A proposta do Gamba Osaka por Asahi Uenaka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Takehiro Soma será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel14/01/2036
Mauro Rolando desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O FC Tokyo já telefonou ao Gamba Osaka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Gamba Osaka para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Nathan Tjoe-A-On esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O FC Tokyo perguntou e o Alianza Lima disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Tokyo, mais uma semana sem a assinatura de Asahi Uenaka.
Plantel07/01/2036
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tojiro Kubo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel31/12/2035
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kosei Suwama está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
32 jogos e 12 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o FC Tokyo é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kazunari Kita, e o treinador deixou.
O banco31/12/2035
Ryoga Kida tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Tokyo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do FC Tokyo já trabalhou com Kento Hashimoto e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Tokyo sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/12/2035
Uma lesão muscular afasta Yuta Matsumura durante 19 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Yokohama F. Marinos vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Sergiu Perciun.
O banco24/12/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yonatan Shani
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco24/12/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Yokohama F. Marinos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ryoga Kida e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2035
Milovan Velásquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Yokohama F. Marinos vai falar em 16 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco17/12/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Saïdou Ouédraogo, e o treinador deixou.
O banco17/12/2035
Shion Homma tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Yokohama F. Marinos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No FC Tokyo estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Kaito Yasui e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/12/2035
Kosei Suwama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yota Komi está nela.
O novo treinador do FC Tokyo já trabalhou com Kento Hashimoto e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Tokyo, mais uma semana sem a assinatura de Cailen Hill.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Leon Nozawa não desaparece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/12/2035
Junya Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hussein Ali e o Yokohama F. Marinos acertam mais 3 anos.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Milovan Velásquez.
O banco10/12/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fuki Yamada está nela.
19 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
433 jogos ao longo de 12 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Yokohama F. Marinos sabe exatamente o que tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Maya Mitoma está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
O banco03/12/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» FC Tokyo nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel26/11/2035
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tojiro Kubo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel26/11/2035
Uma lesão muscular afasta Yutaro Tsukada durante 16 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No FC Tokyo vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Akira Mitoma e o FC Tokyo acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco26/11/2035
Asahi Uenaka tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Tokyo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do FC Tokyo já trabalhou com Kento Hashimoto e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Milovan Velásquez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco26/11/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yonatan Shani
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco26/11/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
O banco26/11/2035
Ryotaro Tsunoda tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Yokohama F. Marinos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ryotaro Araki. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ryoga Kida e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/11/2035
Uma transferência que Sho Fukuda teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Sho Fukuda está a viver essa versão no Yokohama F. Marinos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Junya Tanaka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco19/11/2035
Keisuke Kasai volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Keisuke Kasai e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yokohama F. Marinos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kosei Suwama está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nathan Tjoe-A-On esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hajime Ueda e o FC Tokyo acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O novo treinador do FC Tokyo já trabalhou com Kento Hashimoto e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Vegalta Sendai continuou a vir porque nada o travou, e ao Yokohama F. Marinos vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/10/2035
Junya Tanaka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Seif Taha, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ryoga Kida e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco22/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Nota 8.02 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Plantel22/10/2035
Sho Osako desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
16 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Yokohama F. Marinos fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 74 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milovan Velásquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Yokohama F. Marinos é como lidar com um homem a quem deve muito.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Fuki Yamada está nela.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.71 para o resto.
Plantel08/10/2035
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kosei Suwama está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 33 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Mauro Rolando esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
31 jogos no Yokohama F. Marinos e os golos não param. No FC Tokyo acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco08/10/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Asahi Uenaka
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Asahi Uenaka está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
81 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junya Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco08/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuta Matsumura, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Hussein Ali
88 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Yokohama F. Marinos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junya Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco01/10/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maya Mitoma, e o treinador deixou.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Kaito Yasui esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/09/2035
Kosei Suwama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo15/09/2035
O FC Tokyo torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um 1‑0 sobre o Sagan Tosu, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Notas dos jogadores17/09/2035
Tojiro Kubo fez o trabalho que ninguém conta — 7.22
9 ações combinadas e 7.22. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Emprestados17/09/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Ryoga Kida
11 golos em 28 jogos no Yokohama F. Marinos — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No FC Tokyo alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Takehiro Ito e o FC Tokyo acertam mais 4 anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Milovan Velásquez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junya Tanaka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/09/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Tokyo pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel10/09/2035
Kosei Suwama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nathan Tjoe-A-On esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Hajime Furuhashi e o FC Tokyo acertam mais 3 anos.
O banco10/09/2035
Kosei Suwama tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Tokyo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do FC Tokyo já trabalhou com Kento Hashimoto e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
110 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
O banco10/09/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alioune Ndoye está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sergiu Perciun, e o treinador deixou.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Yokohama F. Marinos vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Seung-gyun Bae.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Yonatan Shani continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Em resumo
O bancoFuki Yamada tornou-se um homem de confiança do treinador
Kaito Yasui e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
O FC Tokyo perguntou e o Vegalta Sendai disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tojiro Kubo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo01/09/2035
O FC Tokyo torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
117 dias de fora para Lamine Diack depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michele Staccioli e o Yokohama F. Marinos acertam mais 3 anos.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Gamba Osaka fica com o seu homem, e o Yokohama F. Marinos volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel03/09/2035
Milovan Velásquez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Sanfrecce Hiroshima queria mais do que $740.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kawasaki Frontale fica com o seu homem, e o Yokohama F. Marinos volta a uma lista com um nome riscado.
O banco27/08/2035
Maya Mitoma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Maya Mitoma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Haruto Matsumoto está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresHaruto Suzuki encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ryotaro Araki produziu-o, e o 8.84 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Kawasaki Frontale não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.9M por Junya Tanaka, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O Yokohama F. Marinos ofereceu $2.4M; o Nagoya Grampus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Direção20/08/2035
O prazo passa com 26 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no Yokohama F. Marinos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
26 dias de fora para Ren Kato depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Yokohama F. Marinos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Yokohama F. Marinos e o Avispa Fukuoka acertaram em $130.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sanfrecce Hiroshima fica com o seu homem, e o Yokohama F. Marinos volta a uma lista com um nome riscado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 9 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $145.3K — um clube que quer Nagatomo Soma ao ponto de perguntar duas vezes.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/08/2035
Seif Taha consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Seif Taha acabou de assinar pelo Yokohama F. Marinos e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Milovan Velásquez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de FC Tokyo ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stéphane Noumbissie e o FC Tokyo acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel06/08/2035
Kosei Suwama desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vegalta Sendai fica com o seu homem, e o FC Tokyo volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.60 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Um empréstimo é uma audição longa, e Seung-gyun Bae passou a sua há meses. O Yokohama F. Marinos contrata o que já conhece — a certeza mais rara que o mercado vende.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ryoga Kida produziu-o, e o 8.90 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.91 para o resto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
2 golos em vinte minutos com Ryoga Kida no meio de tudo, e o Kashima Antlers sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 71 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Hashioka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Yokohama F. Marinos foi explícito quanto à situação de Daiki Hashioka, o que é mais do que muitos recebem.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.94 para o resto.
Ren Kato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Daiki Hashioka e o Yokohama F. Marinos acertam mais 2 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ayase Ueda, e o treinador deixou.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.19, e nem uma objeção no estádio.
Plantel11/06/2035
Daiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mauro Rolando e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/05/2035
Tojiro Kubo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Yamato Naito e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Albirex Niigata com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
Notas dos jogadoresLeon Nozawa encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel14/05/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Yosuke Osako depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um amarelo a mais e Anrie Chase fica de fora. O Yokohama F. Marinos perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fuki Yamada será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ryoga Kida. 1‑0 sobre o Avispa Fukuoka, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fuki Yamada, e o treinador deixou.
Plantel30/04/2035
Daiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco30/04/2035
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Yosuke Osako foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Anrie Chase e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Haruto Matsumoto e o Yokohama F. Marinos acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dan Sinaté está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Yokohama F. Marinos, mais uma semana sem a assinatura de Alioune Ndoye.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Yokohama F. Marinos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryotaro Tsunoda está nela.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Yokohama F. Marinos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ryoga Kida e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel26/03/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Yosuke Osako depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Shion Homma está nela.
Ren Kato e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel19/03/2035
Daiki Hashioka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Yokohama F. Marinos tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Ryotaro Araki não desaparece
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Haruto Suzuki e o Yokohama F. Marinos acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Yokohama F. Marinos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Kashima Antlers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Carlos estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
O bancoShion Homma volta a ter um treinador que o conhece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Yokohama F. Marinos, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Haruto Suzuki será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Yokohama F. Marinos as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Yokohama F. Marinos perguntou e o Gamba Osaka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel29/01/2035
Dan Sinaté desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Ryoga Kida no desenho novo
O bancoShion Homma volta a ter um treinador que o conhece
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Harumi Minamino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O FC Tokyo nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel22/01/2035
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashima Antlers fica com o seu homem, e o FC Tokyo volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Toda a gente no FC Tokyo viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Nozawa está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Yokohama F. Marinos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Anrie Chase esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Harumu Kubo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco22/01/2035
Shion Homma volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Yokohama F. Marinos já trabalhou com Shion Homma e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Uma sondagem ao FC Tokyo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Anrie Chase pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haruto Suzuki está nela.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O FC Tokyo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Alex Kouto Horio Pisano foi-se, as contas têm $1.4M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Harumi Minamino pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Ryoga Kida esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O FC Tokyo perguntou e o Kawasaki Frontale disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel15/01/2035
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chihiro Konagaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Hajime Osako está em marcha
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kim Taewon e o FC Tokyo acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma sondagem ao Kashima Antlers para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Kento Hashimoto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Haruya Fujii, e o treinador deixou.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no FC Tokyo sabem-no.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alex Kouto Horio Pisano está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kento Hashimoto assinar alguma coisa — um contrato no FC Tokyo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Tokyo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Alex Kouto Horio Pisano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/11/2034
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kim Taewon treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o FC Tokyo joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Haruya Fujii tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alex Kouto Horio Pisano assinar alguma coisa — um contrato no FC Tokyo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Riku Handa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel20/11/2034
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Shonan Bellmare vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Nathan Tjoe-A-On pré-acordou a mudança para o FC Tokyo, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Nozawa está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Tokyo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kento Hashimoto assinar alguma coisa — um contrato no FC Tokyo ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Tokyo. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Alex Kouto Horio Pisano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Ventforet Kofu vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Kazunari Kita pré-acordou a mudança para o FC Tokyo, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chihiro Konagaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no FC Tokyo já sabem disso.
Ninguém no FC Tokyo dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryota Kamihashi, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ryoga Kida treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoA história de Leon Nozawa recusa-se a morrer
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel30/10/2034
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kosei Suwama está nela.
Ninguém no FC Tokyo sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Kento Hashimoto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o FC Tokyo é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Harumi Minamino, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chihiro Konagaya estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O FC Tokyo disse a Riku Handa que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Alex Kouto Horio Pisano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryoga Kida, e o treinador deixou.
Plantel16/10/2034
5 caras novas e o FC Tokyo ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alex Kouto Horio Pisano está nela.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Lucas Ramírez foi informado de que não entra nos planos do treinador do FC Tokyo.
O banco16/10/2034
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Lev Skvortsov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kento Hashimoto. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yamato Naito será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tojiro Kubo e o FC Tokyo acertam mais 2 anos.
Plantel09/10/2034
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Asahi Uenaka está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Tokyo, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Harumi Minamino.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Nozawa está nela.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do FC Tokyo já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O FC Tokyo ficou sem tempo com o Yokohama F. Marinos. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Tokyo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kento Hashimoto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Yokohama F. Marinos pagou $250.0K e o FC Tokyo aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Toda a gente no FC Tokyo viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 37 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryoga Kida, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O FC Tokyo perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 116. O Kawasaki Frontale vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Tokyo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Notas dos jogadores31/07/2034
Genki Morita, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.73
Um 7.73 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O FC Tokyo e o Kashiwa Reysol acertaram em $140.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Taichi Yamasaki lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Jogo01/07/2034
Ninguém quer jogar contra o FC Tokyo neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.96. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Plantel03/07/2034
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Tokyo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Tokyo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Yokohama F. Marinos; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de FC Tokyo ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kento Hashimoto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/06/2034
Yota Komi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Tokyo ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Tokyo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alex Kouto Horio Pisano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/05/2034
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jogo13/05/2034
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o FC Tokyo. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Tokyo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Kento Hashimoto e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
124 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Tokyo perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Tokyo ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Tokyo coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yota Komi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.89. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
MercadoLev Skvortsov está livre para procurar outro sítio
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Tokyo, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryoga Kida será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Tokyo as despedidas começaram em silêncio.
Jogo11/03/2034
Ninguém quer jogar contra o FC Tokyo neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alex Kouto Horio Pisano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/03/2034
Palavras no treino do FC Tokyo sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yota Komi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no FC Tokyo sabem-no.