Matías Borgogno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Baba Adamu, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Martín SJ, mais uma semana sem a assinatura de Carlo Lattanzio.
Plantel07/04/2031
Santino Robles desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jarol Heritier está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dante Álvarez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
DireçãoA formação do San Martín SJ continua a produzir
Matías Borgogno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel24/03/2031
Jairo Guerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.
20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Martín SJ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
0‑3 para o Estudiantes, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Matías Borgogno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel10/02/2031
Palavras no treino do San Martín SJ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ronaldo De Jesús está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matías Borgogno, e o treinador deixou.
30 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel03/02/2031
Santino Robles lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Matías Borgogno e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
7 jogos sem perder, e depois o Lanús. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Direção03/02/2031
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do San Martín SJ
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel03/02/2031
Ronaldo De Jesús desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Martín SJ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Matías Borgogno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/01/2031
Palavras no treino do San Martín SJ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jairo Guerra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel27/01/2031
9 caras novas e o San Martín SJ ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Darío Rostagno. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Celan está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Martín SJ, mais uma semana sem a assinatura de Christian Jensen.
Santino Robles lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que San Martín SJ podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Ronaldo De Jesús quer futebol continental; se o San Martín SJ o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kevin Arango acertou condições com o Sarmiento para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Martín SJ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jairo Guerra estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Martín SJ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Matías Borgogno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Carlos Rodríguez agiu, no San Martín SJ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Huracán vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ramiro López pré-acordou a mudança para o San Martín SJ, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No San Martín SJ sabem-no, e também todos os que o veem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O San Martín SJ sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Santino Robles lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o San Martín SJ beneficiou disso.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Luca Campagnaro agiu, no San Martín SJ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Sebastián Jaurena e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Independiente queria mais do que $160.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Ronaldo De Jesús era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $2.4M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chaco For Ever fica com o seu homem, e o San Martín SJ volta a uma lista com um nome riscado.
71 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Martín SJ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Martín SJ, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santino Bacciadone será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Martín SJ as despedidas começaram em silêncio.
Matías Borgogno e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$260.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Platense pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Belgrano vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Matías Calzón pré-acordou a mudança para o San Martín SJ, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
O San Martín SJ perguntou e o Estudiantes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel30/12/2030
Simón Sammarone desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O San Martín SJ já telefonou ao Pisa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Martín SJ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Facundo Álvez agiu, no San Martín SJ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta seguiu esta semana para o Platense, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Martín SJ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O San Martín SJ ofereceu $59.0K; o Atlanta disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Martín SJ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Atlanta à espera com uma camisola. No San Martín SJ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O San Martín SJ aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Martín SJ, e não vai ser retirado.
Alexis Manyoma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O River Plate queria mais do que $300.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Martín SJ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Federico Fattori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O nome de Santino Bacciadone apareceu em conversas de que o San Martín SJ não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel09/12/2030
Vicente Pendino desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sebastián Jaurena assinar alguma coisa — um contrato no San Martín SJ ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Santino Robles lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Martín SJ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O San Martín SJ perguntou e o Atletico Nacional disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de San Martín SJ foi explícito quanto à situação de Santiago Segovia, o que é mais do que muitos recebem.
Perguntou-se ao Estudiantes se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Perguntou-se ao Universidad de Chile se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Martín SJ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Federico Fattori e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tomás Rea estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eduardo Legario, e o treinador deixou.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O San Martín SJ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Federico Fattori e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tomás Rea estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O San Martín SJ preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Martín SJ, mais uma semana sem a assinatura de Nicolas Zenclussen.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jairo Guerra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
122 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Martín SJ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O San Martín SJ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Federico Fattori esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/11/2030
Palavras no treino do San Martín SJ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Agustín Fernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Sebastián Jaurena assinar alguma coisa — um contrato no San Martín SJ ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Celan está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
DireçãoA formação do San Martín SJ continua a produzir
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Martín SJ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tomás Rea estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Sebastián Jaurena. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no San Martín SJ essa pergunta é mais difícil de responder.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o San Martín SJ vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Martín SJ. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
16 dias de fora para Bruno Scorza depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O La Luz vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O La Luz perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do La Luz, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No La Luz ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Juan Moreno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O La Luz perguntou e o Defensor Sporting disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do La Luz sobre quem trabalha
AntevisãoO La Luz defronta o Cerrito no jogo que mais conta
O bancoBruno Scorza tornou-se um homem de confiança do treinador