115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Neman perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dmitry Radikovskiy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zinedin Smajlović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Maksim Sivakov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Vejo todos os jogos do Neman daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ostrovets segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zinedin Smajlović treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Egor Khoroshun está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Neman, mais uma semana sem a assinatura de Alexey Shalashnikov.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Moscow coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Schöpf estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Moscow, e 2 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Maksim Zotkin depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Mitryushkin, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexey Miranchuk assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Moscow ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Dmitriy Girs pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Zinedin Smajlović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dmitriy Girs está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Neman vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Neman, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
O banco05/10/2026
Maxim Kravtsov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Neman dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Neman. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no NK Osijek ninguém diz, e no Neman ninguém gosta de estar a adivinhar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Neman ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Zinedin Smajlović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Matvey Papulin agiu, no Neman, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mikhail Kozlov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Dmitry Radikovskiy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 7.40 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ivan Sadovnichiy e o Neman acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Sergey Pushnyakov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Dmitry Radikovskiy. 2‑1 sobre o BATE, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Dmitry Radikovskiy tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.