Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Edmilson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jake Davies está nela.
6.º lugar com 40 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Dmitry Stotskiy lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ararat-Armenia fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
O Shakhter ficou sem tempo com o Ordabasy. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Shakhter vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Akzhaiyk à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Ordabasy aceitou o dinheiro. O que o Shakhter ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dmitry Stotskiy será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandr Migunov, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Shakhter sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Dmitry Stotskiy lesiona os ligamentos do joelho — 127 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 127 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
159 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Shakhter perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
O banco07/05/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Abzal Beysebekov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Jake Davies está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Shakhter, mais uma semana sem a assinatura de Artem Litosh.
Dmitry Stotskiy lesiona os ligamentos do joelho — 167 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 167 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores30/04/2029
Edmilson jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.68. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Nota 8.16 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco30/04/2029
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Abzal Beysebekov, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Shakhter sabem-no.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco16/04/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Abzal Beysebekov foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aleksandr Migunov, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Em resumo
O bancoKirill Davidenko tornou-se um homem de confiança do treinador
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Shakhter que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco02/04/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Abzal Beysebekov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
O treinador reorganizou as ideias e Aleksandr Migunov saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Andrey Savin tem a sua resposta do Shakhter; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Abzal Beysebekov depois do 0‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador reorganizou as ideias e Andrey Savin saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco05/03/2029
Artem Litosh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Rafail' Ospanov: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Shakhter a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
O Shakhter abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Rafail' Ospanov fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nasaf fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Uma sondagem ao Lanús para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Shakhter foi explícito quanto à situação de Arman Nusip, o que é mais do que muitos recebem.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Shakhter sabe em que fase está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kirill Danilin. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Bohdan Savkiv
Verba acordada, salário acordado, e o Zhetysu à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Shakhter perguntou e o Ferencvaros disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel05/02/2029
Aleksandr Migunov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Shakhter, mais uma semana sem a assinatura de Andrey Savin.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Shakhter
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Shakhter perguntou e o Lanús disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aleksandr Migunov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edmilson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/01/2029
Aleksandr Migunov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Shakhter, mais uma semana sem a assinatura de Artem Litosh.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kirill Danilin assinar alguma coisa — um contrato no Shakhter ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Rafail' Ospanov apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Savin, e o treinador deixou.
Plantel08/01/2029
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Shakhter, mais uma semana sem a assinatura de Andrey Savin.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
O banco08/01/2029
Artem Litosh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Shakhter estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Asilbek Qayumov está a viver essa versão no Shakhter, e costuma notar-se no primeiro mês.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Asilbek Qayumov e o Shakhter acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Edmilson treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Shakhter vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
O banco11/12/2028
Artem Litosh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Shakhter, mais uma semana sem a assinatura de Vadim Zubavlenko.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Shakhter admitiria. Nota-se aos sábados.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Stanislav Samoilov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artem Litosh será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Plantel04/12/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco04/12/2028
Ivan Bašić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel13/11/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Litosh está nela.
Azamat Tuiakbaev fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivan Bašić está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Savin, e o treinador deixou.
Plantel16/10/2028
Aleksandr Migunov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Miras Dilmūrat e o Shakhter acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Litosh está nela.
Edmilson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Shakhter ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivan Bašić está nela.
5.º lugar, 41 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jake Davies agiu, no Shakhter, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O Shakhter perguntou e o Qarabag disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jake Davies e o Shakhter acertam mais 3 anos.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vyacheslav Dorovskikh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco18/09/2028
Artem Litosh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Shakhter dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Jake Davies chega ao Shakhter com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Shakhter perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Shakhter ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Direção11/09/2028
O prazo passa com 19 contratações e 8 saídas
Está feito o negócio no Shakhter até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Edmilson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
18 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Shakhter já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/08/2028
8 caras novas e o Shakhter ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Plantel28/08/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Emil Yanchev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Shakhter, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vyacheslav Dorovskikh, e o treinador deixou.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Shakhter perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Zhetysu à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Shakhter perguntou e o Penarol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Savin, e o treinador deixou.
Plantel21/08/2028
Bohdan Savkiv desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 108% do que Shakhter recebem
O bancoArtem Litosh tornou-se um homem de confiança do treinador
Verba acordada, salário acordado, e o Zhetysu à espera com uma camisola. No Shakhter ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Dribles concretizados: 30. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Shakhter foi ao Okzhetpes com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Edmilson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Beka Djanelidze acabou de assinar pelo Shakhter e, por uma vez, a resposta importava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Shakhter, e não vai ser retirado.
O Kairat levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aleksandr Migunov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Shakhter já telefonou ao Cerro Porteno. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Shakhter já telefonou ao Atletico Nacional. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Shakhter perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do Irtysh por Artem Litosh foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção28/02/2028
O Shakhter fecha o mercado com um plantel feito por si
7 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Penarol fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Astana fica com o seu homem, e o Shakhter volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/02/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Savkiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Uälikhan Mūkhametzhanov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Uälikhan Mūkhametzhanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Shakhter as despedidas começaram em silêncio.
Wojciech Szymczak esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Shakhter sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bohdan Savkiv está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Vyacheslav Dorovskikh apontou a data.
Uma média de 6.52 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Shakhter têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Shakhter coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vyacheslav Dorovskikh, e o treinador deixou.
Dmitry Stotskiy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bohdan Savkiv estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Disseram uma coisa a Ilja Bychkov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Artem Litosh treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.