56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Alashkert perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Bentonit Ijevan está fora e o Alashkert segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mômô Fanyé Touré produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kajally Drammeh e o Alashkert acertam mais 4 anos.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Alashkert prefere.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kajally Drammeh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philip Ejike será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Miguel Velosa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.04, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Jogo11/03/2028
O Alashkert torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Obi Chima e o Alashkert acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma exibição de 8.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel13/03/2028
No Alashkert ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Araks Ararat por Yaroslav Matyukhin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Urartu fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/01/2028
Kajally Drammeh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o Ararat disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Malik Odeyinka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Alashkert ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Justino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Karen Nalbandyan está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Edgar Piloyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel22/11/2027
Kajally Drammeh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Alashkert, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philip Ejike será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/10/2027
Kajally Drammeh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Alashkert daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Pyunik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel25/10/2027
5 caras novas e o Alashkert ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Edgar Piloyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Philip Ejike será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Alashkert as despedidas começaram em silêncio.
Aleksandar Glišić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gabriel Justino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel27/09/2027
No Alashkert ainda são estranhos uns para os outros
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Alashkert daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Pyunik segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Edgar Piloyan pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Edgar Piloyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/08/2027
Kajally Drammeh desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Alashkert já se começa a dizer o nome dele no passado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Alashkert já falam dele no passado.
Plantel02/08/2027
Felipe Aguirre desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Alashkert perguntou e o Zbrojovka Brno disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Aleksandar Glišić e o Alashkert acertam mais 2 anos.
O treinador reorganizou as ideias e Arsen Beglaryan saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Serob Grigoryan e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Luiz Carvalho tem 20 anos, e o Alashkert contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
132 golos em 15 jogos no Syunik — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Alashkert alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Verba acordada, salário acordado, e o Araks Ararat à espera com uma camisola. No Alashkert ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas26/07/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Olawale Farayola por $1.5M
Vai para o BKMA, o clube tem $1.5M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Alashkert podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Aguirre estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
131 golos em 14 jogos no Syunik — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Alashkert alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Felipe Aguirre e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Direção19/07/2027
Os salários engolem 103% das receitas do Alashkert
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Alashkert lida com um homem que quer outro país.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Philip Ejike está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Alashkert perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Alashkert, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Alashkert ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AS Trencin fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Alashkert sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Alashkert, e 2 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Hayk Sarkisov depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Robert Hakobyan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Olawale Farayola: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Alashkert a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Alashkert sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Aguirre está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as carreiras longas chegam à semana em que se pensa na última. Ele gostava que fosse onde começou, e o Alashkert sabe agora que esse pensamento chegou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Alashkert, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O banco15/02/2027
Philip Ejike tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Zaven Khudaverdyan acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Alashkert substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CRB fica com o seu homem, e o Alashkert volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Rodina para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Belenenses para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Alashkert, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mômô Fanyé Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Karen Nalbandyan assinar alguma coisa — um contrato no Alashkert ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Malik Odeyinka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Philip Ejike está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Alashkert coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Philip Ejike está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e David Nduka treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Alashkert vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
10 caras novas e o Alashkert ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Alashkert falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Mômô Fanyé Touré e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/09/2026
9 caras novas e o Alashkert ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco28/09/2026
Philip Ejike tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Alashkert dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jefinho apontou a data.