Não se vê o fim da espera do Willem II por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Willem II tem de arrancar um resultado de algum lado.
A perseguição a Gonçalo Borges terminou com $3.7M a mudar de mãos e o Feyenoord sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Julian Baas agiu, no Willem II, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Manuel Lazzari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AZ fica com o seu homem, e o Willem II volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores17/01/2028
Nick Doodeman fez o trabalho que ninguém conta — 6.89
12 ações combinadas e 6.89. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Willem II sabe dizer em que semana.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Willem II lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Willem II fez a parte difícil com o Palermo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Meldin Drešković estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Beau Reus, e o treinador deixou.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Willem II sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jens Mathijsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alessandro Ciranni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Junior Poortvliet e o Willem II acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Willem II disse a Jens Mathijsen que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco11/10/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jayden Spier
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Willem II sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Amir Bryson: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Willem II a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Willem II pagou $8.9M por Karim Konaté, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Notas dos jogadores23/08/2027
Chido Obi, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.03
Um 8.03 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do FF Jaro por Armin Ćulum foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Willem II, e não vai ser retirado.
Jogo21/08/2027
O Willem II torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Manuel Lazzari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Derby County ninguém diz, e no Willem II ninguém gosta de estar a adivinhar.
Manuel Lazzari e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Devin Haen, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Willem II ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Willem II não o segura a fingir o contrário.
O Willem II já telefonou ao Club Brugge. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Willem II já telefonou ao Derby County. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma sondagem ao KV Mechelen para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O Willem II já telefonou ao TOP Oss. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Ambas as partes esperam falar nos próximos dias. O Willem II vai pedir um valor, e tudo o que vier depois é aritmética.
Plantel19/07/2027
Armin Ćulum desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maxim Dekker assinar alguma coisa — um contrato no Willem II ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Willem II, e não vai ser retirado.
Manuel Lazzari e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Finn de Bruin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Willem II vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Willem II terá de responder com minutos ou com uma transferência.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Willem II foi explícito quanto à situação de George Younan, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Calvin Twigt e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thomas Verheydt, e o treinador deixou.
32 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Willem II terá de responder com minutos ou com uma transferência.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Devin Haen pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Willem II. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kasper Boogaard estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Damy Bernardina e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gijs Besselink, e o treinador deixou.
Aos 20 anos foi o melhor de todos da sua idade na divisão durante um fim de semana. Ninguém devia construir uma carreira em cima disso, e toda a gente o faz sem dizer.
O banco24/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jayden Spier
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Willem II, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Maxim Dekker assinar alguma coisa — um contrato no Willem II ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no NAC Breda coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel05/04/2027
Gaoussou Diarra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 19 anos do NAC Breda que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Sven Mijnans e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jari Schuurman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jari Schuurman, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o TOP Oss, e há um homem no balneário do Willem II que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Willem II perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Willem II falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lucas Rosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Thomas Verheydt. 2‑0 sobre o De Graafschap, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.83. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Rick Wijnaldum sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Volendam passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Gaoussou Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: André Ayew. 1‑0 sobre o Volendam, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Utrecht segue em frente e o NAC Breda vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Daniel Bielica e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/12/2026
Gaoussou Diarra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Leo Greiml, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jayden Candelaria e o NAC Breda acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Clint Leemans treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
Notas dos jogadoresAndré Ayew passa por eles um de cada vez
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Jens Mathijsen não precisou: 8.25, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Gaoussou Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 19 anos que sente como seu. Jens Mathijsen tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.05, e nem uma objeção no estádio.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Wesley Promes foi breve depois da vitória por 3‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Plantel14/12/2026
Brahim Ghalidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 19 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
O banco14/12/2026
André Ayew tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no NAC Breda dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Willem II coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/11/2026
Kasper Boogaard desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mounir El Allouchi, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gijs Besselink treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eser Gürbüz está nela.
Segue-se o Vitesse, e há um homem no balneário do Willem II que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Segue-se, em casa, o Vitesse, que chega no 11.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
Lewis Holtby lesiona os ligamentos do joelho — 72 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 72 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Gaoussou Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leo Greiml estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kostas Lamprou e o NAC Breda acertam mais 1 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fredrik Oldrup Jensen, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Jens Mathijsen
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O NAC Breda perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Leo Greiml esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do NAC Breda sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Gaoussou Diarra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Avaliado com 7.43. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Wesley Promes depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Plantel28/09/2026
Jens Mathijsen, 19 anos, é o melhor jovem do fim de semana
Medido contra todos os outros miúdos da divisão, e o primeiro entre eles. O prémio de sénior é onde o NAC Breda gostava que isto fosse dar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.