«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Brinje Grosuplje podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brinje Grosuplje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/01/2033
Anej Dukarić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
32 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brinje Grosuplje perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Brinje Grosuplje toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adis Hodžić e o Brinje Grosuplje acertam mais 2 anos.
Adis Hodžić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O buraco nas contas voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm o direito de agradecer e de perguntar o que acontece no mês em que não for, e os dois sentimentos chegam juntos.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Olimpija Ljubljana fica com o seu homem, e o Brinje Grosuplje volta a uma lista com um nome riscado.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Brinje Grosuplje perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Brinje Grosuplje coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anej Dukarić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acima do limite que o banco impôs, que é a linha entre um clube financiado e um clube em apuros. $15.3M é agora o número com que todas as conversas sobre este clube vão começar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alexey Basalay tem a sua resposta do Brinje Grosuplje; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
Notas dos jogadoresLuken Hernández passa por eles um de cada vez
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Meshakhte Tkibuli falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Meshakhte Tkibuli, e não vai ser retirado.
Plantel11/08/2031
Uma lesão muscular afasta Felix Wimmer durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Meshakhte Tkibuli vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Giorgi Papuashvili e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
O Meshakhte Tkibuli já telefonou ao Dinamo Tbilisi. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Torpedo Kutaisi para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Keven está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Meshakhte Tkibuli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.