Rhulani Manzini lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Dumisani Zuma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 1‑0 sobre o Bloemfontein Celtic, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Sboniso Xulu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bidvest Wits perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel14/12/2026
Palavras no treino do Bidvest Wits sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Dumisani Zuma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tshidiso Monamodi, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Khama Khune saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Bidvest Wits, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
142 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bidvest Wits perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Somila Ntsundwana, e o treinador deixou.
Plantel26/10/2026
No Bidvest Wits ainda são estranhos uns para os outros
23 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Khama Khune não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Bidvest Wits também ninguém o escondia.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o SuperSport United com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Toda a gente no Bidvest Wits viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 36 o declínio é real e mensurável — 4 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Khama Khune, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Evidence Zungu: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Bidvest Wits a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Thamsanqa Gabuza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Bidvest Wits vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Há um alívio muito próprio quando um clube trata exatamente daquilo por que a sua própria bancada anda a gritar. Denwin Farmer chega precisamente para esse trabalho, e agora tem de o fazer.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Bidvest Wits, mais uma semana sem a assinatura de Luke Baartman.
O banco17/08/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Khama Khune saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Uma sondagem ao Braga para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Lucas Gaona está em marcha