Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Diliberto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Siegert Baartmans esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Francs Borains disse a Bleon Kurtuluş que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Amine Benfriha sai dessa comparação dentro da equipa, e o Francs Borains beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryan Adewusi, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco07/11/2033
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Francs Borains também ninguém o escondia.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Eliminado, 1‑2 com o Cercle Brugge, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Andrés Tovar será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Francs Borains as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Noah Diliberto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Francs Borains perguntou e o Standard Liege disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Aïman Maurer. 1‑0 sobre o Lokeren-Temse, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Francs Borains não tinha no outono.
Plantel15/08/2033
Noah Diliberto desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Standard Liege fica com o seu homem, e o Francs Borains volta a uma lista com um nome riscado.
Siegert Baartmans esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joachim Djamba-Shango, e o treinador deixou.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
Plantel15/08/2033
9 caras novas e o Francs Borains ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Uma sondagem ao Standard Liege para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Yannick Meunier lesiona os ligamentos do joelho — 46 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 46 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Standard Liege perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Standard Liege, e não vai ser retirado.
A proposta do Zulte Waregem por Bleon Kurtuluş foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jackson Tchatchoua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Standard Liege já trabalhou com Mfundo Vilakazi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Ninguém no Standard Liege dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Félix Lemaréchal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Standard Liege já falam dele no passado.
Plantel09/05/2033
Johannes Moser sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Standard Liege lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Johannes Moser compromete-se com o Standard Liege por mais 4 anos.
Plantel09/05/2033
Palavras no treino do Standard Liege sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jackson Tchatchoua está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O novo treinador do Standard Liege já trabalhou com Mfundo Vilakazi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoDjed Spence pede uma conversa com o treinador
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Standard Liege pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Oliver Skipp esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Robin Mirisola estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O novo treinador do Standard Liege já trabalhou com Mfundo Vilakazi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Standard Liege lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco11/04/2033
Oliver Skipp tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Standard Liege dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0‑3 para o Antwerp, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 57 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Félix Lemaréchal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bleon Kurtuluş será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Standard Liege as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mfundo Vilakazi quer futebol continental; se o Standard Liege o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Standard Liege ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jackson Tchatchoua estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. David Osei agiu, no Standard Liege, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O novo treinador do Standard Liege já trabalhou com Mfundo Vilakazi e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Lois Onana lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta ficou muito aquém e em Standard Liege não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Mercado14/02/2033
Tão perto: a transferência de Oliver Skipp morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Westerlo seguiu em frente, Oliver Skipp apresenta-se de volta no Standard Liege, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Standard Liege ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Oliver Skipp esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Francs Borains pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Francs Borains ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gabriel Souza quer futebol continental; se o Francs Borains o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco10/01/2033
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.