A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Auckland City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao Crvena Zvezda para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Auckland City vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
O banco23/07/2035
Toby Wright tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Auckland City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel23/07/2035
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Senzelumusa Sibiya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Hawke's Bay United à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
Joan Puig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Auckland City perguntou e o Partizan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel16/07/2035
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matt Dibley-Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Grant Leveille
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco16/07/2035
Akol Akon tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Auckland City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Auckland City já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Auckland City, mais uma semana sem a assinatura de Liam Gillion.
Plantel09/07/2035
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matt Dibley-Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Flora para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Auckland City já telefonou ao Crvena Zvezda. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Auckland City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Flora fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Joan Puig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Auckland City já telefonou ao Partizan. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Crvena Zvezda se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Assinaram hoje, ninguém os vai ver durante anos, e um deles pode um dia ser a razão de o clube existir. É este todo o argumento a favor de uma formação, e é um bom argumento.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Team Wellington tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Auckland City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Auckland City perguntou e o Asante Kotoko disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matt Dibley-Dias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Auckland City já telefonou ao Partizan. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Verba acordada, salário acordado, e o Team Wellington à espera com uma camisola. No Auckland City ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Southern United por Adam Bell foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Auckland City fez a parte difícil com o Partizan, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Asante Kotoko fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Auckland City perguntou e o Crvena Zvezda disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Adam Bell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matt Dibley-Dias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco18/06/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Grant Leveille
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matt Dibley-Dias estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Auckland City pode pedir e sobe o salário que Liam Gillion pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Chris Lockyer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
Joan Puig e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrew Owusu, e o treinador deixou.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Auckland City pode pedir e sobe o salário que Joan Puig pode exigir.
Em resumo
MercadoA história de Toby Wright recusa-se a morrer
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Auckland City é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Ryan Kalms compromete-se com o Auckland City por mais 3 anos.
Plantel14/05/2035
Matt Dibley-Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Auckland City, mais uma semana sem a assinatura de Toby Wright.
O banco14/05/2035
Liam Gillion tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Auckland City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Senzelumusa Sibiya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
Grant Leveille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Auckland City, mais uma semana sem a assinatura de Akol Akon.
Plantel07/05/2035
Matt Dibley-Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco07/05/2035
Rowan Human tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Auckland City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Auckland City, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Toby Wright está nela.
Plantel30/04/2035
Ryan Kalms desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adam Bell e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/04/2035
Matt Dibley-Dias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Akol Akon está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Auckland City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Ryan Kalms e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Toby Wright assinar alguma coisa — um contrato no Auckland City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Auckland City pode pedir e sobe o salário que Joan Puig pode exigir.
Hayden Matthews lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Auckland City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores15/01/2035
Um golo de defesa dá a vitória ao Auckland City — 7.41
1 para Luka Vicelich, avaliado com 7.41, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Grant Leveille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Canterbury United, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Auckland City lida com um homem que quer outro país.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Auckland City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Auckland City podem fingir não ter ouvido.
Grant Leveille esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/12/2034
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Kalms está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Auckland City, mais uma semana sem a assinatura de Toby Wright.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Hayden Matthews treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
138 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Auckland City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Senzelumusa Sibiya será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Auckland City as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Auckland City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/11/2034
Palavras no treino do Auckland City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Kalms está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco20/11/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel20/11/2034
No Auckland City ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Auckland City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Grant Leveille e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/10/2034
Ryan Kalms desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco09/10/2034
Michael Fosu volta a ter um treinador que o conhece
O novo treinador do Auckland City já trabalhou com Michael Fosu e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Auckland City, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Ba estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Plantel21/11/2033
Dean Harper consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Dean Harper acabou de assinar pelo Ba e, por uma vez, a resposta importava.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Dean Harper esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Connor Reid, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Max Anastasio treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Ba poderiam receber por ele.
O banco21/11/2033
Damien Riley tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Jonty Bidois recusa-se a morrer
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Max Anastasio está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Abdullahi Akpan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ba coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 5 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ryan Kalms treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Connor Reid subiu nela.
Bongani Mothiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/10/2033
Etonia Dogalau desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryan Kalms assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ryan Kalms esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco17/10/2033
Max Anastasio tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Ba dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Ba pode pedir e sobe o salário que Ryan Kalms pode exigir.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Ba sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Isikeli Sevanaia pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Plantel17/10/2033
Os relatórios de treino sobre Ryan Kalms não são bons
Um sábado mau perdoa-se; uma terça-feira má é uma escolha. O nível baixou, e numa casa onde toda a gente observa toda a gente, deu-se por isso.
Posição 3, 31 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Etonia Dogalau estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Ba, mais uma semana sem a assinatura de Jonty Bidois.
“Vejo todos os jogos do Ba daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nasinu segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Max Anastasio treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma transferência que Lucas Jackson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucas Jackson está a viver essa versão no Ba, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Kalms estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Marlon Tuyaga está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Viliame Sauturaga é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Samuela Verevou está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Isikeli Qaraniqio passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Kalms está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Voniani Smith esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Ba vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdullahi Akpan, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Damien Riley está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jonty Bidois assinar alguma coisa — um contrato no Ba ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Damien Riley treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Bongani Manyama será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Ba as despedidas começaram em silêncio.
Bongani Mothiba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Thamsanqa Manyama acabou de assinar pelo Ba e, por uma vez, a resposta importava.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Ba sabe em que fase está.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 19, saíram 28, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Bongani Mothiba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel05/09/2033
Uma transferência que Oliver Hewitt teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Oliver Hewitt está a viver essa versão no Ba, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nadi fica com o seu homem, e o Ba volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Kalms está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zac Potts e o Ba acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.