31 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brisbane Roar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção20/08/2029
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Brisbane Roar
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Verba acordada, salário acordado, e o Melbourne Victory à espera com uma camisola. No Brisbane Roar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
As bancadas20/08/2029
Os adeptos organizam-se contra a direção do Brisbane Roar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
O Brisbane Roar perguntou e o Melbourne Victory disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel20/08/2029
Lachlan Wales desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Brisbane Roar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
O Western Sydney Wanderers está fora e o Brisbane Roar segue em frente, com um 0‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Brisbane Roar podem fingir não ter ouvido.
Plantel29/01/2029
31 dias de fora para Gavin Thomas depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Brisbane Roar vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Brisbane Roar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Brisbane Roar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Brisbane Roar já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Sydney FC por Joe Lacey foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Harrison Devenish-Meares e o Brisbane Roar acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Sebit Ngor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Brisbane Roar perguntou e o Sydney FC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joel King tem a sua resposta do Brisbane Roar; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Brisbane Roar
JogoA meio da época: o Brisbane Roar está no 9.º lugar
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
24 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brisbane Roar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção16/10/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Brisbane Roar
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Jogo16/10/2028
Para o Brisbane Roar, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O banco16/10/2028
Austin Ayoubi reencontra um treinador com quem se desentendeu
Já trabalharam juntos e não acabou bem. Ninguém no Brisbane Roar espera que o novo treinador tenha esquecido, e Austin Ayoubi menos ainda.
Sebit Ngor e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/10/2028
Abram Mashele desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Zachary De Jesus, e o treinador deixou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Brisbane Roar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brisbane Roar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Brisbane Roar está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brisbane Roar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/09/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Brisbane Roar
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Brisbane Roar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Brisbane Roar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. George Asamoah está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A raiva no Brisbane Roar transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brisbane Roar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Direção21/08/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Brisbane Roar
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Jogo21/08/2028
Para o Brisbane Roar, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Brisbane Roar sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brisbane Roar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/08/2028
Palavras no treino do Brisbane Roar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Giorgos Vrakas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Sunusi Audu fica onde está
118 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brisbane Roar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção24/07/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Brisbane Roar
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Brisbane Roar podem fingir não ter ouvido.
Plantel24/07/2028
Giorgos Vrakas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Brisbane Roar perguntou e o Medeama disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sebit Ngor treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Para o Brisbane Roar, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
As bancadas29/05/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do Brisbane Roar
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Brisbane Roar está a esgotar-se.
Plantel29/05/2028
Giorgos Vrakas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lachlan Wales, e o treinador deixou.
3 jogos e 0 golos não são uma época: são um ano que alguém perdeu. Se a culpa é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do assunto é a discussão das próximas semanas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que James Durrington está nela.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Direção01/05/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Brisbane Roar
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Corban Piper esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/05/2028
Giorgos Vrakas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ginjiro Ikegaya, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Brisbane Roar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Para o Macarthur FC, cada ponto é agora uma discussão
Posição 11 e 23 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Kršlović será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Macarthur FC as despedidas começaram em silêncio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Macarthur FC pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Harry Politidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nathan Paull, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e James Durrington treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Para o Brisbane Roar, cada ponto é agora uma discussão
Posição 10 e 24 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
10.º lugar com 24 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Jogo01/04/2028
Não se vê o fim da espera do Brisbane Roar por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Brisbane Roar tem de arrancar um resultado de algum lado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brisbane Roar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Dean Bouzanis.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Brisbane Roar, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Austin Ayoubi
O bancoMeio satisfeito: David Rogers sobre o empate
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Giorgos Vrakas estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Noah Maieroni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Camagu Mdevulana e o Brisbane Roar acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do Brisbane Roar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Macarthur FC segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco06/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por David Rogers a uma sala que já as tinha ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Lachlan Wales no jogo grande
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Brisbane Roar já se começa a dizer o nome dele no passado.
Jogo22/01/2028
Não se vê o fim da espera do Brisbane Roar por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Brisbane Roar tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Leicester City fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel24/01/2028
Giorgos Vrakas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Macarthur FC, e não vai ser retirado.
Max Balard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Mussa Diallo sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ben Gibson estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Brisbane Roar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brisbane Roar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hosine Bility, e o treinador deixou.