Keyano Marrah

Meia Atacante (D) - Hammarby U20
2 Out 2027
Sábado
Processo

Marcado para Keyano Marrah

14 Edição

A Crónica de Hammarby

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

O Hammarby recusa-se a sair da corrida

Posição 2, 27 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Nahir Besara — 8.39

Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Notas dos jogadores

Hampus Skoglund aparece na área certa — 7.87

7.87, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.

As bancadas

Os adeptos do Hammarby encontraram um ídolo em Hampus Skoglund

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hampus Skoglund tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Hammarby despacha o IK Sirius

Três pontos para o Hammarby: um 2‑0 diante do IK Sirius num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Dante Caspari Bark de fora 52 dias

A enfermaria confirma 52 dias de paragem para Dante Caspari Bark, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Hammarby e Tesfaldet Tekie

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Hammarby, mais uma semana sem a assinatura de Tesfaldet Tekie.

Plantel

Nahir Besara eleito jogador do mês

O prémio vai para Nahir Besara, e por aqui ninguém está disposto a discutir a escolha.

Emprestados

Keyano Marrah já viu o suficiente de Landskrona BoIS

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Hammarby, e 9 jogos em 12 dizem que merece ser ouvido.

Em resumo

Edições anteriores
10 Edição

O Diário de Landskrona BoIS

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Xavier Odhiambo resolve tarde para o Landskrona BoIS

Minuto 89, meio estádio já a caminho da saída, e Xavier Odhiambo decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Oddevold não teve tempo para responder.

Mercado

Adam Egnell tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Landskrona BoIS já falam dele no passado.

Notas dos jogadores

Xavier Odhiambo, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79

Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.

Plantel

O salto de Keyano Marrah é a sério

Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Jogo

Acaba a seca do Landskrona BoIS

7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Oddevold foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.

Plantel

Um desentendimento no Landskrona BoIS

Constantino Capotondi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

Um dos seus: Christ Wawa

Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

O treinador faz de Adam Egnell um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Xavier Odhiambo faz a diferença pelo Landskrona BoIS contra o Oddevold

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Xavier Odhiambo. 1‑0 sobre o Oddevold, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Landskrona BoIS

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Edi Sylisufaj entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Landskrona BoIS podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Atli Þór Jónasson recusa o Landskrona BoIS

Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vikingur fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.

Jogo

4 jogos sem vencer para o Landskrona BoIS

A série chega a 4 e as perguntas em torno do Landskrona BoIS já não são delicadas.

Direção

Edi Sylisufaj aceitou deixar o Landskrona BoIS a custo zero

Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.

Alvos de mercado

Porta fechada: Eric Kahl fica onde está

O Landskrona BoIS perguntou e o AGF disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Örgryte leva os pontos ao Landskrona BoIS

Derrota por 1‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

O banco

O treinador faz de Adam Egnell um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Landskrona BoIS

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Jensen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Martin Jansson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo