Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Oscar Murillo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Zé Rodrigues esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Wesley Araujo depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcão, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Felipe Garcia está nela.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Wesley Araujo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do São José também ninguém o escondia.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Barra? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
Notas dos jogadoresPedro Lucas podia ter feito três
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no São José coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2027
Oscar Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
O banco23/08/2027
Felipe Garcia tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no São José dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Michel Bennech: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o São José a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Felipe Garcia e o São José acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/08/2027
Palavras no treino do São José sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O São José perguntou e o GAS disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lucas Yan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Sobral, e o treinador deixou.
O relógio fez o que o Criciúma não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O São José e o Criciúma acertaram em $75.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Dodô e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do São José sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fortaleza fica com o seu homem, e o São José volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O São José fez a parte difícil com o Bragantino, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O São José e o Mirassol acertaram em $80.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do São José sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O São José perguntou e o Náutico disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leandro Sobral, e o treinador deixou.
O banco21/06/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Wesley Araujo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O Criciúma aceitou o dinheiro. O que o São José ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Plantel14/06/2027
Oscar Murillo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no São José coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Lucas Yan, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.64
Um 7.64 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dodô e o São José acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Oscar Murillo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Monte Azul foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no São José coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do São José sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oscar Murillo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Barra? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
4 remates, uma contagem que parece uma boa tarde até se olhar para a outra coluna. Os avançados sobrevivem a semanas destas partindo do princípio de que as ocasiões continuam; o dia em que param torna-se um problema.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 87, e o São Luiz passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Lucas Yan não precisou: 7.66, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Léo Coltro e o São José acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel03/05/2027
Marcão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jerry, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yago Santos. 1‑0 sobre o São Luiz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Lucas Paquetá produziu-o, e o 8.16 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gabriel Brazão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Vejo todos os jogos do Santos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no São José segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Igor Santos sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Marcão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O golo que pôs o Marcílio Dias na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o São José empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Lucas Yan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Wesley Araujo depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Plantel26/04/2027
No São José ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Gabriel Barbosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A forma vai e vem; esta não foi. Arthur do Vale tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel29/03/2027
Gabriel Brazão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Santos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no São José segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santiago Paiva está nela.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Klebinho compromete-se com o São José por mais 4 anos.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do São José sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marcão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lucas Yan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Dinamo Tbilisi por Christian Oliva foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Santos a ouviu como outra coisa.
Lucas Paquetá e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/02/2027
Gabriel Brazão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Santos, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Lucas Romero está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
Em resumo
O bancoSantiago Paiva tornou-se um homem de confiança do treinador
95 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O São José perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O São José pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel21/12/2026
Uma transferência que Lucas Sena teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucas Sena está a viver essa versão no São José, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no São José coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O São José perguntou e o Horizonte disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/12/2026
Marcão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dodô treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Marcão assinar alguma coisa — um contrato no São José ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O São José perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O América Mineiro não queria vender e o número é a razão por que o fez. $73.0K por Yago Santos, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Oscar Murillo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O São José perguntou e o Horizonte disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marcão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Goianésia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco14/12/2026
Pedro Lucas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no São José dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.