Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Falkenberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2032
Tim Stålheden desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lass, e o treinador deixou.
O banco26/07/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O Falkenberg já telefonou ao GIF Sundsvall. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dejan Krafth lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Linus Borgström e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel26/04/2032
Tim Stålheden desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Falkenberg, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Linus Borgström e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/05/2031
Tim Stålheden desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 93. O Djurgarden tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Melker Nilsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Falkenberg vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o AIK pode já não estar a vender.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jakub Paur e o Falkenberg acertam mais 1 anos.
O banco28/04/2031
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel28/04/2031
Palavras no treino do Falkenberg sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Argjend Miftari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jakub Paur, e o treinador deixou.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o GIF Sundsvall com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Falkenberg coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Falkenberg vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o IFK Goteborg pode já não estar a vender.
Plantel14/04/2031
Tim Stålheden desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Falkenberg fez a parte difícil com o GIF Sundsvall, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Linus Borgström e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelTim Stålheden desentende-se com um colega por causa das exigências
Melker Nilsson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/03/2031
Elias Mohammad desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Falkenberg já telefonou ao Helsingborg. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Falkenberg. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Falkenberg ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O Falkenberg e o Helsingborg acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Falkenberg fez a parte difícil com o IFK Goteborg, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Melker Nilsson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Argjend Miftari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Falkenberg vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Harun Nezirovski treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.