Verba acordada, salário acordado, e o Nyva à espera com uma camisola. No Shakhtar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $129.5K do que o Shakhtar pagou por Mollo Bessala é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
19 golos e uma média de 7.39 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Direção26/02/2029
O prazo passa com 1 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Shakhtar até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Emprestados26/02/2029
19 balizas a zeros por empréstimo para Dmytro Ledvii
27 jogos no Karpaty e os golos deixaram de entrar. O Shakhtar emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.38, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo17/02/2029
Ninguém quer jogar contra o Shakhtar neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhtar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Illia Krupskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhtar já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Shakhtar perguntou e o Metalist disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Shakhtar foi ao Obolon com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mollo Bessala será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhtar as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Oleksandr Yushchenko acertou condições com o Poltava para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Shakhtar não o vão tentar esta noite.
Irakli Azarovi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um ponto arrancado aos 91 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Gleiker Mendoza
Verba acordada, salário acordado, e o Radnicki Nis à espera com uma camisola. No Shakhtar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 99. O Kryvbas vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
A proposta do Canon Yaounde por Mollo Bessala foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Shakhtar já começaram a contá-la.
Emprestados15/01/2029
16 balizas a zeros por empréstimo para Dmytro Ledvii
22 jogos no Karpaty e os golos deixaram de entrar. O Shakhtar emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
A série sem derrotas chega aos 18 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Metalist; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Illia Krupskyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados18/12/2028
14 balizas a zeros por empréstimo para Dmytro Ledvii
18 jogos no Karpaty e os golos deixaram de entrar. O Shakhtar emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. João Vialle quer futebol continental; se o Shakhtar o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O banco18/12/2028
Isaque tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhtar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mollo Bessala será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhtar as despedidas começaram em silêncio.
Irakli Azarovi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Isaque está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Baton Zabërgja estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhtar sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 2 no marcador, 8.44 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Baton Zabërgja agarrou este contra o Feniks. 5‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Shakhtar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Baton Zabërgja produziu-o, e o 8.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tem 21 anos, média de 7.07, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Illia Krupskyi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 16 anos que sente como seu. Valentyn Kovalenko tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Haiduchyk produziu-o, e o 8.87 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Alan Matturro marcou, foi avaliado com 7.54 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhtar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Irakli Azarovi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Baton Zabërgja estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Kyrylo Babenko depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O Veres vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Shakhtar foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
193 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhtar, e não vai ser retirado.
Irakli Azarovi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Shakhtar foi explícito quanto à situação de Illia Krupskyi, o que é mais do que muitos recebem.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Shakhtar que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
7.65, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhtar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Illia Krupskyi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Isaque tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mykola Matviienko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Direção11/09/2028
Fecha o mercado: 9 entradas, 30 saídas no Shakhtar
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 30, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Illia Krupskyi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nada na semana que aí vem é normal. O Dynamo Kyiv no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykola Matviienko, e o treinador deixou.
O banco11/09/2028
Pedro Henrique tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhtar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Shakhtar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Baton Zabërgja está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhtar já se começa a dizer o nome dele no passado.
Notas dos jogadores28/08/2028
Isaque, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.94
Um 7.94 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do Ventspils por Baton Zabërgja foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mykola Oharkov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhtar as despedidas começaram em silêncio.
$470.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Polissia pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vinicius Tobias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Verba acordada, salário acordado, e o Stal Mielec à espera com uma camisola. No Shakhtar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Haiduchyk produziu-o, e o 8.98 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhtar ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vinicius Tobias esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhtar, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhtar já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Muhamadou Kanteh não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O Shakhtar perguntou e o Metalist disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Shakhtar ofereceu $610.0K; o Polissia disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Shakhtar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vinicius Tobias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Heorhii Bushchan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
18 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Wisła Płock tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Kryvbas queria mais do que $8.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Polissia fica com o seu homem, e o Shakhtar volta a uma lista com um nome riscado.
Uma média de 7.37 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhtar têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Vinicius Tobias e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Shakhtar sabem-no.
Plantel03/07/2028
Lucas Ferreira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
33 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhtar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dmytro Kryskiv e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Ferreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco01/05/2028
Eguinaldo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhtar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
8 golos em 33 jogos no Wisla Krakow — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Shakhtar alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Lassina Traoré lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel24/04/2028
Lucas Ferreira desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel24/04/2028
6 caras novas e o Shakhtar ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco24/04/2028
Isaque tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhtar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dmytro Kryskiv treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
6 golos em 31 jogos no Wisła Płock — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Shakhtar alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Viktor Tsukanov
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Shakhtar que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Shakhtar sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Ferreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhtar coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco03/04/2028
Eguinaldo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhtar dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhtar, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Muhamadou Kanteh
A proposta do Stjarnan por Lucas Ferreira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Eduard Kozik será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhtar as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.37 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhtar têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhtar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Palmeiras queria mais do que $36.0M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhtar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vladyslav Chympoiesh não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do OFK Beograd por Lucas Ferreira foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Shakhtar perguntou e o Polissia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
46 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhtar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Obolon segue em frente e o Shakhtar vai para casa, com um 0‑0 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
16 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Verba acordada, salário acordado, e o PWD Bamenda à espera com uma camisola. No Shakhtar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Tymur Puzankov: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Não há pior forma de perder um futebolista. Rostyslav Bahlai pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Mykola Matviienko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Shakhtar perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A primeira derrota em 19 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Oleksandriya; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Shakhtar beneficiou disso.
A proposta do Telavi por Luka Latsabidze foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Vejo todos os jogos do Shakhtar daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Pogon segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Já são 19 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
62 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhtar perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Epicentr vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Shakhtar foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
14 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.32 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Em resumo
Notas dos jogadoresEguinaldo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Uma média de 7.03 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhtar têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Oleh Kozhushko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Isaque tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Dynamo Kyiv deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Isaque produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhtar, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. João Vialle quer futebol continental; se o Shakhtar o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Shakhtar falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o Napoli, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhtar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cruzeiro fica com o seu homem, e o Shakhtar volta a uma lista com um nome riscado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Lucas Ferreira regressa a Shakhtar com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhtar já se começa a dizer o nome dele no passado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $529.0K — um clube que quer Giorgi Maisuradze ao ponto de perguntar duas vezes.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Verba acordada, salário acordado, e o Ahrobiznes à espera com uma camisola. No Shakhtar ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Radnik Surdulica por Oleksii Hutsuliak foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo31/07/2027
Ninguém quer jogar contra o Shakhtar neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Dmytro Riznyk e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção02/08/2027
7 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Shakhtar
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Shakhtar perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Radnik Surdulica por Heorhii Bushchan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Shakhtar perguntou e o Metalist disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dmytro Riznyk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Pedro Henrique está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Baton Zabërgja estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Shakhtar ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Tem 20 anos, média de 7.08, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Marlon Gomes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais um nome na lista: o Fatih Karagumruk fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Kyrylo Fesiun. A resposta do Shakhtar não mudou — para já.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Irakli Azarovi e o Shakhtar acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.