O aperto de mão com o Manchester City está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
$3.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Southampton pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Jogo25/08/2035
Não se vê o fim da espera do Plymouth Argyle por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Plymouth Argyle tem de arrancar um resultado de algum lado.
Gabriel Ortelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Plymouth Argyle falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Plymouth Argyle e o Hull City acertaram em $6.9M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Plymouth Argyle, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o Plymouth Argyle volta a uma lista com um nome riscado.
O Plymouth Argyle foi ao Brighton com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Barnsley por Jacob James foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Gabriel Ortelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Harry Rodda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Stan Held tem a sua resposta do Plymouth Argyle; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Arkell Jude-Boyd será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
Mamadou Yero Doumbouya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/01/2035
Edvin Lukačević desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Accrington Stanley tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Gabriel Ortelli regressa a Plymouth Argyle com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Plymouth Argyle podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chelsea fica com o seu homem, e o Plymouth Argyle volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o Coventry City não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mamadou Yero Doumbouya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Plymouth Argyle, mais uma semana sem a assinatura de Arkell Jude-Boyd.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Plymouth Argyle
O Coventry City aceitou o dinheiro. O que o Plymouth Argyle ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Shrewsbury Town tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no West Ham United ninguém diz, e no Plymouth Argyle ninguém gosta de estar a adivinhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Plymouth Argyle, e não vai ser retirado.
O Plymouth Argyle perguntou e o Norwich City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.93 para o resto.
Direção04/09/2034
O Plymouth Argyle fecha o mercado com um plantel feito por si
21 entradas e 20 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joel Asomugha será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mamadou Yero Doumbouya e o Plymouth Argyle acertam mais 4 anos.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Hull City ninguém diz, e no Plymouth Argyle ninguém gosta de estar a adivinhar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Plymouth Argyle perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Plymouth Argyle podem fingir não ter ouvido.
O Plymouth Argyle foi ao Chelsea com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Mamadou Yero Doumbouya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Leeds United vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Bartol Kunert pré-acordou a mudança para o Plymouth Argyle, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Gabriel Ortelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Barnet vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Redman Evans pré-acordou a mudança para o Plymouth Argyle, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Plymouth Argyle. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vadim Tkachenko assinar alguma coisa — um contrato no Plymouth Argyle ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gabriel Ortelli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Plymouth Argyle as despedidas começaram em silêncio.
Mamadou Yero Doumbouya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Zeke Felix treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Plymouth Argyle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.