14 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Coritiba perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Coritiba volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Joaquín Lavega tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Mais um nome na lista: o Independência fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Khensane. A resposta do Coritiba não mudou — para já.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Coritiba sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Khensane lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Coritiba foi ao Grêmio com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.73 ao lado do nome.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel17/05/2027
Jacy Maranhão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Thalisson Gabriel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Coritiba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Treze segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Paulo Tavares depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco17/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rodrigo Rodrigues
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.13 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Plantel10/05/2027
Jacy Maranhão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um ponto arrancado aos 94 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
“Vejo todos os jogos do Coritiba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Capital segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
Notas dos jogadoresBreno Lopes encarou-os todo o jogo
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Coritiba lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Coritiba sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jacy Maranhão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Coritiba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Guarani segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Felipe Aguirre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Coritiba, e 0 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brandão, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matheus Bianqui assinar alguma coisa — um contrato no Coritiba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Coritiba, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Coritiba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Coritiba sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bruno Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Coritiba, e 0 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Tiago Cóser quer futebol continental; se o Coritiba o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
“Vejo todos os jogos do Coritiba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Treze segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Bruno Melo compromete-se com o Coritiba por mais 2 anos.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Coritiba sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jacy Maranhão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Coritiba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Coritiba, e 0 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jacy Maranhão estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Felipe Aguirre e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Vejo todos os jogos do Coritiba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Capital segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Matheus Bianqui assinar alguma coisa — um contrato no Coritiba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Palavras no treino do Coritiba sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jacy Maranhão está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Thalisson Gabriel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Khensane e o Coritiba acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel25/01/2027
Bruno Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vítor Martinelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thalisson Gabriel tem a sua resposta do Coritiba; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Coritiba terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Federico Sellecchia está a viver essa versão no Coritiba, e costuma notar-se no primeiro mês.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel11/01/2027
Jacy Maranhão desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Coritiba perguntou e o Santos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O relógio fez o que o Criciúma não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Faltam 48 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Breno Lopes. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O veredicto de uma época sobre JP Chermont: o melhor da sua idade
O Coritiba tem um jogador de 20 anos que a divisão acabou de eleger o seu melhor jovem. O próximo problema do clube é que agora toda a gente também sabe.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Coritiba perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Coritiba pagou $3.7M por Marco Antônio, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O Athletico Paranaense não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.2M por Felipe Aguirre, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Marco Antônio agiu, no Coritiba, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A verba é $620.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Goianésia negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jonathan Rodríguez e o Coritiba acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Brandão agarrou este contra o Operário-MS. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Coritiba.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Coritiba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Brandão tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nota 8.40 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
Notas dos jogadores17/08/2026
Éberth jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.39. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel17/08/2026
Matheus Bianqui desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoA vista do banco
PlantelNão há lugar para Alan Pinheiro no desenho novo