Mats Wieffer lesiona os ligamentos do joelho — 166 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 166 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Mario Balan-Bitca está a viver essa versão no VfB Stuttgart, e costuma notar-se no primeiro mês.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
A raiva no VfB Stuttgart transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jonathan Burkardt esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O VfB Stuttgart não o segura a fingir o contrário.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mats Wieffer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O VfB Stuttgart disse a Leo Castledine que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Leon Grgić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o VfB Stuttgart a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Jonathan Burkardt e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel24/03/2036
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mats Wieffer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O VfB Stuttgart disse a Andrija Maksimović que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Kevin Kelsy quer futebol continental; se o VfB Stuttgart o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Leo Castledine e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marius Wörl estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção17/03/2036
Os salários engolem 87% das receitas do VfB Stuttgart
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Roman Salenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O VfB Stuttgart perguntou e o VfL Bochum disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Kelsy, e o treinador deixou.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Leo Castledine: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o VfB Stuttgart.
Plantel18/02/2036
Mats Wieffer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Klaus Voigt e o VfB Stuttgart acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
14 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Arminia Bielefeld foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
$23.6M em cima da mesa do Bayer Leverkusen. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O VfB Stuttgart marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.93 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o VfB Stuttgart lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
A proposta do Enyimba por Ebuka Okeke foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As regras permitem-no e dói na mesma. Roman Salenko acertou condições com o Kaiserslautern para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no VfB Stuttgart sabe dizer em que semana.
Plantel24/12/2035
Facundo Carrizo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco24/12/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kryštof Daněk acertou condições com o Hertha BSC para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no VfB Stuttgart sabe dizer em que semana.
Plantel17/12/2035
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mats Wieffer está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Kevin Kelsy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/11/2035
Zépiqueno Redmond desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o VfB Stuttgart lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Buba Sangaré, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O VfB Stuttgart disse a Roman Salenko que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
O bancoKevin Kelsy pede uma conversa com o treinador
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O VfB Stuttgart perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jonathan Burkardt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/10/2035
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zépiqueno Redmond está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco29/10/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O VfB Stuttgart perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan-Carlo Simić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
Plantel22/10/2035
Palavras no treino do VfB Stuttgart sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zépiqueno Redmond está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roman Salenko, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco22/10/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no VfB Stuttgart, mais uma semana sem a assinatura de Jan-Carlo Simić.
Ninguém no VfB Stuttgart sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Joane Gadou não desaparece
Os adeptos organizam-se contra a direção do VfB Stuttgart
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O VfB Stuttgart perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No VfB Stuttgart ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de VfB Stuttgart ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kauã Prates e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/10/2035
Mats Wieffer desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no VfB Stuttgart, mais uma semana sem a assinatura de Roman Salenko.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No VfB Stuttgart ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O VfB Stuttgart perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan-Carlo Simić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no VfB Stuttgart as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que VfB Stuttgart podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no VfB Stuttgart coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jan-Carlo Simić pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mats Wieffer estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
Notas dos jogadoresKevin Kelsy passa por eles um de cada vez
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.1M do que o VfB Stuttgart pagou por Phil Harres é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel21/05/2035
Roman Salenko consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Roman Salenko acabou de assinar pelo VfB Stuttgart e, por uma vez, a resposta importava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Kauã Prates e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o VfB Stuttgart joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.