O negócio com o Huddersfield Town está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
$1.3M em cima da mesa do Queens Park Rangers. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Harrogate Town ofereceu $1.4M; o Preston disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Harrogate Town perguntou e o Barrow AFC disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel26/08/2030
Ricardo Cartaxo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Queens Park Rangers perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Queens Park Rangers pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Queens Park Rangers sabe dizer em que semana.
A proposta do Wycombe Wanderers por Louie Moulden foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Queens Park Rangers falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Emmerson Sutton será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Queens Park Rangers as despedidas começaram em silêncio.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Liverpool ninguém diz, e no Queens Park Rangers ninguém gosta de estar a adivinhar.
Layton Stewart e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Mais um nome na lista: o Brighton fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Omar Khedr. A resposta do Queens Park Rangers não mudou — para já.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Queens Park Rangers lida com um homem que quer outro país.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Queens Park Rangers podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Bromley à espera com uma camisola. No Queens Park Rangers ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Queens Park Rangers ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A perseguição a Paolo Ceppi terminou com $1.7M a mudar de mãos e o Walsall sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Queens Park Rangers foi ao Millwall com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Layton Stewart esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Queens Park Rangers ofereceu $270.0K; o Nottingham Forest disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Layton Stewart, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Filippo Marenco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.