A raiva no Hapoel Acre transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Acre, e não vai ser retirado.
Plantel23/04/2029
Junior Traoré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Osama Khalaila. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
O bancoEden Revivo pede uma conversa com o treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ellis Spikner será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Hapoel Acre as despedidas começaram em silêncio.
Saar Schwartz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/04/2029
Rauof Jbareen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Ziv Morgan fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Hapoel Acre terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Não se vê o fim da espera do Hapoel Acre por uma vitória
Já são 20 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Hapoel Acre tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Acre podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Hapoel Acre está a esgotar-se.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Raz Twizer e o Hapoel Acre acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ziv Morgan, e o treinador deixou.
Saar Schwartz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série chega a 19 e as perguntas em torno do Hapoel Acre já não são delicadas.
As bancadas26/02/2029
Os adeptos organizam-se contra a direção do Hapoel Acre
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Plantel26/02/2029
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Hapoel Acre coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hapoel Acre lida com um homem que quer outro país.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ziv Morgan
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Hapoel Acre sabem-no.
Djibril Diop esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Minuto 91, frente ao Hapoel Kfar Saba, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Plantel18/09/2028
Rauof Jbareen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco18/09/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Uri Peretz escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Acre podem fingir não ter ouvido.
Diaa Lababedy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/04/2028
Rauof Jbareen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nitai Greis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O Hapoel Acre fez saber ao mercado que Yadin Lugasi está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Isto não é rotação. Yadin Lugasi está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Hapoel Acre finge o contrário.
Plantel17/04/2028
Junior Traoré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hapoel Acre ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Arlyansyah Abdulmanan esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ofek Antman
O bancoSaar Schwartz pede uma conversa com o treinador
A raiva no Hapoel Acre transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel27/03/2028
Junior Traoré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Diaa Lababedy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Louai Taha
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Hapoel Acre, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Hapoel Acre terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Acre podem fingir não ter ouvido.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hapoel Acre lida com um homem que quer outro país.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ofek Antman: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Hapoel Acre a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Louai Taha compromete-se com o Hapoel Acre por mais 2 anos.
Plantel04/10/2027
Junior Traoré desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Uri Peretz depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Hapoel Acre foi explícito quanto à situação de Liad Levi, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Osama Khalaila assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Acre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Merenstein, e o treinador deixou.
Ginjiro Ikegaya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.62 na ficha, e os adeptos do Hapoel Acre saíram a repetir um nome.
O banco20/09/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ofek Antman
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
MercadoYadin Lugasi colocado na lista de transferências
49 dias de fora para Roei Shukrani depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Hapoel Acre vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Acre, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2027
Fecha o mercado: 11 entradas, 5 saídas no Hapoel Acre
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Diaa Lababedy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Michael Merenstein saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rauof Jbareen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ofek Antman: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Hapoel Acre a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Junior Traoré lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 78 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Hapoel Acre, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no São Paulo ninguém diz, e no Hapoel Acre ninguém gosta de estar a adivinhar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Hapoel Acre lida com um homem que quer outro país.
O Hapoel Acre já telefonou ao Maccabi Haifa. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
24 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Hapoel Acre podem fingir não ter ouvido.
Direção02/08/2027
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Hapoel Acre
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Hapoel Acre fez a parte difícil com o São Paulo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Saar Schwartz e o Hapoel Acre acertam mais 3 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Hapoel Acre ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ginjiro Ikegaya e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco02/08/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Louai Taha
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hapoel Haifa fica com o seu homem, e o Hapoel Acre volta a uma lista com um nome riscado.
Saar Schwartz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Perguntou-se ao Maccabi Tel Aviv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao São Paulo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jeffery Nisembaum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Hapoel Acre. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Hapoel Acre
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
36 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Hapoel Acre perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Maccabi Tel Aviv fica com o seu homem, e o Hapoel Acre volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Maccabi Tel Aviv para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jeffery Nisembaum está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Reef Amsalem, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
43 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Hapoel Acre perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Hapoel Acre sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Junior Traoré está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Saar Schwartz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Hapoel Acre já telefonou ao Maccabi Tel Aviv. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Osama Khalaila assinar alguma coisa — um contrato no Hapoel Acre ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.