Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ryoga Kida e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco22/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Nota 8.02 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel22/10/2035
Sho Osako desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
16 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Yokohama F. Marinos fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
81 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junya Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco08/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuta Matsumura, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Hussein Ali
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Kashima Antlers vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Jaylan Pearman pré-acordou a mudança para o Yokohama F. Marinos, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milovan Velásquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoMaya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
Notas dos jogadoresHaruto Suzuki jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Sanfrecce Hiroshima queria mais do que $740.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kawasaki Frontale fica com o seu homem, e o Yokohama F. Marinos volta a uma lista com um nome riscado.
O banco27/08/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haruto Matsumoto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresHaruto Suzuki encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ryotaro Araki produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Kawasaki Frontale não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.9M por Junya Tanaka, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Yokohama F. Marinos ofereceu $2.4M; o Nagoya Grampus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Direção20/08/2035
O prazo passa com 26 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no Yokohama F. Marinos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.60 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um empréstimo é uma audição longa, e Seung-gyun Bae passou a sua há meses. O Yokohama F. Marinos contrata o que já conhece — a certeza mais rara que o mercado vende.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
$140.0K em cima da mesa do Albirex Niigata. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Yokohama F. Marinos ofereceu $200.0K; o Albirex Niigata disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Kashiwa Reysol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelDaiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
O bancoMeio satisfeito: Yosuke Osako sobre o empate
85 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Sinaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
O banco18/06/2035
Haruto Suzuki tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Yokohama F. Marinos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.73 para o resto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Sinaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan Carlos, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel14/05/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Yosuke Osako depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo a mais e Anrie Chase fica de fora. O Yokohama F. Marinos perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Yotaro Nakajima marcou, foi avaliado com 7.78 e voltou antes de alguém dar pela falta.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Yokohama F. Marinos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dan Sinaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7.73, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Yokohama F. Marinos é como lidar com um homem a quem deve muito.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yotaro Nakajima. 1‑0 sobre o Kawasaki Frontale, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel16/04/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Yosuke Osako sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O Sagan Tosu vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Yokohama F. Marinos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.94 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Yokohama F. Marinos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Hashioka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco09/04/2035
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Yosuke Osako, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel26/03/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Yosuke Osako depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shion Homma está nela.
Ren Kato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel19/03/2035
Daiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Yokohama F. Marinos tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ryotaro Araki não desaparece
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Ren Kato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Kashiwa Reysol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Sinaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dan Sinaté estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco19/02/2035
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Yokohama F. Marinos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Alioune Ndoye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Haruto Suzuki e o Yokohama F. Marinos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Kashima Antlers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Carlos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoShion Homma volta a ter um treinador que o conhece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Haruto Suzuki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Gamba Osaka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel29/01/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Ryoga Kida no desenho novo
O bancoShion Homma volta a ter um treinador que o conhece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harumu Kubo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco22/01/2035
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Uma sondagem ao FC Tokyo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Anrie Chase pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Vegalta Sendai por Haruto Suzuki foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yuta Matsumura e o Yokohama F. Marinos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O nome de Tatsunori Sakurai apareceu em conversas de que o Yokohama F. Marinos não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Sinaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoShion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O bancoHaris Mujanić pede uma conversa com o treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Harumu Kubo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kyosuke Mochiyama e o Yokohama F. Marinos acertam mais 2 anos.
Faltam 2 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
O banco01/01/2035
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Itay Ehud está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Ryan Carlos.
55 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/12/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel25/12/2034
Daiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yotaro Nakajima assinar alguma coisa — um contrato no Yokohama F. Marinos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fuki Yamada apontou a data.
62 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Taisei Inoue estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco18/12/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Dan Sinaté.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anrie Chase assinar alguma coisa — um contrato no Yokohama F. Marinos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ayase Ueda apontou a data.
83 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Yohei Takaoka volta a ser jogador do Yokohama F. Marinos, e a cidade tem a sua história do verão.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Taisei Inoue está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/11/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryotaro Tsunoda está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Posição 3, 69 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Taisei Inoue está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco20/11/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Yokohama F. Marinos pode pedir e sobe o salário que Ryosuke Kojima pode exigir.
O banco20/11/2034
Haruto Suzuki tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Yokohama F. Marinos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anrie Chase assinar alguma coisa — um contrato no Yokohama F. Marinos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Taisei Inoue e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco13/11/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saïdou Ouédraogo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ryotaro Araki. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
125 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2034
Taisei Inoue desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Yokohama F. Marinos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Yokohama F. Marinos disse a Akito Suzuki que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco16/10/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Kenta Matsumoto: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Yokohama F. Marinos a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Haris Mujanić lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
1 para Seung-gyun Bae, avaliado com 7.86, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Taisei Inoue está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Avaliado com 8.04. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Yokohama F. Marinos.
O banco25/09/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Yokohama F. Marinos perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Taisei Inoue está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco18/09/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Yosuke Osako depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tatsunori Sakurai, e o treinador deixou.
Mercado18/09/2034
Genki Morita regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
0 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Haris Mujanić lesiona os ligamentos do joelho — 44 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 44 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Ren Kato esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yotaro Nakajima. 1‑0 sobre o Avispa Fukuoka, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel28/08/2034
Tatsunori Sakurai desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco28/08/2034
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O Jubilo Iwata está fora e o Yokohama F. Marinos segue em frente, com um 3‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Com 2 golos de desvantagem isto era uma formalidade, e a formalidade durou até deixar de ser. O Yokohama F. Marinos encontrou algo que a primeira parte não tinha anunciado, e o Jubilo Iwata não soube segurar o que tinha.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Notas dos jogadores29/05/2034
Shoya Yamane, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.45
Um 8.45 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.01 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.87 ao lado do nome.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Yotaro Nakajima marcou, foi avaliado com 7.86 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yotaro Nakajima. 1‑0 sobre o Kashiwa Reysol, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel15/05/2034
Yuki Kobayashi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alioune Ndoye, e o treinador deixou.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 7.21, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Yokohama F. Marinos, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Taisei Inoue está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Ren Kato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Yokohama F. Marinos sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tyler Keating estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Guri, e o treinador deixou.