68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Racing Club perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Jorge Luque regressa a Racing Club com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Gonzalo Morales e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Racing Club lida com um homem que quer outro país.
A época pela qual uma cidade vai medir as vinte seguintes. O troféu vem para casa com o plantel, e o percurso pelas ruas ficou combinado há dias.
Plantel24/12/2035
Anton Matković lesiona os ligamentos do joelho — 89 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 89 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
4‑1 resolve, e um clube que passou uma época a ganhar o direito de jogar estes jogos ganhou um deles. Esta noite acabou a época de outro, que é a parte que ninguém menciona nos festejos.
Jogo19/12/2035
O Racing Club torna a sua casa um sítio difícil de visitar
18 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Racing Club podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Racing Club já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Racing Club ofereceu $5.1M; o Cruzeiro disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Lucas Álvarez
40 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Club coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Emprestados26/11/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Kerwin Vargas
15 golos em 28 jogos no Deportivo Riestra — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Racing Club alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco26/11/2035
Román Vega tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Club dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Racing Club sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rodrigo Granillo treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Racing Club. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
20 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados19/11/2035
O empréstimo de Felipe San Juan mede-se pelo que não acontece
9 balizas a zeros em 28 jogos no Argentinos Juniors. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco19/11/2035
Jabes Saralegui tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Racing Club dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Disseram uma coisa a Luis Alberto Colombo e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
49 jogos longe de casa e 21 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados12/11/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Facundo Gulli
19 golos em 28 jogos no Montevideo City Torque — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Racing Club alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Racing Club ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Racing Club ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Racing Club coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 19 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Posição 2, 25 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Racing Club ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Jabes Saralegui está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
3 golos e uma média de 7.42 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Mauro Dávila esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 18 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Watson será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Racing Club as despedidas começaram em silêncio.
Emprestados24/09/2035
Os golos continuam a chegar do exílio de Lucas Álvarez
19 golos em 43 jogos no Fénix — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Racing Club alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Jogo22/09/2035
O Racing Club torna a sua casa um sítio difícil de visitar
11 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Rodrigo Granillo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O Atlético Tucumán vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Racing Club foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Racing Club marcou aos 103, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Racing Club perdeu-o em tudo menos nos papéis.
0‑0 chega. A um jogo de tudo aquilo para que a época serviu — a maior manhã que um clube pode ter sem ter ganho nada, e que qualquer adepto assinaria já assim mesmo.
2 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no O'Higgins ninguém diz, e no Racing Club ninguém gosta de estar a adivinhar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Racing Club perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $7.4M porque Álex Valle é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Racing Club perguntou e o Leon disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Racing Club podem fingir não ter ouvido.
0‑1, e o San Lorenzo segue em frente. Nove meses de trabalho decididos em duas noites, que é o que um playoff é e aquilo em que ninguém que os desenha pensa.
33 jogos no Deportivo Armenio e os golos deixaram de entrar. O Acassuso emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Diego Contreras esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco27/11/2034
o treinador: “Sem desculpas”
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel27/11/2034
Agustín Melgarejo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gary Silva, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Acassuso, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel27/11/2034
Estreia na equipa principal aos 20 anos para Santiago Mina
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 20 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Franco Díaz marcou, foi avaliado com 7.35 e voltou antes de alguém dar pela falta.
17 balizas a zeros em 32 jogos no Deportivo Armenio. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Diego Contreras esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já ia em 5 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.
Plantel30/10/2034
Palavras no treino do Acassuso sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Fernández está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Luis Ángel Díaz e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Brady Paz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Acassuso as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Acassuso coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2034
Amadou Keita desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cristopher Fiermarin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tomás Habib está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Felipe Fernández apontou a data.
Em resumo
MercadoWilliam colocado na lista de transferências
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Acassuso toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
17 jogos sem sofrer em 31 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Agustín Nogueira tem tido muitas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Franco Díaz estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Acassuso, mais uma semana sem a assinatura de Cristopher Fiermarin.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jeremias Vazquez e o Acassuso acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Luis Ángel Díaz: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Gianluca Banuera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Acassuso as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Franco Cortés e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Gianluca Banuera estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Flandria vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. João Victor pré-acordou a mudança para o Acassuso, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Acassuso, mais uma semana sem a assinatura de Gianluca Banuera.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
O bancoA vista do banco
MercadoExperiência a entrar pela porta do Acassuso
115 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Lorenzo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do San Lorenzo já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Vélez tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O San Lorenzo foi ao Estudiantes com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Banfield, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Juan Marinelli acabou de assinar pelo San Lorenzo e, por uma vez, a resposta importava.
2‑0 na noite, e a eliminatória é deles. A época de outros acabou nos mesmos noventa minutos, o que os festejos no San Lorenzo têm todo o direito de ignorar.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Lorenzo perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Atlético Tucumán tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do San Lorenzo já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Brown de Adrogué por Diego Barros foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo10/06/2034
Ninguém quer jogar contra o San Lorenzo neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Gonzalo Escudero agiu, no San Lorenzo, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.