Posição 2, 40 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Copenhagen fica com o seu homem, e o IF Elfsborg volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel04/08/2036
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamin Zulovic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AIK fica com o seu homem, e o IF Elfsborg volta a uma lista com um nome riscado.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Alessandro Di Pasquale e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Muslim Adamovich Sultygov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O aperto de mão com o Malmo FF está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AIK ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Peter Langhoff esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O AIK ofereceu $270.0K; o IF Elfsborg disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Montader Madjed. 1‑0 sobre o Varbergs BoIS, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ammar Asani será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Freddie Lantz acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IF Elfsborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Plantel14/07/2036
Benjamin Zulovic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.02 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Patrik Richter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Zulovic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Manuel Lamúria, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IF Elfsborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um 3‑1 sobre o Oddevold, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel23/06/2036
Benjamin Zulovic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IF Elfsborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o IF Elfsborg tem 3 vitórias seguidas dela.
Plantel09/06/2036
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Benjamin Zulovic está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IF Elfsborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IF Elfsborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andreas Redkin. 1‑0 sobre o Öster, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Muslim Adamovich Sultygov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andreas Redkin está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Maximilian Dragovic agarrou este contra o IK Brage. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do IF Elfsborg.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O IF Elfsborg vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Algot Hjelm será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.45, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Patrik Richter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/05/2036
Benjamin Zulovic desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 61 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robin Kulusevski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Benjamin Zulovic estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Muslim Adamovich Sultygov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Gustav Jansson e o IF Elfsborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco28/04/2036
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Patrik Richter
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Andreas Redkin regressa a IF Elfsborg com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Notas dos jogadores07/04/2036
Uma estreia que Filip Lustig não vai esquecer — 8.09
Há exatamente uma destas por carreira e normalmente não corre assim. 0 no marcador, 8.09 ao lado do nome e uma bancada que nunca o tinha visto a cantá-lo no final.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção07/04/2036
O IF Elfsborg fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no IF Elfsborg falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Linus Lindelof será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
A proposta seguiu esta semana para o AIK, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Patrik Richter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Di Pasquale está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andreas Redkin está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do IF Elfsborg já se começa a dizer o nome dele no passado.
O IF Elfsborg e o IK Sirius acertaram em $590.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IF Elfsborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O IF Elfsborg perguntou e o Hammarby disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Bamba Sarr estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o IF Elfsborg terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a Marinus Bach
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hammarby fica com o seu homem, e o IF Elfsborg volta a uma lista com um nome riscado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no IF Elfsborg sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Bamba Sarr estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elton Otto, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de William Videhult. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
O IF Elfsborg perguntou e o IK Sirius disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no IF Elfsborg, mais uma semana sem a assinatura de Carlos Casas.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Onde jogava antes fala por ele quase todo o tempo no IF Elfsborg. O balneário respeita-o, os miúdos estudam-no, e a única coisa capaz de o furar é um mau mês.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Algot Hjelm
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alessandro Di Pasquale e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Hammarby para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao CSKA Moscow para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andreas Redkin está nela.
O Hammarby aceitou o dinheiro. O que o IF Elfsborg ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Verba acordada, salário acordado, e o Västerås SK à espera com uma camisola. No IF Elfsborg ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IF Elfsborg, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IF Elfsborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O IF Elfsborg foi ao AIK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AIK fica com o seu homem, e o IF Elfsborg volta a uma lista com um nome riscado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de IF Elfsborg foi explícito quanto à situação de Andreas Redkin, o que é mais do que muitos recebem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IF Elfsborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O IF Elfsborg perguntou e o Hammarby disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Bernard Mohammed e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Hammarby para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O IF Elfsborg vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Viktor Erlandsson Vilstrup treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Benjamin Zulovic está a viver essa versão no IF Elfsborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
O IF Elfsborg foi ao AIK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Patrik Richter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Noah Johansson acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IF Elfsborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais um nome na lista: o Västerås SK fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Linus Lindelof. A resposta do IF Elfsborg não mudou — para já.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Patrik Richter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O IK Sirius vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ola Høyem-Bye pré-acordou a mudança para o IF Elfsborg, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Bamba Sarr estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O IF Elfsborg já telefonou ao Malmo FF. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bernard Mohammed, e o treinador deixou.
Um mês em que todos os rumores são possíveis e a maioria é disparate. O treinador tem uma lista, a direção tem um número, e nenhum conta ao outro a história toda.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O IF Elfsborg aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrik Richter e o IF Elfsborg acertam mais 3 anos.
Manuel Lamúria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andreas Redkin está nela.
Patrik Richter e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/12/2035
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alessandro Di Pasquale está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Casas está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gustav Lustig, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O IF Elfsborg sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Bamba Sarr estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Alessandro Di Pasquale e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco10/12/2035
Andreas Redkin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IF Elfsborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no IF Elfsborg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o IF Elfsborg vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
51 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.
Jogo10/11/2035
Não se vê o fim da espera do IF Elfsborg por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no IF Elfsborg tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No IF Elfsborg ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mamadou Bamba Sarr estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sebastian Svanberg e o IF Elfsborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Bernard Mohammed esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco12/11/2035
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Cebo Mchunu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Di Pasquale estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco15/10/2035
Andreas Redkin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no IF Elfsborg dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de IF Elfsborg foi explícito quanto à situação de Robin Jansson, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dejan Tankovic, e o treinador deixou.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No IF Elfsborg ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no IF Elfsborg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. William Videhult produziu-o, e o 8.99 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
19 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Robin Kulusevski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
O Sandviken levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel08/10/2035
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mamadou Bamba Sarr está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndreas Redkin jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Patrik Richter e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Di Pasquale estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alessandro Di Pasquale, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em IF Elfsborg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.52, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo01/09/2035
Ninguém quer jogar contra o IF Elfsborg neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No IF Elfsborg ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 13 ações combinadas e uma nota de 7.42, e nenhuma delas entrará num resumo.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 20 anos do IF Elfsborg que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Robin Larsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Andreas Redkin regressa a IF Elfsborg com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Plantel27/08/2035
Uma transferência que Algot Hjelm teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Algot Hjelm está a viver essa versão no IF Elfsborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Manuel Lamúria e o IF Elfsborg acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Luca Wimhofer acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o IF Elfsborg substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O IF Elfsborg não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
O Malmo FF segue em frente e o IF Elfsborg vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
A proposta do Helsingborg por Andreas Redkin foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O IF Elfsborg perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IF Elfsborg, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores13/08/2035
Um golo de defesa dá a vitória ao IF Elfsborg — 7.70
1 para Vincent Lind, avaliado com 7.70, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
O IF Elfsborg foi ao AIK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O IF Elfsborg perguntou e o Malmo FF disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Carlos Casas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/07/2035
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ibrahim Abdullahi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente no IF Elfsborg viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 35 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma transferência que Patrik Richter teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Patrik Richter está a viver essa versão no IF Elfsborg, e costuma notar-se no primeiro mês.
Patrik Richter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel04/06/2035
Lord Afrifa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco04/06/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Andreas Redkin
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Dribles concretizados: 14. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
O banco04/06/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do IF Elfsborg também ninguém o escondia.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em IF Elfsborg já falam dele no passado.
Notas dos jogadores21/05/2035
Jonás Oberman jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel21/05/2035
Palavras no treino do IF Elfsborg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lord Afrifa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Minuto 87, frente ao Östersund, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Plantel21/05/2035
5 caras novas e o IF Elfsborg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Elton Otto esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel30/04/2035
Victor Ejukah desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Elton Otto
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Victor Ejukah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Uroš Živanovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o IF Elfsborg lida com um homem que quer outro país.
O banco23/04/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel23/04/2035
5 caras novas e o IF Elfsborg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o IF Elfsborg pode pedir e sobe o salário que Victor Ejukah pode exigir.
Felix Rhodin lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do IF Elfsborg está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
O IF Elfsborg e o Halmstad acertaram em $400.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Mamadou Jalloh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Halmstad fica com o seu homem, e o IF Elfsborg volta a uma lista com um nome riscado.
O Hammarby queria mais do que $1.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do IF Elfsborg, e não vai ser retirado.
Victor Ejukah esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$1.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Hammarby pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Uroš Živanovič estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mattia Gagliano, e o treinador deixou.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O IF Elfsborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mamadou Jalloh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
O IF Elfsborg e o Halmstad acertaram em $410.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o IFK Norrkoping fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no IF Elfsborg sabem-no.
Victor Ejukah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Hammarby, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O IF Elfsborg perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção29/01/2035
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em IF Elfsborg
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Felix Rhodin será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
Mamadou Jalloh e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/01/2035
Uroš Živanovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Kristian Agolli e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Agora é aritmética, e a aritmética está feita. Um verão de perguntas difíceis começa mais cedo no IF Elfsborg, e o calendário da próxima época lê-se de outra maneira.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O IF Elfsborg perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que IF Elfsborg podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
As regras permitem-no e dói na mesma. Felix Rhodin acertou condições com o GIF Sundsvall para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Mamadou Jalloh e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/12/2034
Uroš Živanovič desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Aske Bang será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no IF Elfsborg as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no IF Elfsborg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thomas Gundelund estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robin Kulusevski e o IF Elfsborg acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Plantel16/10/2034
5 caras novas e o IF Elfsborg ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.