Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bogota vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. José Caicedo quer futebol continental; se o Bogota o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bogota, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuel Peréa, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Cristian Rivas
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bogota falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bogota coisas que levam mais de uma semana a retirar.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bogota perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brayan Cuero, e o treinador deixou.
Santiago Victoria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Javier Araya pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bogota, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bogota já se começa a dizer o nome dele no passado.
Javier Araya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Brayan Cuero treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Ninguém no Bogota dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Yan Marmolejo pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
26 pontos no 8.º lugar: demasiados para descer, poucos para ir a algum lado. A descrição honesta de uma época assim é um encolher de ombros, e os adeptos já o deram.
Wilmer Castillo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco09/08/2027
Luis Rivas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bogota dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no Bogota. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Juan Alberto Sánchez pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Em resumo
O bancoSamuel Peréa pede uma conversa com o treinador
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Luis Rivas não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A instrução veio da sala da direção e o banco não concordou com ela. Alguém vai sair, à verba chamar-lhe-ão bom negócio, e o treinador vai passar a época a reconstruir à volta do espaço vazio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. José Caicedo quer futebol continental; se o Bogota o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Brayan Cuero e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O treinador reorganizou as ideias e Juan Alberto Sánchez saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.