César Huerta lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Radek Vítek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/12/2035
Igoh Ogbu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Héctor Ramírez agiu, no Leon, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 7.44 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Leon, o melhor em campo era deles.
O banco31/12/2035
Jeremías Lucco tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Leon dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco31/12/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gabriel Guardado não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Leon também ninguém o escondia.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Veracruz tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.63 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Direção23/07/2035
8 jogadores da formação sobem à equipa principal do Club America
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Club America perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Atlas tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Puebla vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Club America foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.69 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Club America, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $160.0K — um clube que quer Víctor López ao ponto de perguntar duas vezes.
Pablo Lara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Queretaro, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Club America sobre quem trabalha