Milad Ebrahimi lesiona os ligamentos do joelho — 111 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 111 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Frank Richter produziu-o, e o 8.89 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.24 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Milad Ebrahimi lesiona os ligamentos do joelho — 118 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 118 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shahriar Mohammadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 10 golos entre o Sepahan e o Naft Tehran, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Amir Mehdi Maghsoudi e o Sepahan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel02/10/2045
Eli Hemed consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Eli Hemed acabou de assinar pelo Sepahan e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
12 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
0‑4 para o Esteghlal, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohammad Reza Yousefi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Saba segue em frente e o Sepahan vai para casa, com um 2‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Notas dos jogadores11/09/2045
Ashkan Hosseini, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.83
Um 7.83 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.08 aos 39, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shahriar Mohammadi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
6 golos num jogo, Pablo Gomez na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Sepahan nem ao Saba.
Plantel11/09/2045
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yaghoub Barage esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mohammad Askari. 2‑1 sobre o Gostaresh Foulad, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sepahan sobre quem trabalha
PlantelMohammad Askari tornou-se um homem de confiança do treinador
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Milad Ebrahimi lesiona os ligamentos do joelho — 77 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 77 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
108 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Frank Richter produziu-o, e o 9.44 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.36 na época, com 23 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ashkan Gholizadeh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.03 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
A proposta do Esteghlal Khuzestan por Sardar Noorafkan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
10 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Saba por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Lucas Zelaya está a chegar
PlantelMahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
138 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Sepahan beneficiou disso.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
A proposta do Siah Jamegan por Ali Mohammadi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo31/12/2044
Não se vê o fim da espera do Sepahan por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sepahan tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Foolad por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
152 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.31 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Mahan Beheshti
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mohammad Reza Yousefi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel12/12/2044
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohammad Reza Yousefi, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Hossein Shojaei e o Sepahan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ficar 2 atrás faz algo a uma equipa, e normalmente o que faz é acabar com ela. Aqui não. O Sepahan reconstruiu a tarde golo a golo, e o Tractor não teve resposta para nada disso.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Shahriar Karimi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Farhan Jafari, e o treinador deixou.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
15 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amir Mehdi Maghsoudi, e o treinador deixou.
Foi preciso Abdalla Hatem marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Esteghlal Khuzestan, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Mahan Beheshti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel26/09/2044
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yaghoub Barage esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Notas dos jogadores12/09/2044
Kaveh Dejagah, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.60
Um 7.60 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A proposta do Rah Ahan por Omid Karimi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Zelaya está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta do Siah Jamegan por Lucas Zelaya foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
119 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proposta do Esteghlal Khuzestan por Ali Mohammadi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel15/08/2044
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
25 golos em 27 jogos no Esteghlal — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sepahan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrick Lainer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mahan Beheshti esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/04/2044
Lucas Zelaya desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Saeid Ghoddos
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Plantel29/02/2044
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/02/2044
Mahan Beheshti tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sepahan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
25 golos em 27 jogos no Esteghlal — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sepahan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Patrick Lainer será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Sepahan marcou aos 91, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sepahan, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sardar Noorafkan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sepahan as despedidas começaram em silêncio.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Shungo Sugiura regressa a Sepahan com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel04/01/2044
Masoud Ebrahimi lesiona os ligamentos do joelho — 33 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 33 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
371 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
A proposta do Saba por Pablo Gomez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Amir Mehdi Maghsoudi e o Sepahan acertam mais 2 anos.
15 golos em 20 jogos no Esteghlal — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sepahan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sepahan perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.90 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O Foolad levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel28/12/2043
Mahan Beheshti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yaghoub Barage esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sepahan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sepahan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Sepahan e do Gostaresh Foulad por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mahan Beheshti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sepahan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Houve um erro e acabou lá dentro. Os defesas são julgados pela pior coisa que fizeram e não pelos oitenta e nove minutos à volta: é injusto e é também o ofício.