108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bayern Munich perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Angelo Stiller e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma média de 7.26 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Ruggeri, e o treinador deixou.
O banco28/02/2033
Alphonso Davies tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bayern Munich dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoĐorđe Petrović volta a ter um treinador que o conhece
O Holstein Kiel está fora e o Bayern Munich segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
O Heidenheim vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Bayern Munich foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel03/01/2033
23 dias de fora para Arthur Theate depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bayern Munich vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Bayer Leverkusen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Stade Rennais, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Bayern Munich beneficiou disso.
O Bayern Munich foi ao Hertha BSC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayern Munich ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nico O'Reilly e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jamal Musiala. 1‑0 sobre o Borussia Mönchengladbach, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
O bancoĐorđe Petrović volta a ter um treinador que o conhece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bayern Munich falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bayern Munich coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco18/10/2032
Jamal Musiala tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bayern Munich dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marc Guiu, e o treinador deixou.
O novo treinador do Bayern Munich já trabalhou com Đorđe Petrović e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Em resumo
MercadoA história de Malik Tillman recusa-se a morrer
97 dias de fora para Arthur Theate depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bayern Munich vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bayern Munich ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alphonso Davies e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mercado31/05/2032
Arthur Theate regressa de um empréstimo que resultou
33 jogos e 1 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Plantel31/05/2032
No Bayern Munich ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Bayern Munich fez saber ao mercado que Adam Hložek está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
2.º lugar com 73 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcus Thuram será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayern Munich as despedidas começaram em silêncio.
David Raum esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nico O'Reilly treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bayern Munich perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 19 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Posição 2, 61 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lutsharel Geertruida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bayern Munich as despedidas começaram em silêncio.
Jogo03/04/2032
O Bayern Munich torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Bayern Munich a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Harry Kane e o Bayern Munich acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
PlantelTjark Ernst consegue a transferência que sempre quis
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Jamal Musiala
Harry Kane lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o St. Pauli à espera com uma camisola. No Bayern Munich ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Bayern Munich pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $5.7M do que o Bayern Munich pagou por Rav van den Berg é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O RB Leipzig queria mais do que $5.9M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bayern Munich ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel02/02/2032
Uma transferência que Marc Guiu teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Marc Guiu está a viver essa versão no Bayern Munich, e costuma notar-se no primeiro mês.
Direção02/02/2032
O Bayern Munich fecha o mercado com um plantel feito por si
5 entradas e 11 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O VfB Stuttgart e o RB Leipzig acertaram em $6.6M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Couto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do VfB Stuttgart já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
O VfB Stuttgart foi ao Dynamo Dresden com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O VfB Stuttgart foi ao Mainz 05 com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O VfB Stuttgart perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Bayer Leverkusen, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O VfB Stuttgart foi ao TSG Hoffenheim com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No VfB Stuttgart estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.21 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Gabriel Martinelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levi Colwill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No VfB Stuttgart ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Abdul Fatawu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/12/2031
Levi Colwill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joey Veerman tem a sua resposta do VfB Stuttgart; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joey Veerman, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Abdul Fatawu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/11/2031
Levi Colwill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de VfB Stuttgart foi explícito quanto à situação de Ezechiel Banzuzi, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Díaz está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marc Guiu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Levi Colwill. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no VfB Stuttgart a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel03/11/2031
Levi Colwill desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Christian Kofane quer futebol continental; se o VfB Stuttgart o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Héctor Bobadilla agiu, no VfB Stuttgart, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do VfB Stuttgart, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Hennes Behrens será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdul Fatawu está nela.
O banco20/10/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Georg Frank foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Joey Veerman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chris Führich estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
7.71, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Paul Hennrich será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o VfB Stuttgart lida com um homem que quer outro país.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no VfB Stuttgart a ouviu como outra coisa.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Levi Colwill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Marc Guiu tem a sua resposta do VfB Stuttgart; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marc Guiu, e o treinador deixou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marc Guiu não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do VfB Stuttgart, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O VfB Stuttgart perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $8.0M do que o VfB Stuttgart pagou por Fábio Silva é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Szymon Włodarczyk está a viver essa versão no VfB Stuttgart, e costuma notar-se no primeiro mês.
Fredrik Sjøvold e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayer Leverkusen fica com o seu homem, e o VfB Stuttgart volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do VfB Stuttgart já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta ficou muito aquém e em VfB Stuttgart não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Jogo30/08/2031
Não se vê o fim da espera do VfB Stuttgart por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no VfB Stuttgart tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ísak Jóhannesson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Joey Veerman marcou, foi avaliado com 7.70 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 31 entradas, 15 saídas no VfB Stuttgart
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 31, saíram 15, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O VfB Stuttgart vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Schalke 04 pode já não estar a vender.
Abdul Fatawu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O VfB Stuttgart ofereceu $820.0K; o Schalke 04 disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
PlantelLevi Colwill desentende-se com um colega por causa das exigências
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O VfB Stuttgart perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O VfB Stuttgart perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Borussia Dortmund, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levi Colwill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Joey Veerman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco18/08/2031
Abdul Fatawu tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no VfB Stuttgart dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Novi Pazar à espera com uma camisola. No VfB Stuttgart ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta seguiu esta semana para o Schalke 04, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levi Colwill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco11/08/2031
Luis Díaz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no VfB Stuttgart dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel11/08/2031
Demasiada mudança demasiado depressa no VfB Stuttgart
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoMarc Guiu pede uma conversa com o treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O VfB Stuttgart perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em VfB Stuttgart toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ísak Jóhannesson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Levi Colwill e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No VfB Stuttgart ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Axel Tape estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Couto será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Nürnberg por Marc Guiu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do VfB Stuttgart, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o TSG Hoffenheim à espera com uma camisola. No VfB Stuttgart ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Schalke 04, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levi Colwill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Fredrik Sjøvold e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do VfB Stuttgart já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Hamburger SV por Abdul Fatawu foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ísak Jóhannesson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Levi Colwill estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O treinador reorganizou as ideias e Manuel Ugarte saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Verba fechada, faltam as condições de Keisuke Goto
O VfB Stuttgart e o Kaiserslautern acertaram em $9.7M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do VfB Stuttgart já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Magdeburg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do VfB Stuttgart está a esgotar-se.
Plantel30/06/2031
Uma lesão muscular afasta Marc Guiu durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No VfB Stuttgart vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não há pior forma de perder um futebolista. Javier Fernández pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
$810.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Schalke 04 pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no VfB Stuttgart
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O VfB Stuttgart perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Berkay Yılmaz chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
O Mainz 05 queria mais do que $1.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Abdul Fatawu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.1M — um clube que quer Valentin Gendrey ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Levi Colwill está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o VfB Stuttgart volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelA paragem para as seleções esvazia o VfB Stuttgart
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do VfB Stuttgart já se começa a dizer o nome dele no passado.
A verba é $36.5M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Bayern Munich negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Borussia Dortmund paga $39.4M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O VfB Stuttgart fez a parte difícil com o Heidenheim, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta seguiu esta semana para o St. Pauli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do VfB Stuttgart, e não vai ser retirado.
10.º lugar com 48 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Axel Tape quer futebol continental; se o VfB Stuttgart o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Milenković, e o treinador deixou.
O banco12/05/2031
Luis Díaz tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no VfB Stuttgart dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Marc Guiu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.