$5.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Juventus pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Cristiano Trifelli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Flavio Junčaj estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta seguiu esta semana para o Juventus, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Bari foi ao Inter com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Bari ofereceu $3.6M; o Udinese disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Cristiano Trifelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Flavio Junčaj estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Bari perguntou e o Juventus disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bari perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramiro Méndez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bari fez a parte difícil com o Napoli, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Cristiano Trifelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Urtzi Albizua lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Virtus Entella por Luis Hasa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 84 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
O Bari foi ao Pescara com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Antonio Scaravilli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.88 para o resto.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Joachim Kayi Sanda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores26/05/2036
Um golo e uma assistência para Nicolò Conti — 7.98
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.98 ao lado do nome.
Plantel26/05/2036
Luis Hasa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
52 dias de fora para Kiril Popov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bari vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
74 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Hasa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Blesio, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Bari ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/05/2036
Luis Hasa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A primeira derrota em 4 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Juve Stabia; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
73 dias de fora para Kiril Popov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bari vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Hasa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Manuel Pinotti e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
66 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Joachim Kayi Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/04/2036
Luis Hasa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
4 golos e uma média de 7.34 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Carlo Rossetti
87 dias de fora para Kiril Popov depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bari vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.89 para o resto.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ramiro Méndez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Antonio Scaravilli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Hasa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Manuel Pinotti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Peter Maier, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joaquín Mancuso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco31/03/2036
Samuel Ogodo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Bari dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giuseppe Simone será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
Joachim Kayi Sanda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Hasa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Scaravilli, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Luis Hasa
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Bari falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joachim Kayi Sanda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo15/03/2036
O Bari torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Manuel Pinotti e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 115 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Hasa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
1‑2 frente ao Inter, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Antonio Scaravilli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
1 para Leonardo Mendicino, avaliado com 7.78, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Charles Hazard marcou, foi avaliado com 7.17 e voltou antes de alguém dar pela falta.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 1, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Spezia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Bari perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Leonardo Mendicino marcou, foi avaliado com 7.88 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Iovan Roganovich será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Bari as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Bari perguntou e o Juventus disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bari coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Catania vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Bari foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Bari vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Joachim Kayi Sanda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Joaquín Mancuso estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 3‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $71.0K do que o Iberia 1999 pagou por Joaquín Mancuso é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iberia 1999, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Lorenzo Lucchesi acabou de assinar pelo Iberia 1999 e, por uma vez, a resposta importava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iberia 1999 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção03/09/2035
O prazo passa com 35 contratações e 19 saídas
Está feito o negócio no Iberia 1999 até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Iberia 1999 sobre quem trabalha
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Matthew Baker não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iberia 1999-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Daniel van Vianen tem de reconquistar o que julgava seu. O Iberia 1999-2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Iberia 1999-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel van Vianen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Iberia 1999-2 as despedidas começaram em silêncio.
Daniel van Vianen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Dorian-Peter Kasparek treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leander Chadli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Iberia 1999-2 pode pedir e sobe o salário que Guram Kakabadze pode exigir.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Iberia 1999-2 não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Verba acordada, salário acordado, e o Lokomotivi à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Spaeri por Joaquín Mancuso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Iacopo Marrocco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joaquín Mancuso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Verba acordada, salário acordado, e o Spaeri à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Daniel van Vianen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Torpedo Kutaisi tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Samtredia à espera com uma camisola. No Iberia 1999-2 ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Iberia 1999-2 podem fingir não ter ouvido.
Empate aos 91 minutos, depois de uma tarde que o Iberia 1999-2 tinha praticamente arrumada. O Samtredia vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Foi preciso Simon Tisch-Rottensteiner marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Samtredia, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Plantel25/06/2035
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandre Janelidze está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proposta do Samtredia por Daniel van Vianen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Tisch-Rottensteiner produziu-o, e o 8.21 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Dorian-Peter Kasparek e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O erro de um defesa alguém arruma; o de um guarda-redes acaba lá dentro. Soube antes de a bola cruzar a linha, e o estádio inteiro também.
Plantel18/06/2035
Davit Daraselia desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
O Dinamo Batumi vai querer esquecer isto depressa: 6‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Iberia 1999-2 foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Iberia 1999-2 perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Leander Chadli não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
7 golos num jogo, Zoltán Pesti na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Iberia 1999-2 nem ao Dinamo Batumi.
Uma exibição de 9.66 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel11/06/2035
Zoltán Pesti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Lokomotivi vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Iberia 1999-2 foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A proposta do Samtredia por Joaquín Mancuso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Iberia 1999-2 vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Iberia 1999-2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zoltán Pesti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.22. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joaquín Mancuso treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
0‑3 para o Merani, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Mancuso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Iberia 1999-2 as despedidas começaram em silêncio.
Plantel21/05/2035
Zoltán Pesti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Dribles concretizados: 17. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel14/05/2035
Um jovem do Iberia 1999-2 leva o prémio de melhor sub-21
Lasha Mikautadze tem 20 anos e, por um fim de semana, foi o melhor de todos os da sua idade na divisão. Ninguém devia construir uma carreira sobre isso, e toda a gente o faz em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Iberia 1999-2 vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Notas dos jogadores23/04/2035
Lasha Mikautadze, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.63
Um 7.63 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Lasha Mikautadze treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador reorganizou as ideias e Simon Tisch-Rottensteiner saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Leander Chadli está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Segue-se o Dinamo Batumi, e há um homem no balneário do Iberia 1999-2 que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A série sem derrotas chega aos 31 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iberia 1999-2 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo24/03/2035
Não se vê o fim da espera do Iberia 1999-2 por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Iberia 1999-2 tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/03/2035
Zoltán Pesti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Lokomotivi passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999-2 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acabou 2‑2, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
Antevisão12/03/2035
O Iberia 1999-2 mede-se com a equipa que todos perseguem
O Gagra chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Já são 28 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
24 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Iberia 1999-2 pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/03/2035
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zoltán Pesti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Iberia 1999-2 do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Dila defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Iberia 1999-2 já falam dele no passado.
Plantel26/02/2035
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zoltán Pesti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Simon Tisch-Rottensteiner esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iberia 1999-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Zoltán Pesti estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iberia 1999-2, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Iberia 1999-2 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Primeiro, com 44 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.
Mercado05/02/2035
Tão perto: a transferência de Daniel van Vianen morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Samtredia seguiu em frente, Daniel van Vianen apresenta-se de volta no Iberia 1999-2, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Zoltán Pesti assinar alguma coisa — um contrato no Iberia 1999-2 ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Iberia 1999-2 já se começa a dizer o nome dele no passado.
Dorian-Peter Kasparek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Palavras no treino do Iberia 1999-2 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zoltán Pesti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Otar Gamsakhurdia, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelZoltán Pesti passou a ter companhia no lugar
Simon Tisch-Rottensteiner e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Iberia 1999-2 terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Iberia 1999-2 ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Zoltán Pesti tem de reconquistar o que julgava seu. O Iberia 1999-2 não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Em resumo
MercadoO agente de Zoltán Pesti volta a agitar as águas
O aperto de mão com o Dinamo Tbilisi está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Guram Japaridze volta a ser jogador do Iberia 1999, e a cidade tem a sua história do verão.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Guram Japaridze está a viver essa versão no Iberia 1999, e costuma notar-se no primeiro mês.
O negócio com o Samgurali Tskaltubo está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Mais um nome na lista: o Telavi fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Luka Kharatishvili. A resposta do Iberia 1999 não mudou — para já.
As bancadas08/01/2035
O Iberia 1999 gasta $1.7M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $1.7M por Guram Japaridze, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Iberia 1999 estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Iberia 1999 lida com um homem que quer outro país.
Plantel01/01/2035
Palavras no treino do Iberia 1999 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christos Loukaidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tornike Qazaishvili esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco01/01/2035
Ho Sy Duc tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Iberia 1999 dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ho Sy Duc esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Iberia 1999, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gia Nadareishvili está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Iberia 1999, mais uma semana sem a assinatura de Thanasis Karamanis.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Iberia 1999 têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Iberia 1999 perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iberia 1999 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christos Loukaidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco11/12/2034
Dani Pérez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Iberia 1999 dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Hunor Németh
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Iberia 1999 ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Christos Loukaidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco13/11/2034
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Iberia 1999 ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Iberia 1999 terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Iberia 1999, mais uma semana sem a assinatura de Gia Nadareishvili.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ho Sy Duc está nela.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Mancuso será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Iberia 1999 as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Iberia 1999 coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Guram Kiteishvili e o Iberia 1999 acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dani Pérez está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Davit Daraselia, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Iberia 1999, mais uma semana sem a assinatura de Hunor Németh.
Faltam 5 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Iberia 1999 pode pedir e sobe o salário que Ho Sy Duc pode exigir.
0‑0 frente ao Skënderbeu Korçë, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Iberia 1999, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Revaz Chakvetadze está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nika Daraselia é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel09/10/2034
Palavras no treino do Iberia 1999 sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Christos Loukaidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate