Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panionios falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panionios podem fingir não ter ouvido.
Mahamadou Balde esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Panionios perguntou e o Panathinaikos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/06/2029
Palavras no treino do Panionios sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Loris Zonta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panionios, e não vai ser retirado.
O Olympiacos vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Iason Georgakopoulos pré-acordou a mudança para o Panionios, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do Panionios sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Nachmias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Giannis Kiakos tem a sua resposta do Panionios; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Mahamadou Balde e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Palavras no treino do Panionios sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Simos Mitoglou está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Panionios ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgos Papacharalabous, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kristian Kushta está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alin Kumer Čelik assinar alguma coisa — um contrato no Panionios ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tais Šabotić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Panionios, mais uma semana sem a assinatura de Rui Bruno.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Olamide Shodipo apontou a data.
Kristijan Colak e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/04/2029
Palavras no treino do Panionios sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Idan Nachmias está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kristian Kushta está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alin Kumer Čelik assinar alguma coisa — um contrato no Panionios ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristian Kushta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Panionios perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahamadou Balde e o Panionios acertam mais 4 anos.
Mahamadou Balde e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Panionios ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/03/2029
Kristian Kushta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panionios dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mikayel Mirzoyan apontou a data.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alin Kumer Čelik assinar alguma coisa — um contrato no Panionios ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Marat Vasilkevich chega ao Panionios com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Panionios perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Mahamadou Balde e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel19/02/2029
Idan Nachmias desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Panionios foi explícito quanto à situação de Fabian Heck, o que é mais do que muitos recebem.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Mahamadou Balde não precisou: 7.72, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Mikayel Mirzoyan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panionios, e não vai ser retirado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Asteras fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panionios coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção28/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Panionios
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tiago Simões estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O San Martín fica com o seu homem, e o Panionios volta a uma lista com um nome riscado.
Zé Leite desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Giannis Kiakos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel15/11/2027
No Panionios ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dimitris Kolovos, e o treinador deixou.
Ninguém no Panionios dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Panionios não o segura a fingir o contrário.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Spyros Venardos: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Panionios a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Panionios sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.