“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Ural, e não vai ser retirado.
Um 8.76 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Fanil Sungatulin regressa a Ural com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção13/09/2027
O prazo passa com 20 contratações e 17 saídas
Está feito o negócio no Ural até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Sekulić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os golos continuam a chegar do exílio de Matías Godoy
23 golos em 29 jogos no Colón — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Resolvido internamente, que é a expressão que um clube usa quando preferia que ninguém perguntasse duas vezes. Vai ser multado, vai pedir desculpa, e vai jogar no sábado.
George Hirst e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Estudiantes sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Lucas Torreira está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
14 jogos sem sofrer em 26 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Fabricio Iacovich tem tido muitas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Edwuin Cetré, e o treinador deixou.
Envolveu Edwuin Cetré, foi alto o suficiente para chegar ao parque de estacionamento, e ao almoço já tinha acabado. Os balneários aquecem; os que devem preocupar são os silenciosos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Estudiantes, e 6 jogos em 30 dizem que merece ser ouvido.
Em resumo
O bancoFernando Muslera tornou-se um homem de confiança do treinador
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ezequiel Naya
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Verba acordada, salário acordado, e o Dinamo Vologda à espera com uma camisola. No Ural ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um 8.22 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Igor Bezdenezhnykh está a viver essa versão no Ural, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Norwich City fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Ural coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Sekulić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Emprestados09/08/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Matías Godoy
18 golos em 25 jogos no Colón — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
George Hirst e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Torreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Estudiantes daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Ural segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Edwuin Cetré. 1‑0 sobre o Unión de Santa Fe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Ural falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Benjamín Sagües Barreiro não precisou: 8.23, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Léo Cordeiro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel09/08/2027
Martin Sekulić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Ural perguntou e o Spartak Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dribles concretizados: 43. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 18 jogos sem derrota são uma base que o Ural não tinha no outono.
Plantel19/07/2027
51 dias de fora para Evgeny Kharin depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Ural vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Benjamín Sagües Barreiro não precisou: 7.69, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Rodina ninguém diz, e no Ural ninguém gosta de estar a adivinhar.
Léo Cordeiro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção19/07/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Ural
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Em resumo
PlantelMartin Sekulić desentende-se com um colega por causa das exigências
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Defensor Sporting tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes podem fingir não ter ouvido.
George Hirst e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Beto estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados12/07/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Matías Godoy
15 golos em 21 jogos no Colón — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Lucas Torreira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Agustín Paz, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Estudiantes, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Eros Mancuso está nela.
Emprestados24/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Matías Godoy
8 golos em 14 jogos no Colón — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Estudiantes alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
EmprestadosO empréstimo de Fabricio Iacovich mede-se pelo que não acontece
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Ural ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Léo Cordeiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Reziuan Mirzov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fanil Sungatulin treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Ural perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Torpedo Vladimir à espera com uma camisola. No Ural ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um 7.99 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A verba é $340.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Dinamo Makhachkala negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Léo Cordeiro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
118 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes já se começa a dizer o nome dele no passado.
Edwuin Cetré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Mais um nome na lista: o Rostov fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Joaquín Tobio Burgos. A resposta do Estudiantes não mudou — para já.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Vitória por 3‑0 sobre o Temperley, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta do Salernitana por Fabricio Iacovich foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Leandro González Pírez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Baltasar Rodríguez, e desta vez do outro lado está o Smouha. No Estudiantes ouvem com educação e não prometem nada.
Tem 17 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Ferro Carril Oeste está fora e o Estudiantes segue em frente, com um 2‑1 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o Ferro Carril Oeste passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Yenisey por Benjamín Sagües Barreiro foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ezequiel Piovi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Brian Aguirre tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.