Emiliano Larrouy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Facundo Trinidad está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Trinidad. 1‑0 sobre o Alto Peru, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Durazno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Emiliano Larrouy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Facundo Trinidad, e o treinador deixou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco15/02/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jonathan Da Silva não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Durazno também ninguém o escondia.
Em resumo
DireçãoO Durazno chumba o plano para o centro de treinos
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Durazno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Emiliano Larrouy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Durazno perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Durazno coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Durazno sobre quem trabalha
DireçãoOs salários levam 90% do que Durazno recebem