta do estádio, e pensa-se em todas as cadeiras.
Jogo24/02/2035
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.47 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Ryan Gravenberch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Francesco Camarda. 2‑0 sobre o Hellas Verona, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Hellas Verona passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Senny Mayulu no seu melhor
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Álex Baena produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Senny Mayulu produziu-o, e o 8.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Jogo17/02/2035
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
88 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
Mercado12/02/2035
Tão perto: a transferência de Martin Baturina morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Genoa seguiu em frente, Martin Baturina apresenta-se de volta no Juventus, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A proposta do Empoli por Edoardo Corvi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Senny Mayulu. 2‑0 sobre o Fiorentina, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Luzern à espera com uma camisola. No Juventus ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O relógio fez o que o Udinese não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Gonçalo Ramos regressa a Juventus com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
$3.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Napoli pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Yusi lesiona os ligamentos do joelho — 104 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 104 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Lazio vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta seguiu esta semana para o Udinese, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
112 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Palmeiras fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta do Empoli por Takefusa Kubo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Napoli fica com o seu homem, e o Juventus volta a uma lista com um nome riscado.
O Juventus ofereceu $3.1M; o Napoli disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
A proposta seguiu esta semana para o Napoli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Michael Kayode esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $600.0K do que o Juventus pagou por Andrea Giorgini é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O AC Milan queria mais do que $3.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
PlantelIbrahim Sulemana consegue a transferência que sempre quis
128 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A série sem derrotas chega aos 14 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Juventus pagou $21.9M por Dayann Methalie, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O AC Milan queria mais do que $23.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Juventus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.46 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Primeiro, com 48 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.
Plantel01/01/2035
33 dias de fora para Bruno Serra depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Juventus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
145 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Atalanta vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel25/12/2034
41 dias de fora para Bruno Serra depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Juventus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Juventus falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlys será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Alì Zoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
15 golos e uma média de 7.25 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Michael Kayode está nela.
Jonah Kusi-Asare lesiona os ligamentos do joelho — 57 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 57 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Gonçalo Ramos agarrou este contra o Pergolettese. 5‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Juventus.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.55 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Juventus ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Maldini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Jonah Kusi-Asare lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Francesco Camarda. 3‑1 sobre o Palermo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoSenny Mayulu tornou-se um homem de confiança do treinador
Jonah Kusi-Asare lesiona os ligamentos do joelho — 75 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 75 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Hellas Verona vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
1 para Ryan Gravenberch, avaliado com 7.84, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlys será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2‑1 frente ao Inter, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
117 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mohamed Alì Zoma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Juventus já começaram a contá-la.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Jogo16/09/2034
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Álex Baena está nela.
Jonah Kusi-Asare lesiona os ligamentos do joelho — 126 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 126 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Juventus, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nada na semana que aí vem é normal. O Inter no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A série sem derrotas chega aos 24 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
136 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Com 13 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
32 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 23 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel28/08/2034
Jonah Kusi-Asare lesiona os ligamentos do joelho — 144 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 144 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Juventus já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Bari por Yusi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Michael Kayode e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Juventus ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Alejandro Balde e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Alejandro Balde e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Haverá conversa esta semana. Juventus vão pôr um número, e a partir daí deixa de ser futebol e passa a ser aritmética.
O banco31/07/2034
Senny Mayulu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Juventus dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O Juventus perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Pianese à espera com uma camisola. No Juventus ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Alejandro Balde e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco24/07/2034
Michael Kayode tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Juventus dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoEdoardo Corvi pede uma conversa com o treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Juventus lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Alejandro Balde e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Juventus vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco17/07/2034
Álex Baena tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Juventus dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelNo Juventus ainda são estranhos uns para os outros
O Fulham aceitou o dinheiro. O que o Juventus ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Boca Juniors por Álex Baena foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Alejandro Balde e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Niccolò Pisilli está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Juventus ofereceu $60.3M; o Wolverhampton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Juventus perguntou e o Lazio disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Davide Bartesaghi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Juventus perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta ficou muito aquém e em Juventus não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel12/06/2034
Uma transferência que Hugo Bueno teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Hugo Bueno está a viver essa versão no Juventus, e costuma notar-se no primeiro mês.
Com 11 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.3M — um clube que quer Luther Zwane ao ponto de perguntar duas vezes.
O Juventus foi ao Wolverhampton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Juventus volta a uma lista com um nome riscado.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Juventus toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Verba acordada, salário acordado, e o Lecce à espera com uma camisola. No Juventus ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Marvin Keller: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Juventus beneficiou disso.
Uma média de 7.39 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.58, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo06/05/2034
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ryan Gravenberch. 3‑1 sobre o Frosinone, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Assane Diao no jogo grande
7 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Jogo29/04/2034
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
28 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Juventus não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
O Juventus torna a sua casa um sítio difícil de visitar
27 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Vitória por 1‑0 sobre o AS Roma, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Uma média de 7.40 na época, com 27 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mattia Liberali será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
26 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.34 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
2.º lugar com 78 pontos, e as filas na bilheteira são a parte de uma luta pela subida que nunca aparece numa tabela. A cidade decidiu que esta é a sério.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Juventus a ouviu como outra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Juventus, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryan Gravenberch está nela.
Emprestados27/03/2034
10 balizas a zeros por empréstimo para Edoardo Corvi
26 jogos no Holstein Kiel e os golos deixaram de entrar. O Juventus emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O novo treinador do Juventus já trabalhou com Michele Di Gregorio e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michele Di Gregorio, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Álex Baena assinar alguma coisa — um contrato no Juventus ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
23 golos e uma média de 7.33 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Yusi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
O Palermo vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Juventus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Juventus, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Maldini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Juventus as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Juventus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma impotência muito própria em sofrer 3 vezes antes do minuto vinte. O Palermo tentou reorganizar-se, o Juventus não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Tasos Douvikas regressa a Juventus com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Uma média de 7.26 na época, com 19 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Juventus e o Hellas Verona, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Já são 21 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Juventus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vitória por 8‑0 sobre o Campobasso, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Juventus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ruggero Scalise lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Juventus ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jogo10/12/2033
Ninguém quer jogar contra o Juventus neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Yusi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoÁlex Baena tornou-se um homem de confiança do treinador