Flávio

Volante - Sirens
3 Ago 2027
Terça-feira
Processo

Marcado para Flávio

53 Edição

A Gazeta de Sirens

02/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Giovanni Calleja tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Sirens toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Mercado

Flávio entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sirens podem fingir não ter ouvido.

Direção

A direção do Sirens chama toda a gente

Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.

Mercado

Cai a transferência de Ryan Caruana para o Zurrieq

O negócio que levaria Ryan Caruana para o Zurrieq caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sirens com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.

Plantel

Henrique Salomoni tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sirens lida com um homem que quer outro país.

O banco

O treinador faz de Gean Junior um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Sirens tenta João Victor por empréstimo

Perguntou-se ao Mosta se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Alvos de mercado

O Sirens pergunta por Silas Alfred

Uma sondagem ao Hibernians para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Em resumo

Edições anteriores
52 Edição

A Gazeta de Sirens

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Cain Attard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador faz de Cain Attard um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Carlos Chabá desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Gean Junior bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sirens, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

A conversa sobre Gean Junior não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sirens sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Mercado

Sirens colocam Flávio no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Flávio pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

51 Edição

A Gazeta de Sirens

19/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O escrutínio aperta no Sirens

Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Sirens está a esgotar-se.

Mercado

Ryan Caruana acerta condições com o Zurrieq

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sirens já se começa a dizer o nome dele no passado.

Plantel

Flávio tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sirens lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Umut Habil em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sirens coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Aperta-se o cinto no Sirens

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Alvos de mercado

Porta fechada: Jan Busuttil fica onde está

O Sirens perguntou e o Birkirkara disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

O banco

Não há esconderijo para Fábio Ximenes

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fábio Ximenes, e o treinador deixou.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Chabá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Roni Santos está em marcha

O Sirens já telefonou ao Birkirkara. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Em resumo

48 Edição

A Gazeta de Sirens

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Alan Schembri Wismayer põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sirens, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Umut Habil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Chabá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Matteo Gambin

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Gambin, e o treinador deixou.

Plantel

Matteo Gambin: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sirens terá de responder com minutos ou com uma transferência.

O banco

Adrian Caruana pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

47 Edição

A Gazeta de Sirens

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Sirens

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Direção

Sirens a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Sirens.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Sirens pergunta por Jamie Wähling

Uma sondagem ao Hibernians para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Mercado

Joel Quist apontado a uma saída

O nome de Joel Quist não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Sirens nada diz, o que já diz muito.

Mercado

Adrian Caruana deixa correr o contrato

Faltam 5 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Sirens.

Plantel

Henrique Salomoni continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Sirens admitiria. Nota-se aos sábados.

Plantel

Leo Di Martino mete-se na língua

A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.

Plantel

Flávio começa a adaptar-se ao Sirens

A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.

Em resumo

46 Edição

A Gazeta de Sirens

14/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Flávio põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sirens, e não vai ser retirado.

Plantel

Thiago Nonato quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sirens ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Alvos de mercado

Porta fechada: Roni Santos fica onde está

O Sirens perguntou e o Birkirkara disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Os salários engolem 114% das receitas do Sirens

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

Mercado

Um trampolim, não uma casa, para Alessandro Casile

Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Sirens devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Jan Busuttil está em marcha

O Sirens já telefonou ao Birkirkara. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Alvos de mercado

Um empréstimo de João Victor está em marcha

O Sirens já telefonou ao Mosta. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Plantel

Não há lugar para Jean Borg no desenho novo

Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sirens joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.

Em resumo

43 Edição

A Gazeta de Sirens

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Sirens

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Direção

Sirens a fazer contas

As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Sirens.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Gary Camilleri em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sirens coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Ryan Mercieca um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Fábio Ximenes bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fábio Ximenes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

A conversa sobre Carlos Chabá não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sirens sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

Martin Annunziata continua sem se adaptar

Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Sirens gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.

Plantel

Aulas marcadas para Umut Habil no Sirens

Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.

Em resumo

  • O banco O treinador crava a sua bandeira em Flávio
  • Jogo Meio da tabela, e o Sirens sabe-o
42 Edição

A Gazeta de Sirens

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Flávio pede para sair do Sirens

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Ryan Mercieca guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sirens pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Flávio tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sirens lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Carlos Chabá desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Direção

Em Sirens, 126% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

O banco

O treinador faz de Adrian Caruana um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Leo Di Martino esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Flávio pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Umut Habil recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Umut Habil assinar alguma coisa — um contrato no Sirens ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

41 Edição

A Gazeta de Sirens

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Troca de palavras no Sirens

Umut Habil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Leo Di Martino assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Leo Di Martino e o Sirens acertam mais 3 anos.

O banco

Umut Habil é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Umut Habil está nela.

O banco

Flávio bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sirens, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

O treinador faz de Pavel Gritsun um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A pergunta sobre Joel Quist persegue o Sirens

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Quist. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Chega concorrência para Carlos Chabá

Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Sirens não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.

Mercado

Sirens garante Leo Di Martino sem gastar nada

Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Leo Di Martino chega ao Sirens com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.

Em resumo

40 Edição

A Gazeta de Sirens

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O Sirens soletra tudo a Giovanni Calleja

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Giovanni Calleja treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Plantel

Joel Quist entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sirens estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Plantel

Martin Annunziata assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Martin Annunziata compromete-se com o Sirens por mais 3 anos.

Plantel

Martin Annunziata não encaixa no Sirens

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Mercado

A pergunta sobre Thiago Nonato persegue o Sirens

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Thiago Nonato. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Flávio está na montra

O Sirens fez saber ao mercado que Flávio está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.

Em resumo

38 Edição

A Gazeta de Sirens

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Fim de época: 9.º lugar para o Sirens

O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 40 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.

Notas dos jogadores

Gean Junior marca duas vezes — 8.66

Dois golos e um 8.66 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

Cain Attard em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sirens coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Hafiz Mohammed Akadom encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Chabá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Direção

Os salários levam 142% do que Sirens recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Fábio Ximenes

Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Jogo

Sirens cumpre diante do Vittoriosa Stars

Um 2‑0 sobre o Vittoriosa Stars, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Não há esconderijo para Flávio

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Flávio, e o treinador deixou.

Em resumo

  • Notas dos jogadores O jogo passou por Fábio Ximenes — 7.58
  • O banco A vista do banco
  • O banco Umut Habil bate à porta do treinador
36 Edição

A Gazeta de Sirens

05/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

O Sirens soletra tudo a Giovanni Calleja

O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Giovanni Calleja treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.

Mercado

Flávio pede para sair do Sirens

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

As defesas já dobram a marcação a Joel Quist

25 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.

Plantel

O salto de Umut Habil é a sério

Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

O banco

Joey Reno Vella: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Sirens nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Carlos Chabá quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sirens sabem-no.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Carlos Chabá está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Umut Habil ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Sirens e Zebbug Rangers levam um ponto cada

Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

Em resumo

33 Edição

A Gazeta de Sirens

15/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Umut Habil

Houve 8 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Plantel

Joel Quist vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.42 na época, com 24 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Plantel

Flávio tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sirens lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Carlos Chabá desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Umut Habil

Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Notas dos jogadores

Flávio fecha a porta

Ações defensivas: 20, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.

Jogo

Sirens despacha o Santa Lucia

Três pontos para o Sirens: um 1‑0 diante do Santa Lucia num duelo decidido por pormenores.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Giovanni Calleja, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

O banco

Umut Habil tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Sirens dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

32 Edição

A Gazeta de Sirens

08/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Adrian Caruana lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Hafiz Mohammed Akadom

Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Carlos Chabá estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Charles Yemi Oderinde esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Sirens fica aquém diante do Mtarfa

O Mtarfa levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

Flávio ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Pavel Gritsun tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Sirens lida com um homem que quer outro país.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Giovanni Calleja saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Antevisão

Ryan Caruana regressa para defrontar o Santa Lucia

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ryan Caruana: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Sirens a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

20 Edição

A Gazeta de Sirens

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Adrian Caruana fora por 100 dias

100 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sirens perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Plantel

Carlos Chabá desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Tarde má para o Sirens diante do Zebbug Rangers

1‑2 para o Zebbug Rangers, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Não há esconderijo para Umut Habil

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Umut Habil, e o treinador deixou.

Jogo

Joel Quist responde de imediato ao Zebbug Rangers

Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Joel Quist pôs o Sirens de novo em igualdade em 3 minutos, e o Zebbug Rangers nunca chegou a jogar com vantagem.

Notas dos jogadores

Joel Quist foi a diferença para o Sirens

Avaliado com 7.79. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Giovanni Calleja saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Flávio

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Notas dos jogadores

Charles Yemi Oderinde estava imparável

Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Uma tarde que Flávio vai querer de volta
  • O banco Não há lugar no plano para Umut Habil
  • Mercado A pergunta sobre Joel Quist persegue o Sirens
18 Edição

A Gazeta de Sirens

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Adrian Caruana

114 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sirens perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Plantel

Cain Attard em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sirens coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

6 jogos sem perder para o Sirens

Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 6 jogos sem derrota são uma base que o Sirens não tinha no outono.

Plantel

Carlos Chabá quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sirens sabem-no.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Flávio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Direção

Os salários levam 194% do que Sirens recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Notas dos jogadores

Alan Schembri Wismayer mandou no meio-campo — 6.89

Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 11 ações combinadas e uma nota de 6.89, e nenhuma delas entrará num resumo.

Notas dos jogadores

Charles Yemi Oderinde encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Joel Quist

7.91, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Sirens tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

Em resumo

17 Edição

A Gazeta de Sirens

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Andrew Mallia pede para sair do Sirens

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Sirens neste momento

3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Notas dos jogadores

Hafiz Mohammed Akadom estava imparável

Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Cain Attard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Flávio desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Joel Quist faz a diferença pelo Sirens contra o Mtarfa

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Joel Quist. 1‑0 sobre o Mtarfa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

Joel Quist foi a diferença para o Sirens

Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.

Emprestados

Mark Buttigieg já viu o suficiente de Hamrun Spartans

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sirens, e 3 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Giovanni Calleja foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

Em resumo

16 Edição

A Gazeta de Sirens

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Ryan Caruana guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sirens pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Sirens

Umut Habil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Giuseppe Bonanno ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A pergunta sobre Flávio persegue o Sirens

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Flávio. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Fábio Ximenes continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Sirens admitiria. Nota-se aos sábados.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Sirens e Joey Reno Vella

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sirens, mais uma semana sem a assinatura de Joey Reno Vella.

Em resumo

15 Edição

A Gazeta de Sirens

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Flávio desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Um desentendimento no Sirens

Gary Camilleri e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Joel Quist leva o Sirens a superar o Zurrieq

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Joel Quist: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Sirens.

O banco

Não há esconderijo para Matteo Gambin

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matteo Gambin, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Joel Quist

Uma nota de 7.96, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Plantel

No Sirens ainda são estranhos uns para os outros

5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Plantel

Joey Reno Vella assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Joey Reno Vella e o Sirens acertam mais 2 anos.

O banco

Um Giovanni Calleja satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Giovanni Calleja podia dar-se ao luxo de ser generoso.

O banco

Umut Habil tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Sirens dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

14 Edição

A Gazeta de Sirens

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Notas dos jogadores

Joel Quist marca duas vezes — 9.10

Dois golos e um 9.10 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

6 defesas: Umut Habil foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Jogo

Acaba a seca do Sirens

8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Balzan foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.

Plantel

Fábio Ximenes assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Fábio Ximenes compromete-se com o Sirens por mais 3 anos.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Flávio estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Joel Quist leva o Sirens a superar o Balzan

Terminou 2‑1, e a tarde foi de Joel Quist: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Sirens.

Direção

Os salários engolem 194% das receitas do Sirens

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

As bancadas

Um dos seus: Hafiz Mohammed Akadom

Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

O treinador faz de Adrian Caruana um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

12 Edição

A Gazeta de Sirens

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

7 jogos sem vencer para o Sirens

A série chega a 7 e as perguntas em torno do Sirens já não são delicadas.

Plantel

Umut Habil segura o Sirens sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Plantel

Flávio desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Giovanni Calleja não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sirens também ninguém o escondia.

O banco

A falta de forma apanha Adrian Caruana

Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.

Jogo

Sirens fica em branco frente ao Birzebbuga St. Peter's

As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Birzebbuga St. Peter's defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.

O banco

Não há lugar no plano para Umut Habil

O treinador queria outro perfil para este adversário, o que é uma razão de futebol a sério e nenhuma consolação. Não fez nada de errado, e não jogou.

Antevisão

Ryan Caruana regressa para defrontar o Melita

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ryan Caruana: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Sirens a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Mercado

A pergunta sobre Gean Junior persegue o Sirens

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Gean Junior. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

11 Edição

A Gazeta de Sirens

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Andrew Mallia põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sirens, e não vai ser retirado.

Plantel

Um desentendimento no Sirens

Cain Attard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Um dos nossos: Martin Cutajar junta-se à equipa principal do Sirens

Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Martin Cutajar é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.

Mercado

Timothy Xuereb sobe da formação do Sirens

Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Timothy Xuereb está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.

Plantel

No Sirens ainda são estranhos uns para os outros

7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Sirens

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thiago Nonato estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O Sirens cumpre a palavra dada a Charles Yemi Oderinde

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

Umut Habil tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Sirens dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Não há esconderijo para Lawrence Scerri

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lawrence Scerri, e o treinador deixou.

Em resumo

10 Edição

A Gazeta de Sirens

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Umut Habil segura o Sirens sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Jogo

Sirens despede-se da taça

O Marsaxlokk segue em frente e o Sirens vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Jogo

A espera do Sirens continua

Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Cain Attard em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sirens coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Aperta-se o cinto no Sirens

As contas estão a ser lidas com mais atenção do que os resultados. Salários antes de ambição é a ordem do dia, e o treinador já foi informado.

Jogo

Sirens fica aquém diante do Fgura United

O Fgura United levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.

Direção

Os salários engolem 229% das receitas do Sirens

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Umut Habil

Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

O banco

Flávio ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

9 Edição

A Gazeta de Sirens

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Não se vê o fim da espera do Sirens por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sirens tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Sirens

Umut Habil esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Notas dos jogadores

Gean Junior encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Nenhuma baliza a zero à vista para o Sirens

Já vão 4 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.

Jogo

Tarde má para o Sirens diante do Pieta Hotspurs

1‑2 para o Pieta Hotspurs, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Não há esconderijo para Umut Habil

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Umut Habil, e o treinador deixou.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Charles Yemi Oderinde está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Flávio não encaixa no Sirens

O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.

Plantel

Carlos Chabá quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sirens ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Em resumo

  • Emprestados Karl Cutajar quer voltar para casa
  • O banco O veredicto do treinador
  • Antevisão Um reencontro para Matteo Gambin
8 Edição

A Gazeta de Sirens

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Sirens desfeito em campo

2‑5 para o Swieqi United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.

Notas dos jogadores

Gean Junior marca duas vezes — 8.19

Dois golos e um 8.19 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

Flávio assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Flávio e o Sirens acertam mais 3 anos.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sirens e do Swieqi United por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Plantel

Palavras no treino do Sirens sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Flávio está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

As bancadas

Os adeptos do Sirens encontraram um ídolo em Gean Junior

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Gean Junior tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Mercado

Um trampolim, não uma casa, para Flávio

Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Sirens devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.

Plantel

O sistema deixou Gean Junior para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Sirens vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Direção

Ninguém saiu depressa do balneário de Sirens

A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.

Em resumo