Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Miguel Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/03/2033
Lennart Karl desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para William Bøving, e o treinador deixou.
25 jogos no Eintracht Braunschweig e os golos deixaram de entrar. O Hertha BSC emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Plantel14/03/2033
8 caras novas e o Hertha BSC ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
O Bayern Munich pagou $5.7M e o Hertha BSC aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Hertha BSC foi ao Istra 1961 com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Karl Hein pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Hertha BSC
O Heidenheim segue em frente e o Hertha BSC vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As regras permitem-no e dói na mesma. Lucas Bernabéu acertou condições com o Union Berlin para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Em resumo
Notas dos jogadoresLennart Karl passa por eles um de cada vez
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lennart Karl estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
O novo treinador do Hertha BSC já trabalhou com Jeremiah Debrah e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Edoardo Pierozzi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Hertha BSC toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Anouar El Azzouzi acabou de assinar pelo Hertha BSC e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/12/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lennart Karl está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Olivier Dumont será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lennart Karl estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Lennart Karl e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hertha BSC, mais uma semana sem a assinatura de Karl Hein.
O banco01/11/2032
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Frank Mayer saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jeremiah Mensah está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Hertha BSC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Otávio será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lennart Karl estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jeremiah Mensah e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Otávio, e o treinador deixou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 86, e o SC Freiburg passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Jogo02/10/2032
O Hertha BSC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jan Bürger será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Arnaut Klaassen agiu, no Hertha BSC, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
PlantelLennart Karl desentende-se com um colega por causa das exigências
MercadoComo se nunca tivesse saído: Maxim Marandici regressa
64 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hertha BSC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Karl Hein e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/08/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Kristian Thorstvedt tem a sua resposta do Hertha BSC; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Borussia Dortmund com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Lennart Koerdt lesiona os ligamentos do joelho — 73 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francesco Castaldo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
O negócio com o Borussia Dortmund está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Piet Scobel, e desta vez do outro lado está o Preußen Münster. No Hertha BSC ouvem com educação e não prometem nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Armel Bella-Kotchap, e o treinador deixou.
Plantel16/08/2032
Piet Scobel desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
91 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Mainz 05 à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel02/08/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bayer Leverkusen fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Miguel Gutiérrez está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Mats Pannewig esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Verba acordada, salário acordado, e o Karlsruher SC à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Maximilian Hennig será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel26/07/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel26/07/2032
Nils Rossen sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Toda a gente deixou de fingir: o Holstein Kiel vai fazer a chamada por Piet Scobel esta semana. O Hertha BSC tem um número em mente, e o número não é tímido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lucas Bernabéu quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Um jogador do Hertha BSC venceu um torneio internacional, e não há versão dessa frase que uma página de clube consiga imprimir sem alguma glória emprestada. Volta aos treinos daqui a quinze dias com 2 internacionalizações e uma medalha em que ninguém aqui teve arte nem parte.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Luzern à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Miguel Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel12/07/2032
Bendegúz Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Borussia Dortmund fica com o seu homem, e o Hertha BSC volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Aaron Hickey está em marcha
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel05/07/2032
Benjamin Werner lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bendegúz Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Martín Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel21/06/2032
17 dias de fora para Dominik Peters depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hertha BSC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bendegúz Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Hertha BSC perguntou e o Borussia Dortmund disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Hertha BSC fez saber ao mercado que Luke Brooke-Smith está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Martín Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel14/06/2032
24 dias de fora para Dominik Peters depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hertha BSC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bendegúz Kovács estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Olivier Dumont esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Martín Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 40 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 40 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel31/05/2032
40 dias de fora para Dominik Peters depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hertha BSC vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Hertha BSC já falam dele no passado.
Plantel31/05/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Carney Chukwuemeka pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
50 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Hertha BSC falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Hertha BSC beneficiou disso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jan Bürger acertou condições com o TSG Hoffenheim para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hertha BSC, mais uma semana sem a assinatura de Maximilian Hennig.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Karl Hein esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2032
Finn Becker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Lucas Bernabéu quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Hertha BSC disse a Maximilian Hennig que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 74 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo08/05/2032
O Hertha BSC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
12 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Jogo08/05/2032
Ninguém quer jogar contra o Hertha BSC neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gift Orban será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Jogo17/04/2032
O Hertha BSC torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Miguel Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Union Berlin obrigou o Hertha BSC a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel19/04/2032
Finn Becker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Khalis Merah estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Deniz Gül, e o treinador deixou.
49 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Verba acordada, salário acordado, e o Magdeburg à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Jogo07/02/2032
Ninguém quer jogar contra o Hertha BSC neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Verba acordada, salário acordado, e o Aarau à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $676.3K do que o Hertha BSC pagou por Luca Vozar é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção02/02/2032
O Hertha BSC fecha o mercado com um plantel feito por si
2 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Hertha BSC perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Jogo24/01/2032
Ninguém quer jogar contra o Hertha BSC neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hertha BSC fez a parte difícil com o Heidenheim, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Miguel Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $250.0K — um clube que quer Jakub Mądrzyk ao ponto de perguntar duas vezes.
O SC Freiburg queria mais do que $980.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel26/01/2032
Bendegúz Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Mainz 05 à espera com uma camisola. No Hertha BSC ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Karlsruher SC vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Hertha BSC foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
O Borussia Dortmund queria mais do que $7.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alvos de mercado19/01/2032
$370.0K põem os clubes de acordo sobre Phillip Tietz
O Borussia Mönchengladbach aceitou o dinheiro. O que o Hertha BSC ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Hertha BSC foi ao Werder Bremen com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Hertha BSC foi ao Borussia Dortmund com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Hertha BSC e o Hannover 96 acertaram em $780.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nacho Miras será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A proposta do Magdeburg por Francesco Castaldo foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Hertha BSC já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel05/01/2032
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Martín Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
7.49, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel15/12/2031
Bendegúz Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Gift Orban quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Bendegúz Kovács quer futebol continental; se o Hertha BSC o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Miguel Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Plantel08/12/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Martín Fernández lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Miguel Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo29/11/2031
Não se vê o fim da espera do Hertha BSC por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hertha BSC tem de arrancar um resultado de algum lado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Hertha BSC e o Arminia Bielefeld, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel01/12/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deniz Gül está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1‑2 frente ao Werder Bremen, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
7.64, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Khalis Merah marcou, foi avaliado com 7.34 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Hertha BSC
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Plantel17/11/2031
Bendegúz Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Deniz Gül, e o treinador deixou.
João Vasconcelos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
59 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hertha BSC, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Miguel Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” William Bøving e o Hertha BSC acertam mais 5 anos.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Hertha BSC lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel10/11/2031
Emanuele Rao consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Emanuele Rao acabou de assinar pelo Hertha BSC e, por uma vez, a resposta importava.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 87. O Preußen Münster tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
66 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/11/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Hertha BSC ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Miguel Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Karl Hein, e o treinador deixou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 6 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Plantel27/10/2031
Bendegúz Kovács desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hertha BSC podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Hertha BSC ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel13/10/2031
Uma transferência que Jan Bürger teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jan Bürger está a viver essa versão no Hertha BSC, e costuma notar-se no primeiro mês.
Khalis Merah e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/10/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deniz Gül está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hertha BSC perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noah Pesch será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Hertha BSC a ouviu como outra coisa.
Miguel Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Darmstadt 98 obrigou o Hertha BSC a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel06/10/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bendegúz Kovács está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
107 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hertha BSC perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gift Orban será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hertha BSC as despedidas começaram em silêncio.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. João Vasconcelos está a viver essa versão no Hertha BSC, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hertha BSC coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel29/09/2031
Palavras no treino do Hertha BSC sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Deniz Gül está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de Luke Brooke-Smith
A proposta do Utrecht por Bendegúz Kovács foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Ruben Kluivert acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o AZ substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do AZ sobre quem trabalha
O bancoMatěj Šín volta a ter um treinador que o conhece
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do AZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ajax fica com o seu homem, e o AZ volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jan Faberski agiu, no AZ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O AZ foi ao Galatasaray com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no AZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Matvey Safonov agiu, no AZ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O AZ fez a parte difícil com o PSV, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Kasper Boogaard não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Fortuna Sittard por Donny van der Lijcke foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Owen Wijndal acertou condições com o Utrecht para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anselmo García Mac Nulty está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Feyenoord por Oscar Gloukh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No AZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Ajax, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Gaoussou Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No AZ estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
As regras permitem-no e dói na mesma. Yoël van den Ban acertou condições com o Heerenveen para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No AZ ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AZ ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Victor Lind, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Luiz Henrique está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Plantel05/05/2031
Alexandre Stanić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O AZ sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do AZ do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Uma média de 7.43 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Niek Schiks esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Segue-se o Ajax, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rayan Atikallah, e o treinador deixou.
25 jogos no Twente e os golos não param. No AZ acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco21/04/2031
Luiz Henrique tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no AZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.