79 dias de fora para Jamil Siebert depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Tommy Setford esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o IFK Mariehamn fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Pyry Mentu. A resposta do Hamburger SV não mudou — para já.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcel Wober, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hamburger SV lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jofre Carreras está nela.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Interim Coach depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores28/02/2033
Um golo de defesa dá a vitória ao Hamburger SV — 7.93
1 para Sergi Altimira, avaliado com 7.93, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Jogo26/02/2033
O Hamburger SV torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tomás Palacios quer futebol continental; se o Hamburger SV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Leon-Oumar Wechsel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/02/2033
Demasiada mudança demasiado depressa no Hamburger SV
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Eintracht Frankfurt seguiu em frente, Alexander Røssing-Lelesiit apresenta-se de volta no Hamburger SV, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$220.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Nürnberg pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Malik Pimpong. 1‑0 sobre o Karlsruher SC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Daniel Svensson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Christos Mouzakitis acertou condições com o Schalke 04 para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Werder Bremen; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Jogo22/01/2033
Ninguém quer jogar contra o Hamburger SV neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta do SV Elversberg por Alexander Røssing-Lelesiit foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A perseguição a Marcel Wober terminou com $1.3M a mudar de mãos e o Köln sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Hamburger SV foi ao Nürnberg com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Malik Pimpong marcou ao minuto 86, o Darmstadt 98 já pensava na viagem de regresso, e o Hamburger SV levou tudo.
Jogo08/01/2033
Ninguém quer jogar contra o Hamburger SV neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Hamburger SV perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hamburger SV perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Loïc Alvarez Fernandez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yanis Massolin quer futebol continental; se o Hamburger SV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Simakan, e o treinador deixou.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hamburger SV perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel13/12/2032
17 dias de fora para Morgan Bokélé depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Tomás Palacios marcou, foi avaliado com 7.80 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Daniel Svensson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Vejo todos os jogos do Hamburger SV daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sion segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Martin Hartmann lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
23 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Plantel29/11/2032
31 dias de fora para Morgan Bokélé depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tim Janisch será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Plantel29/11/2032
Uma transferência que Marten Winkler teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Marten Winkler está a viver essa versão no Hamburger SV, e costuma notar-se no primeiro mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Malik Pimpong. 1‑0 sobre o Magdeburg, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malik Pimpong, e o treinador deixou.
Federico Ragnoli Galli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Malik Pimpong
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Daniel Svensson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Em resumo
O bancoTommy Setford pede uma conversa com o treinador
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hamburger SV vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Alexi Pitu pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jofre Carreras estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Yanis Massolin. 3‑1 sobre o St. Pauli, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Karlsruher SC seguiu em frente, Alexander Røssing-Lelesiit apresenta-se de volta no Hamburger SV, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção06/09/2032
O Hamburger SV fecha o mercado com um plantel feito por si
23 entradas e 36 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Daniel Svensson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tomás Palacios quer futebol continental; se o Hamburger SV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jofre Carreras estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Finn Dahmen fica onde está
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 89 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
O Hamburger SV e o Schalke 04 acertaram em $1.5M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do SV Elversberg por Alexander Røssing-Lelesiit foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaio Eduardo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jofre Carreras estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hamburger SV ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O Hamburger SV e o Eintracht Frankfurt acertaram em $2.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hamburger SV fez a parte difícil com o Hannover 96, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arnau Puigmal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$180.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Schalke 04 pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Mais um nome na lista: o Union Berlin fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Kaio Eduardo. A resposta do Hamburger SV não mudou — para já.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yanis Massolin quer futebol continental; se o Hamburger SV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Daniel Svensson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/05/2032
Marcel Beifus consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Marcel Beifus acabou de assinar pelo Hamburger SV e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel31/05/2032
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jofre Carreras está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mercado31/05/2032
Malik Pimpong regressa de um empréstimo que resultou
39 jogos e 8 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hamburger SV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Marcel Beifus no desenho novo
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
21 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel17/05/2032
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexander Røssing-Lelesiit está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hamburger SV lida com um homem que quer outro país.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Millwall coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Millwall sabem-no.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Abdo Yehia tem a sua resposta do Millwall; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brandon Petersen tem 38 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nuuradiin Mahamuud Abdi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Néhémie Lurika apontou a data.
Em resumo
PlantelZach Jeacock passou a ter companhia no lugar
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Millwall está a esgotar-se.
Direção03/05/2032
o treinador tem até à próxima reunião da direção
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Millwall toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 53 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Millwall ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.93 para o resto.
Plantel03/05/2032
Stephen Mfuni desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo29/03/2032
Para o Hamburger SV, cada ponto é agora uma discussão
Posição 16 e 21 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Mason Greenwood esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hamburger SV lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel29/03/2032
Jofre Carreras desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kaio Eduardo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Emprestados7 golos por empréstimo para Malik Pimpong
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Millwall ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel15/03/2032
Palavras no treino do Millwall sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stephen Mfuni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Charlie McNeill, e o treinador deixou.
2 golos em vinte minutos com Malik Pimpong no meio de tudo, e o Cardiff City sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Suleiman Osman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nota 7.97 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Millwall, o melhor em campo era deles.
O banco15/03/2032
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Interim Coach foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Charlie McNeill será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Millwall as despedidas começaram em silêncio.
Mark Sykes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/03/2032
Uma transferência que Stan Troch teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Stan Troch está a viver essa versão no Millwall, e costuma notar-se no primeiro mês.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Malik Pimpong. 1‑0 sobre o Derby County, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Millwall ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Millwall ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel23/02/2032
Stephen Mfuni desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malik Pimpong, e o treinador deixou.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.96, e nenhuma delas entrará num resumo.
Suleiman Osman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Néhémie Lurika será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Millwall as despedidas começaram em silêncio.
Billy Mitchell e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/12/2031
Palavras no treino do Millwall sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stephen Mfuni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Víctor Mollejo, e o treinador deixou.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um 1‑0 sobre o Bolton Wanderers, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Disseram uma coisa a Víctor Mollejo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
26 dias de fora para Nathan Ward depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Millwall vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Millwall coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/10/2031
Stephen Mfuni desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 36 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Néhémie Lurika será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Millwall as despedidas começaram em silêncio.
Mark Sykes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Millwall sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stephen Mfuni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Víctor Mollejo tem a sua resposta do Millwall; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel29/09/2031
David Scott consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David Scott acabou de assinar pelo Millwall e, por uma vez, a resposta importava.
Malik Pimpong marcou, e pouco mais correu bem: 2‑3 para o Stoke City, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel29/09/2031
Stephen Mfuni desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Valgeir Valgeirsson tem a sua resposta do Millwall; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco29/09/2031
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Tem 20 anos e ninguém em Millwall o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
A proposta seguiu esta semana para o Sheffield United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Billy Mitchell marcou, foi avaliado com 7.72 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Direção01/09/2031
Fecha o mercado: 28 entradas, 23 saídas no Millwall
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 28, saíram 23, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta do Milton Keynes Dons por Kornel Miściur foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Stephen Mfuni esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Blackburn Rovers. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
O Millwall perguntou e o Aston Villa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Millwall ofereceu $3.0M; o Huddersfield Town disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Millwall ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ipswich Town fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mark Sykes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stephen Mfuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hamburger SV já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hamburger SV, e não vai ser retirado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do SV Elversberg por Diego Luna foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta seguiu esta semana para o Mainz 05, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Sebastian Szymański e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/08/2031
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Derrick Köhn está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Millwall perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Blackburn Rovers aceitou o dinheiro. O que o Millwall ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Millwall está a esgotar-se.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Adham Hamed será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Millwall as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Adham Hamed pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Millwall coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Manchester United não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.1M por Yuel Helafu, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Millwall ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Millwall, e não vai ser retirado.
O Millwall ofereceu $600.0K; o Norwich City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Millwall coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tottenham fica com o seu homem, e o Millwall volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Valgeir Valgeirsson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o First Vienna à espera com uma camisola. No Hamburger SV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hamburger SV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Wolverhampton por Jovon Makama foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hamburger SV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel16/06/2031
Palavras no treino do Hamburger SV sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Svensson está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sebastian Szymański e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayern Munich fica com o seu homem, e o Hamburger SV volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel16/06/2031
Demasiada mudança demasiado depressa no Hamburger SV
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hamburger SV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 102 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Lechia por Malik Pimpong foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hamburger SV podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Bondo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hamburger SV as despedidas começaram em silêncio.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Borussia Dortmund fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hamburger SV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daniel Svensson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.