Christopher Bonsu Baah

Meia Esquerdo - Al-Qadisiyah
13 Mar 2027
Sábado
Processo

Marcado para Christopher Bonsu Baah

31 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Al-Qadisiyah termina no 6.º lugar

42 pontos, e a época já tem um número. Seja o que for que se sentiu por dentro, é assim que vai ficar num livro.

Plantel

7 defesas: Koen Casteels foi a equipa

Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.

Direção

Mohammed Al-Nuqaydan assina pelo Al-Fayha ainda ao serviço do Al-Qadisiyah

As regras permitem-no e dói na mesma. Mohammed Al-Nuqaydan acertou condições com o Al-Fayha para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.

Plantel

Christopher Bonsu Baah quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Al-Qadisiyah sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Otávio e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saeed Al Junaibi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Haitham Asiri

Dribles concretizados: 19. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

O banco

Não há esconderijo para Musab Al-Juwayr

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Musab Al-Juwayr, e o treinador deixou.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Sami Al-Enezi escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

Edições anteriores
30 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Tijjani Reijnders — 8.54

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tijjani Reijnders produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Jogo

Al-Qadisiyah estão lá em cima

3.º lugar e 41 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Nacho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Tijjani Reijnders faz a diferença pelo Al-Qadisiyah contra o Al-Taawoun

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tijjani Reijnders. 2‑0 sobre o Al-Taawoun, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al-Qadisiyah

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Álvarez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Ahmed Al-Siyahi assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ahmed Al-Siyahi e o Al-Qadisiyah acertam mais 4 anos.

O banco

Um Sami Al-Enezi satisfeito

“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Sami Al-Enezi podia dar-se ao luxo de ser generoso.

Plantel

Otávio vai ter de ver este de fora

Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Al-Qadisiyah perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.

Em resumo

28 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

08/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Gastón Álvarez põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.

Mercado

O Al-Qadisiyah diz que não — desta vez

A proposta do Al Shaab por Meshari Sunyur foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Nacho quer mais do que o Al-Qadisiyah oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Mercado

Adel Al-Mutairi tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Al-Qadisiyah já falam dele no passado.

Plantel

Haitham Asiri assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Haitham Asiri compromete-se com o Al-Qadisiyah por mais 4 anos.

Plantel

Saeed Al Junaibi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Christopher Bonsu Baah

Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Jogo

Al-Qadisiyah encontra maneira de passar pelo Al-Ahli

O Al-Ahli obrigou o Al-Qadisiyah a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Tijjani Reijnders no seu melhor

Avaliado com 8.35. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Al-Qadisiyah.

Em resumo

26 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Al-Qadisiyah diz que não — desta vez

A proposta do AZ por Tijjani Reijnders foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Haitham Asiri marca duas vezes — 8.98

Dois golos e um 8.98 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Mohammed Abu Al-Shamat pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saleh Al-Shehri fica onde está

O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Al-Qadisiyah despacha o Al-Wehda

Três pontos para o Al-Qadisiyah: um 2‑0 diante do Al-Wehda num duelo decidido por pormenores.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Chefe

O telefone voltou a tocar por causa de Chefe, e desta vez do outro lado está o Al-Wehda. No Al-Qadisiyah ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Saeed Al Junaibi desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Alvos de mercado

O Al-Qadisiyah tenta Saleh Abu Al-Shamat por empréstimo

Perguntou-se ao Al-Ahli se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

Em resumo

23 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Julián Quiñones pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Julián Quiñones — 9.23

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Julián Quiñones produziu-o, e o 9.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Mercado

Julián Quiñones atrai pretendentes

O nome de Julián Quiñones apareceu em conversas de que o Al-Qadisiyah não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.

Plantel

Mohammed Abu Al-Shamat entre os melhores

Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Al-Qadisiyah estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.

Mercado

Al-Qadisiyah recusa o Al-Ahli por Mohammed Al-Qahtani

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Adel Al-Mutairi está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Qadisiyah ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Nacho em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah estava imparável

Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Alvos de mercado

O Al-Nassr avisa o Al-Qadisiyah: Ali Al-Hassan não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Em resumo

19 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Gastón Álvarez põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Tijjani Reijnders

Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

Al-Qadisiyah cumpre diante do Al-Ra'ed

Um 1‑0 sobre o Al-Ra'ed, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al-Qadisiyah

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Álvarez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Saeed Al Junaibi em notas de excelência

Uma exibição de 8.05 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

O banco

Abdullah Al-Salem ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Um passo atrás para Mohammed Al-Qahtani no Al-Qadisiyah

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

Plantel

Christopher Bonsu Baah no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Christopher Bonsu Baah está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

O veredicto do treinador

“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Sami Al-Enezi foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.

Em resumo

15 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Tijjani Reijnders comanda a goleada sobre o Najran

4‑0, e Tijjani Reijnders ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao Al-Qadisiyah. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.

Notas dos jogadores

Julián Quiñones marca duas vezes — 9.36

Dois golos e um 9.36 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Mercado

Gastón Álvarez põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Al-Qadisiyah, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Tijjani Reijnders marca duas vezes — 8.55

Dois golos e um 8.55 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.80

Um 7.80 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Mercado

Nacho sobe a fasquia para o Al-Qadisiyah

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Al-Qadisiyah a ouviu como outra coisa.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Tijjani Reijnders e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Musab Al-Juwayr

Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Plantel

Quinze dias de sossego no Al-Qadisiyah

Com 7 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.

Em resumo

12 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Sem piedade do Al-Qadisiyah

O Al-Wehda vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Qadisiyah foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.

Jogo

O Al-Qadisiyah recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 16 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Tijjani Reijnders — 8.53

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tijjani Reijnders produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

O banco

Abdullah Al-Salem guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Al-Qadisiyah pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Jogo

Al-Qadisiyah não para de ganhar

Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Otávio e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

O salto de Chefe é a sério

Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Jogo

Mais uma trazida de fora

3 seguidas na estrada para o Al-Qadisiyah. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Julián Quiñones

Nota 8.55 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Em resumo

10 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Ninguém quer jogar contra o Al-Qadisiyah neste momento

4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.

Plantel

Otávio em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Jogo

Al-Qadisiyah cumpre diante do Al-Shabab

Um 2‑1 sobre o Al-Shabab, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

A paragem para as seleções esvazia o Al-Qadisiyah

7 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al-Qadisiyah

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Álvarez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Notas dos jogadores

Uma exibição de Julián Quiñones

Nota 8.47 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.

Plantel

Christopher Bonsu Baah é o melhor jovem do mês

Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Al-Qadisiyah vai tentar não fazer disso um caso.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Sami Al-Enezi, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Mercado

A história de Julián Quiñones recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Julián Quiñones assinar alguma coisa — um contrato no Al-Qadisiyah ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

9 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

28/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Al-Qadisiyah arrasa o Hajer

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 3‑0 frente ao Hajer, e podiam ter sido mais.

Mercado

Gastón Álvarez pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah, 21 anos, rouba o espetáculo — 8.11

Nota 8.11 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Nacho — 8.25

Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.25 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Jogo

Al-Qadisiyah soma 3 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al-Qadisiyah tem 3 vitórias seguidas dela.

Plantel

Troca de palavras no Al-Qadisiyah

Nacho e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Gastón Álvarez desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Julián Quiñones jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.06. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

5 caras novas e o Al-Qadisiyah ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

Em resumo

7 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Otávio disse que sim ao CSKA Moscow

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Al-Qadisiyah perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Jogo

Acaba o percurso do Al-Qadisiyah na taça

0‑2 frente ao Al-Fayha, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.

Alvos de mercado

Porta fechada: Saleh Al-Shehri fica onde está

O Al-Qadisiyah perguntou e o Al-Ittihad disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

As bancadas

A bancada rendeu-se a Christopher Bonsu Baah

Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.

Jogo

Julián Quiñones leva o Al-Qadisiyah a superar o Al-Faisaly

Terminou 1‑0, e a tarde foi de Julián Quiñones: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Al-Qadisiyah.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Álvarez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Haitham Asiri passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 17. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

O treinador faz de Mohammed Al-Qahtani um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Direção

Portas fechadas no Al-Qadisiyah

A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.

Em resumo

6 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Não vai: Otávio fica no Al-Qadisiyah

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Braga tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Mercado

Turki Al-Ammar pede para sair do Al-Qadisiyah

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Al-Hilal voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Al-Qadisiyah não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Direção

Fecha o mercado: 11 entradas, 7 saídas no Al-Qadisiyah

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Mercado

Tão perto: a transferência de Mohammed Qasem morre em cima da hora

O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Hajer seguiu em frente, Mohammed Qasem apresenta-se de volta no Al-Qadisiyah, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.

Plantel

Um desentendimento no Al-Qadisiyah

Julián Quiñones e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Al-Qadisiyah a corrida por Makhir Al-Rashidi

O relógio fez o que o Al-Fayha não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Alvos de mercado

O Al Ahli avisa o Al-Qadisiyah: Khalid Omar não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Palavras no treino do Al-Qadisiyah sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gastón Álvarez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Em resumo

3 Edição

O Arauto de Al-Qadisiyah

17/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Christopher Bonsu Baah encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 36. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Jogo

Uma sova para o Al-Qadisiyah

Derrota por 0‑4 com o Al-Ra'ed, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.

Mercado

O Al-Qadisiyah diz que não — desta vez

A proposta do Najran por Gastón Álvarez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Negócios são negócios: Julian Weigl sai

O Olympiacos pagou $6.4M e o Al-Qadisiyah aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Mercado

Al-Qadisiyah vende Nahitan Nández por $2.8M

Nahitan Nández parte para o Legia num negócio de $2.8M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Plantel

Nacho em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Qadisiyah coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: Ali Mabkhout fica onde está

O Al-Qadisiyah perguntou e o Al Shabab disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Al-Qadisiyah

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gastón Álvarez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Musab Al-Juwayr chega aos 100

100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.

Em resumo