Vitória por 5‑0 sobre o Avangard, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Nizhniy Novgorod; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 19 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Notas dos jogadores22/11/2032
Ruben Alte jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.30. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Ruben Alte e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresKirill Schetinin jogou uma tarde diferente da de toda a gente
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de CSKA Moscow
Marco Carnesecchi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
142 dias de fora para Dmitry Barinov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O CSKA Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do CSKA Moscow já se começa a dizer o nome dele no passado.
O CSKA Moscow foi ao Zenit com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O CSKA Moscow ofereceu $3.8M; o Zenit disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Milan Majstorović está a viver essa versão no CSKA Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Verba acordada, salário acordado, e o Angusht à espera com uma camisola. No Sochi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $220.0K do que o Sochi pagou por Joe Lewis é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faroukou Cissé será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Ruslan Bart foi-se, as contas têm $20.1M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Baltika, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Andrey Ivlev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelAlexandr Burkov consegue a transferência que sempre quis
PlantelPalavras no treino do Sochi sobre quem trabalha
Verba acordada, salário acordado, e o Baltika à espera com uma camisola. No CSKA Moscow ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel21/06/2032
151 dias de fora para Dmitry Barinov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O CSKA Moscow vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O CSKA Moscow e o Akhmat Grozny acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do CSKA Moscow, e não vai ser retirado.
O CSKA Moscow perguntou e o Sochi disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A camisola ainda lhe serve. Kirill Schetinin está de volta ao CSKA Moscow, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kirill Schetinin está a viver essa versão no CSKA Moscow, e costuma notar-se no primeiro mês.
Verba acordada, salário acordado, e o KAMAZ à espera com uma camisola. No Sochi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Yefim Dolgopolov está a viver essa versão no Sochi, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ural fica com o seu homem, e o Sochi volta a uma lista com um nome riscado.
O Torpedo Miass vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Dmitry Pavlov pré-acordou a mudança para o Sochi, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel21/06/2032
Artem Bykov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Georgy Tikhomirov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ignacio Saavedra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sochi joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sochi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sochi beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Georgy Tikhomirov e o Sochi acertam mais 4 anos.
Georgy Tikhomirov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/06/2032
Joe Lewis sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sochi, mais uma semana sem a assinatura de Joe Lewis.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Bart. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoRenat Golybin tornou-se um homem de confiança do treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faroukou Cissé será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sochi sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sochi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco31/05/2032
Elkín Morales tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sochi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Matvey Bardachev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gamid Agalarov, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sochi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sochi terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Matvey Bardachev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sochi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco17/05/2032
Samkelo Maseko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sochi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vincent Ibrahimović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sochi ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joe Lewis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ruslan Bart. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Posição 2, 93 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/05/2032
Ruslan Bart desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Karabashev, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joe Lewis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yaroslav Arbuzov, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduard Nesterov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Ruslan Bart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vincent Ibrahimović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sochi ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sochi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sochi sabem-no.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sochi, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Axel Gnapi Dable. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco12/04/2032
Renat Golybin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sochi dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
37 golos e uma média de 7.43 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 93 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/04/2032
Ruslan Bart desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
93 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ilan Hurtevent pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Segue-se o Ural, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vincent Ibrahimović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adrian Hansen, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
PlantelNo Sochi ainda são estranhos uns para os outros
Uma média de 7.43 na época, com 36 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
As regras permitem-no e dói na mesma. Valery Chupin acertou condições com o Dinamo Makhachkala para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Matvey Bardachev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sochi e do Torpedo Moscow por igual; os restantes divertiram-se imenso.
20 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Shinnik vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sochi foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Vincent Ibrahimović marcou, foi avaliado com 7.35 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo06/03/2032
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Sochi. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Não há pior forma de perder um futebolista. Aleksey Ovchinnikov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Akron fica com o seu homem, e o Sochi volta a uma lista com um nome riscado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Gavriil Lopatin passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
MercadoUm dos nossos: Denis Guzhvin junta-se à equipa principal do Sochi
Uma média de 7.42 na época, com 34 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Jogo28/02/2032
O Sochi torna a sua casa um sítio difícil de visitar
19 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A proposta do Orenburg por Axel Gnapi Dable foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Uma média de 7.40 na época, com 33 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.17 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Irkutsk ninguém diz, e no Sochi ninguém gosta de estar a adivinhar.
Matvey Bardachev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Sochi torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Orenburg tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta do Neftekhimik por Stanislav Topinka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Mercado16/02/2032
Tão perto: a transferência de Eduard Nesterov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Spartak Tambov seguiu em frente, Eduard Nesterov apresenta-se de volta no Sochi, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sochi perguntou e o Krasnodar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Faroukou Cissé será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há pior forma de perder um futebolista. Faroukou Cissé pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.46 na época, com 32 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sochi perguntou e o Krylya Sovetov disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Joe Lewis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matvey Urvantsev. 2‑0 sobre o Arsenal Tula, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
2 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Uma média de 7.44 na época, com 30 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O Sokol vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sochi foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
1 para Stanislav Topinka, avaliado com 7.75, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Nota de 7.99. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stanislav Topinka será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sochi sobre quem trabalha
60 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Sochi estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Notas dos jogadores05/01/2032
Roman Yezhov, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.02
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matvey Bardachev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matvey Urvantsev. 1‑0 sobre o Neftekhimik, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sanzhar Satanov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.46 na época, com 29 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Axel Gnapi Dable produziu-o, e o 8.77 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.86 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
7.95, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
As regras permitem-no e dói na mesma. Antonio Spagnoli acertou condições com o Spartak Moscow para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
27 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 15 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Axel Gnapi Dable. 1‑0 sobre o Chelyabinsk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A série sem derrotas chega aos 24 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Uma média de 7.41 na época, com 26 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sochi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 22 jogos sem derrota são uma base que o Sochi não tinha no outono.
Plantel01/12/2031
36 dias de fora para Fedot Lobanov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sochi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores01/12/2031
Roman Yezhov, 34 anos, faz recuar o relógio — 7.89
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Ural; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Matvey Bardachev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Vitória por 4‑1 sobre o Rodina, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Grigory Kurlov produziu-o, e o 8.45 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sanzhar Satanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Alexandr Osipov marcou, foi avaliado com 7.56 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/11/2031
Ruslan Bart desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikita Karabashev treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mikhail Ignatov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Torpedo Moscow com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Damián Barraco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Matvey Bardachev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
21 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Minuto 90. Matvey Urvantsev encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Spartak Kostroma passou do ponto ao nada num só movimento.
Jogo25/10/2031
Mais uma trazida de fora
8 seguidas na estrada para o Sochi. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sanzhar Satanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ruslan Bart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sochi ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sanzhar Satanov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joe Lewis, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sochi, mais uma semana sem a assinatura de Joe Lewis.
Plantel13/10/2031
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Sochi
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Axel Gnapi Dable foi o melhor de qualquer um deles.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.04 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Matvey Bardachev esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ruslan Bart estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
O bancoAlexey Mamin pede uma conversa com o treinador
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Damián Barraco pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikita Karabashev, e o treinador deixou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $56.7K do que o Sochi pagou por Denis Scherbitskiy é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
O negócio que levaria Joe Lewis para o Lokomotiv Moscow caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sochi com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Damián Barraco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Jogo13/09/2031
Mais uma trazida de fora
6 seguidas na estrada para o Sochi. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Matvey Bardachev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sochi perguntou e o Rostov disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel15/09/2031
Ruslan Bart desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Znamya Truda à espera com uma camisola. No Sochi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Direção08/09/2031
O Sochi fecha o mercado com um plantel feito por si
43 entradas e 9 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Matvey Bardachev e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orenburg fica com o seu homem, e o Sochi volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ruslan Bart está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sochi sabem-no.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sochi perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sanzhar Satanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sochi as despedidas começaram em silêncio.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Ignacio Saavedra marcou, foi avaliado com 7.90 e voltou antes de alguém dar pela falta.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sochi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Rostov por Ilja Dyatlov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sochi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Cherepovets à espera com uma camisola. No Sochi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Tver tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
7.19, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Semyon Gusev lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Sochi entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Plantel18/08/2031
31 dias de fora para Aymeric Ahmed depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sochi vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Notas dos jogadores18/08/2031
Roman Yezhov, 33 anos, faz recuar o relógio — 7.86
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Ruslan Bart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniil Martovoy produziu-o, e o 8.86 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Axel Gnapi Dable no seu melhor
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Shinnik à espera com uma camisola. No Sochi ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Ruslan Bart
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sochi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orenburg fica com o seu homem, e o Sochi volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sochi perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sochi perguntou e o Akron disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Sochi ofereceu $220.0K; o Rostov disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sochi ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel14/07/2031
Vitaly Shitov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sochi falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sochi a ouviu como outra coisa.
O Sochi foi ao Rostov com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Faroukou Cissé acabou de assinar pelo Sochi e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vincent Ibrahimović está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Matvey Urvantsev está em marcha
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sochi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Posição 15 e 22 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sochi já se começa a dizer o nome dele no passado.
Estava tudo acordado com o Rostov, e então o médico falou. O Sochi desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sochi perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sochi, e não vai ser retirado.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente no Sochi viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 33 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Lokomotiv Moscow fica com o seu homem, e o Sochi volta a uma lista com um nome riscado.
Mais um nome na lista: o Spartak Kostroma fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Stanislav Topinka. A resposta do Sochi não mudou — para já.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vitaly Shitov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Suleiman Nasiru tem a sua resposta do Sochi; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vladislav Samko, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vincent Ibrahimović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ruslan Bart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ilja Dyatlov continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sochi, mais uma semana sem a assinatura de Joe Lewis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jimmy Marín, e o treinador deixou.
Ruslan Bart e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aymeric Ahmed estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Murat Yshyk, e o treinador deixou.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sochi. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sochi ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sochi coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Akron vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Igor Orlikowski pré-acordou a mudança para o Sochi, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vincent Ibrahimović estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Suleiman Nasiru treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Sochi essa pergunta é mais difícil de responder.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Sochi está a esgotar-se.
Ruslan Bart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/05/2031
Ignacio Saavedra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O CSKA Moscow vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Artem Ponomarchuk pré-acordou a mudança para o Sochi, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sochi sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joe Lewis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ignacio Saavedra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.