Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Pedro Villalba será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universidad Catolica as despedidas começaram em silêncio.
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Ayunta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Pietro Tavares quer futebol continental; se o Universidad Catolica o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universidad Catolica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universidad Catolica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Ayunta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Universidad Catolica, e 0 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universidad Catolica lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universidad Catolica pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Franco Ayunta quer futebol continental; se o Universidad Catolica o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nota de 7.89. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Em resumo
PlantelEsteban Calderón desentende-se com um colega por causa das exigências
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Emiliano Ramos no seu melhor
Notas dos jogadoresEmiliano Viveros jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universidad Catolica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel21/02/2033
Franco Ayunta desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Universidad Catolica sabem-no.
O Universidad Catolica não queria esta conversa e está a tê-la na mesma. Um treinador cobiçado lá fora é um treinador cuja próxima renovação acabou de ficar mais cara.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universidad Catolica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Universidad Catolica pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universidad Catolica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/02/2033
Esteban Calderón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Deportes La Serena vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Federico Rodríguez pré-acordou a mudança para o Universidad Catolica, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jhan Blandón quer futebol continental; se o Universidad Catolica o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Universidad Catolica, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ariel Torres acertou condições com o Ñublense para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Ayunta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universidad Catolica lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Universidad Catolica, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universidad Catolica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Felipe Ogaz acertou condições com o Universidad de Chile para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tomás Valentukonis quer futebol continental; se o Universidad Catolica o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Pietro Tavares está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Universidad Catolica dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ariel Torres treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Esteban Calderón. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Emiliano Viveros não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Universidad Catolica ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Esteban Calderón estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Universidad Catolica volta a uma lista com um nome riscado.
O banco17/01/2033
Santiago Quiros tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Universidad Catolica dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
5.º lugar com 52 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
O Universidad Catolica tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no San Lorenzo, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universidad Catolica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yan Marmolejo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universidad Catolica as despedidas começaram em silêncio.
O Universidad Catolica ofereceu $480.0K; o Huachipato disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Franco Ayunta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Universidad Catolica perguntou e o Barcelona disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universidad Catolica lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Marcos Gauna não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déron Payne será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universidad Catolica as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Universidad Catolica lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Botafogo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não há pior forma de perder um futebolista. Déron Payne pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Universidad Catolica ofereceu $550.0K; o Palestino disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Ayunta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
0‑1, e o Tigre segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 47 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Estudiantes perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Estudiantes ofereceu $30.7M; o River Plate disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Estudiantes pagou $7.7M por Kevin Mantilla, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Instituto, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Güemes à espera com uma camisola. No Instituto ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O San Telmo aceitou o dinheiro. O que o Instituto ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Facundo Infante e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Instituto volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Instituto sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Santiago Morning à espera com uma camisola. No Universidad Catolica ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Colo-Colo por Ariel Torres foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Coronel será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Universidad Catolica as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Carlão pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Universidad Catolica coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Coronel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Santiago Quiros e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Perguntou-se ao Estudiantes se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Estudiantes falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
27 golos em 34 jogos no Barracas Central — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Estudiantes ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gonzalo Requena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mikel Jauregizar está nela.
A primeira derrota em 14 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Instituto; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Estudiantes ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Taty Castellanos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém quer jogar contra o Estudiantes neste momento
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Vitória por 2‑0 sobre o Newell's Old Boys, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Leonel Bucca será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Estudiantes as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gonzalo Morales será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Estudiantes as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes podem fingir não ter ouvido.
Lautaro Millán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Taty Castellanos. 2‑0 sobre o Newell's Old Boys, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gonzalo Requena estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes já se começa a dizer o nome dele no passado.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.75, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo31/07/2032
Ninguém quer jogar contra o Estudiantes neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta do Flandria por Tomás Belmonte foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Milton Delgado esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Emprestados02/08/2032
Os golos continuam a chegar do exílio de Martín Campos
17 golos em 31 jogos no Sacachispas — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Estudiantes foi ao Athletic Bilbao com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Estudiantes perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes, e não vai ser retirado.
O River Plate queria mais do que $31.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
38 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Estudiantes ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$87.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Athletic Bilbao pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Estudiantes e o Betis acertaram em $6.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Verba acordada, salário acordado, e o San Martín SJ à espera com uma camisola. No Estudiantes ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Tigre, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Estudiantes falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Estudiantes pagou $6.1M por Gonzalo Requena, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gonzalo Requena agiu, no Estudiantes, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Belgrano à espera com uma camisola. No River Plate ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Pantera acabou de assinar pelo River Plate e, por uma vez, a resposta importava.
O negócio com o Newell's Old Boys está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do River Plate já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lautaro Di Lollo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no River Plate as despedidas começaram em silêncio.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» River Plate nada responderam, o que também é uma resposta.
Notas dos jogadores19/04/2032
Um golo de defesa dá a vitória ao River Plate — 7.48
1 para Gonzalo Requena, avaliado com 7.48, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
7.81, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Souza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A primeira derrota em 7 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Argentinos Juniors; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Dylan Aquino e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Instituto falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Instituto perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Instituto, e não vai ser retirado.
A proposta do Platense por Agustín Alastra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel15/12/2031
Palavras no treino do Instituto sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Cardozo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Lorenzo fica com o seu homem, e o Instituto volta a uma lista com um nome riscado.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Belgrano perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Belgrano perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belgrano, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Juan Villagra será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Belgrano foi ao Lanús com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel15/12/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Luis Ingolotti fica onde está
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Belgrano perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Flandria tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Villa Dálmine à espera com uma camisola. No Belgrano ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Lorenzo fica com o seu homem, e o Belgrano volta a uma lista com um nome riscado.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Belgrano perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marino Hinestroza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco01/12/2031
Lucas Videla tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Belgrano dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
1‑4, e o Boca Juniors segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 119 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/11/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresRomán Tapia passa por eles um de cada vez
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Belgrano
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 128 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nehemías Portillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexis Maldonado, e o treinador deixou.
Plantel17/11/2031
Juan Caggiano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Franco Rami não desaparece
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Belgrano perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belgrano, e não vai ser retirado.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/11/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Belgrano, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Román Tapia está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ramiro Buratti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/11/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Caggiano estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.37. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Caggiano, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/10/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Batido 5 vezes, com 5 defesas por companhia. Os guarda-redes carregam estes resultados no currículo seja de quem for a culpa, e essa é a injustiça silenciosa do ofício.
Ninguém no Belgrano dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Franco Rami não desaparece
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/10/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nehemías Portillo, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Román Tapia está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ramiro Buratti. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Atlético Tucumán segurou a vantagem 2 minutos, que não chega para a desfrutar. O Belgrano respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.78 na ficha, e os adeptos do Belgrano saíram a repetir um nome.
Plantel06/10/2031
Juan Caggiano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bautista Fernández será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
16 golos e uma média de 7.20 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marino Hinestroza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Franco Rami. 3‑1 sobre o Aldosivi, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nehemías Portillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/09/2031
Marino Hinestroza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Benjamín Borowik acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Belgrano substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Federico Bisanz tem a sua resposta do Belgrano; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Luis Alberto Gómez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Román Tapia, e o treinador deixou.
3 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Franco Rami não será o apontado, mas ninguém no Belgrano escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.99 para o resto.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Foi preciso Franco Rami marcar para trazer alguma coisa para casa: 3‑3 com o Independiente Rivadavia, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel08/09/2031
Palavras no treino do Belgrano sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marino Hinestroza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Belgrano têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Belgrano, mais uma semana sem a assinatura de Alexis Maldonado.
Segue-se o Independiente Rivadavia, e há um homem no balneário do Belgrano que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O Banfield vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Belgrano foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Marino Hinestroza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Luis Alberto Gómez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Plantel25/08/2031
Palavras no treino do Belgrano sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. João Gabriel está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Belgrano vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belgrano, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/08/2031
Kayke Santos consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kayke Santos acabou de assinar pelo Belgrano e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel18/08/2031
Palavras no treino do Belgrano sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marino Hinestroza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Belgrano, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Thiago De Bellis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Instituto vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Miguel González pré-acordou a mudança para o Belgrano, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O Belgrano perguntou e o River Plate disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Palavras no treino do Belgrano sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alexis Maldonado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Belgrano ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franco Rami e o Belgrano acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Comunicaciones vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Francisco Delgado pré-acordou a mudança para o Belgrano, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.6M do que o Belgrano pagou por Benjamín González é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O negócio que levaria Lucas Passerini para o Estudiantes caiu na fase final e ele reapresenta-se no Belgrano com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nehemías Portillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Belgrano as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Verba acordada, salário acordado, e o Rosario Central à espera com uma camisola. No Belgrano ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Belgrano sabe dizer em que semana.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Villa Dálmine tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Belgrano perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não há pior forma de perder um futebolista. Juan Villagra pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Belgrano perguntou e o Boca Juniors disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Lautaro Rivero está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Belgrano já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Rosario Central seguiu em frente, Bautista Fernández apresenta-se de volta no Belgrano, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alcides Benítez e o Belgrano acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Lorenzo fica com o seu homem, e o Belgrano volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Belgrano já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Tobías Astorga não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$100.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Excursionistas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Belgrano perguntou e o Alianza Lima disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
0‑3, e o Estudiantes segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Belgrano já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Flandria por Benjamín González foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Belgrano fez a parte difícil com o Deportivo Laferrere, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
0‑0 chega. A um jogo de tudo aquilo para que a época serviu — a maior manhã que um clube pode ter sem ter ganho nada, e que qualquer adepto assinaria já assim mesmo.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Belgrano já se começa a dizer o nome dele no passado.
O telefone voltou a tocar por causa de Benjamín González, e desta vez do outro lado está o Flandria. No Belgrano ouvem com educação e não prometem nada.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O River Plate fica com o seu homem, e o Belgrano volta a uma lista com um nome riscado.
1‑0 resolve, e um clube que passou uma época a ganhar o direito de jogar estes jogos ganhou um deles. Esta noite acabou a época de outro, que é a parte que ninguém menciona nos festejos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Belgrano já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Godoy Cruz por Yoel Marchi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Belgrano fez a parte difícil com o Alianza Lima, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Belgrano perguntou e o San Lorenzo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A eliminatória está fechada e do lado certo. 1‑0 esta noite, um balneário que não vai descer durante dia e meio, e uma ronda seguinte em que ninguém pensou ainda.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Juan Pablo Nazario está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Caballero, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martín Úbeda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e João Gabriel estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/05/2031
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Belgrano
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Marino Hinestroza foi o melhor de qualquer um deles.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Julián Nuñez está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Alcides Benítez marcou, foi avaliado com 7.96 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Belgrano coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 ações combinadas e 6.95. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
A enfermaria confirma 31 dias de paragem para Carlos Alberto Arce, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
O banco12/05/2031
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Luis Alberto Gómez foi breve depois da vitória por 4‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Plantel12/05/2031
João Gabriel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gonzalo Requena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Belgrano disse a Marino Hinestroza que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Belgrano terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A primeira derrota em 12 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o River Plate; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Gonzalo Requena e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Gonzalo Requena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Belgrano não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Belgrano, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelJoão Gabriel desentende-se com um colega por causa das exigências