72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boluspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel14/03/2033
100 dias de fora para Mustafa Şengül depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Boluspor vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boluspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Thierry Henry estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Efe-Kaan Sihlaroğlu, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boluspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Basaksehir vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Kian Visser pré-acordou a mudança para o Boluspor, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel20/12/2032
Thierry Henry desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cuba, e o treinador deixou.
O banco20/12/2032
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Boluspor também ninguém o escondia.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Robert-Jan Vanwesemael e o Boluspor acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Boluspor coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/10/2032
Hakan Argün desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gerardo Serralde, e o treinador deixou.
Segue-se o Corum FK, e há um homem no balneário do Boluspor que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Boluspor não tem uma boa resposta.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Boluspor pode pedir e sobe o salário que Stiven Valencia pode exigir.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Umut Gencoglu apontou a data.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Volkan Celik a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
Direção16/08/2032
O Boluspor não tem ninguém para dirigir os treinos
Não é uma nomeação interina — é uma instituição com o gabinete técnico vazio. Esta semana as sessões serão dirigidas por alguém desconhecido, e a pergunta de como um clube chega a este estado será feita à direção e ficará sem resposta.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Boluspor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Matisse Didden esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Hatayspor queria mais do que $98.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Em resumo
Direção7 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Boluspor
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Boluspor perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ertuğrul Çetin e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/11/2031
Dani Perejón desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Boluspor vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Boluspor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Claudio Torres está nela.